O Corinthians adotou uma linha de contenção de despesas de maneira formal. O presidente Augusto Melo e o diretor administrativo Ricardo Jorge assinaram um memorando para vetar contratações e promoções em qualquer departamento do clube. A exceção fica para o futebol, obviamente, que possui um centro de custo maior e outro tratamento dentro do Corinthians . O documento foi enviado aos departamentos do clube na segunda-feira como uma “suspensão temporária de movimentações funcionais”. O clube alvinegro vive uma situação financeira difícil, reforçada pela reprovação das contas do primeiro ano da gestão de Augusto Melo pelo Conselho Deliberativo. No exercício de 2024, a dívida bruta do Corinthians atingiu R$ 2,5 bilhões, com um aumento do passivo de mais de R$ 829 mi. A gestão, porém, tem outra visão do balanço financeiro e observa um superávit de R$ 9 milhões, descontando, entre outros valores, os R$ 191 milhões de contingências direcionadas para 2023.
A reprovação do balanço trouxe ainda mais pressão sobre a gestão de Augusto Melo. Nesta terça-feira, a Comissão de Justiça do clube emitiu um pedido de impeachment por gestão temerária, com efeito de saída imediata. Ao todo, o presidente carrega quatro pedidos de impeachment desde o início da gestão, em janeiro de 2024.



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