O jovem meio-campista Breno Bidon, de 21 anos, deu um passo significativo em sua trajetória profissional ao obter a cidadania italiana. O jogador, que atualmente defende o Corinthians, agora se torna um ativo ainda mais atrativo para clubes europeus, especialmente nas ligas que impõem limitações à contratação de atletas extracomunitários.
A nova condição de cidadão da União Europeia expande consideravelmente as oportunidades de transferência de Bidon para clubes no exterior, uma vez que ele deixa de competir por uma das vagas reservadas a jogadores não comunitários. Isso é especialmente relevante em áreas táticas onde as equipes geralmente optam por investir em atletas que desempenham funções decisivas, como atacantes, diante da escassez de espaço para outros perfis como volantes e defensores.
A gestão da carreira de Bidon, liderada pelo empresário Fernando Brito, ressalta que, apesar de não haver mudança imediata no valor de mercado, a abertura de opções para o atleta é um fator crucial na dinâmica de transferências. Antes, o jogador lutava por um espaço em um contingente reduzido de jogadores, agora, as possibilidades se multiplicam, assegurando uma melhor posição nas negociações em potencial com clubes europeus.
O caminho para a aquisição da cidadania não foi aleatório. Bidon, que é neto de italianos, e sua equipe já estabeleciam planos para essa conquista antes de sua estreia profissional. O processo da cidadania teve início em 2024 e, embora o reconhecimento tenha sido oficializado, ele ainda precisa concluir as etapas burocráticas até a emissão do passaporte.
Bidon vem se destacando em campo pelo Corinthians, contribuindo para a equipe na atual temporada. Integrado ao time principal, o volante se firmou como uma peça chave no elenco, participando ativamente de conquistas importantes e adotando um papel significativo em diversas partidas do Campeonato Brasileiro.
O timing dessa nova fase na carreira de Bidon é oportuno, já que o atleta está à disposição para os próximos compromissos do Corinthians, incluindo a partida contra o Fluminense. Sua performance e a decisão da diretoria do clube, que detém a maioria dos direitos econômicos do jogador, serão determinantes para um possível futuro no futebol europeu.
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