Na segunda sessão de treinos da pré-temporada de 2026, o Corinthians se prepara para um novo desafio após uma temporada 2025 marcada por oscilações, mas que trouxe à equipe dois títulos importantes. Com jogadores em alta e outros em baixa, o clube delineia seu futuro e avalia quais atletas continuarão contribuindo para o sucesso da equipe.
Entre os destaques positivos, Hugo Souza se sobressaiu. O goleiro foi fundamental nas conquistas do Paulistão e da Copa do Brasil, demonstrando grande regularidade e habilidade, especialmente nas defesas de pênaltis. Sua performance o colocou nos planos da seleção brasileira, sendo convocado para amistosos e com forte potencial de aparecer na próxima Copa do Mundo. O Corinthians rejeitou propostas do Milan por sua permanência, evidenciando sua importância no elenco.
Outro nome em evidência é Gustavo Henrique, que se consolidou como peça-chave no sistema defensivo e ainda contribuiu ofensivamente, marcando quatro gols e fornecendo uma assistência. Essa capacidade de atuar tanto na defesa quanto no ataque o tornou indispensável para a equipe, assim como Matheus Bidu, que, após uma reviravolta de carreira, também se destacou ao manter a titularidade e ser uma presença ativa na construção de jogadas, contabilizando cinco gols e quatro assistências.
Matheuzinho teve um papel relevante após a chegada do técnico Dorival Júnior, ganhando mais liberdade no setor ofensivo e se destacando pela criação de jogadas, com três gols e seis assistências no último campeonato. Breno Bidon, por sua vez, foi um dos jogadores mais comentados do clube após seus dribles desconcertantes, especialmente na final da Copa do Brasil, onde sua performance o elevou no mercado.
Memphis Depay, apesar das críticas, entregou um desempenho positivo, sendo decisivo em momentos cruciais e terminando a temporada com 12 gols e 10 assistências. Sua capacidade de influenciar o jogo nos momentos mais difíceis o consolidou como um atacante valioso para a equipe.
No entanto, nem todos os atletas tiveram um desempenho à altura. Félix Torres, Cacá e Rodrigo Garro enfrentaram dificuldades, com o zagueiro equatoriano perdendo espaço e se tornando uma opção de negociação. Garro, que enfrentou lesões, viu sua produtividade cair drasticamente em comparação ao ano anterior, e suas oscilações fizeram com que fosse substituído por outros atletas durante a temporada.
Gui Negão, embora tenha brilhou em suas primeiras oportunidades, viu seu tempo de jogo diminuir com a volta dos titulares, assim como Hugo e Ryan, que tiveram pouco espaço na equipe e também podem ser negociados a depender das propostas. Charles, que jogou mais que os outros, foi incapaz de se firmar como titular e acabou despertando interesse de outros clubes.



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