Integrantes do grupo situacionista no Corinthians sentem os efeitos da má campanha do time em 2023 na disputa eleitoral.
Conselheiros da situação relatam que está mais difícil buscar apoio político por causa da crise vivida pela equipe de futebol masculino do que de costume. Isso tanto para a disputa presidencial como para a eleição para o Conselho Deliberativo.
Com o objetivo de disputar a presidência no pleito de novembro, o Renovação e Transparência, grupo que está no poder, deve lançar André Luiz de Oliveira. Augusto Melo é o único candidato de oposição lançado até aqui.
Há relatos de membros da situação de que eles foram mal recebidos ao tentar engatar conversas eleitorais no clube. Isso porque ouviram dos interlocutores que os situacionistas deveriam estar trabalhando para tirar a equipe do buraco em vez de discutir política.
O entendimento de ao menos parte da ala da situação é de que seus membros terão que trabalhar mais ainda pela vitória nas urnas porque o desempenho do time funciona como um repelente de votos. É pequena a esperança de que a equipe ainda consiga alcançar algo na temporada que ajude na caça aos votos.
Em 2023, o Corinthians foi eliminado nas quartas de final do Campeonato Paulista pelo Ituano, não tem mais chances de se classificar para as oitavas de final da Libertadores e está em 16° na tabela de classificação do Brasileirão. Nesse contexto, os protestos das torcidas organizadas têm sido constantes.
Porém, na Copa do Brasil, o time obteve uma classificação heroica para as quartas de final ao eliminar o Atlético-MG nos pênaltis. O próximo adversário será o América-MG.
O cenário atual faz com que até situacionistas critiquem a gestão de Duilio Monteiro Alves no futebol.
1521 visitas - Fonte: UOL