O Corinthians gastou até o momento R$ 100 milhões em reforços, mas segue com dificuldade para reformular o elenco. Nem mesmo o anunciou do maior patrocínio da história serviu para destravar a questão. O que aconteceu O Corinthians vê investimento maior em um futuro próximo, mas não tem muito dinheiro agora. A ideia inicial era liberar jogadores em fim de contrato como Renato Augusto, Giuliano e Gil para trazer outros mais jovens. Só que o Corinthians encontrou poucos jogadores sem contrato e viu pedidas altas de outros clubes.
Os patrocinadores trarão dinheiro ao longo do tempo, mas não reforçam o caixa para já. O patrocínio máster de R$ 370 milhões da Vai de Bet inclui apenas R$ 10 milhões à vista e outros R$ 10 milhões mensalmente por três anos. Os valores ajudam, mas não resolvem. O acordo com a Vai de Bet ainda obrigou o Corinthians a fazer acordo de R$ 40 milhões com a Pixbet, antiga patrocinadora. O pagamento será feito em 12 parcelas: a primeira de R$ 6 mi e as outras de R$ 3 mi.
O Corinthians comprometeu mais de R$ 100 milhões em reforços, mas só pagou aproximadamente R$ 30 mi até o momento. Todas as negociações envolvem parcelamento, já contando com o aumento de receita de patrocínios para os próximos meses. Alguns desses reforços só chegaram quando o Corinthians pagou a entrada. O Timão sente que há incerteza no mercado após histórico recente de calotes em outras gestões.
O Corinthians quer zagueiro, lateral-direito, volante, meia e atacante de velocidade. O Timão admite investir mais que os R$ 100 milhões, mas mantém propostas com parcelamento e usa os novos patrocinadores como garantia de que vai pagar. Uma negociação em andamento é a do lateral-direito Matheuzinho, do Flamengo. O Corinthians tem a concorrência do Botafogo e admite pagar 4 milhões de euros (R$ 21 mi). O clube busca alternativas para a defesa e tem Lyanco, do Al-Gharafa, como alternativa. As opções para meio-campo e ataque não foram reveladas.
O Corinthians esperava ter um novo elenco já no início do Campeonato Paulista, mas a realidade é bem diferente. O Timão teve só Félix Torres, Hugo e Raniele à disposição e tem três derrotas em quatro jogos. O presidente Augusto Melo e Mano Menezes já começaram a divergir. Augusto entende que o Corinthians pode jogar mais com o que tem, já o treinador crê que a equipe está no seu limite técnico com atletas titulares que eram reservas em 2023, casos de Caetano, Fausto Vera e Rojas.



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