Após empate com o América-MG, jogadores e o técnico Jair Ventura não deram entrevista. Segundo o presidente do Goiás, Paulo Rogério Pinheiro, por conta da indignação com a arbitragem do jogo. O dirigente é quem foi para a coletiva a disparou contra a atuação do árbitro Wagner do Nascimento Magalhães (Fifa/RJ)
- Vim aqui porque os jogadores e o treinador estão indignados de novo com o que aconteceu com a gente. Eles pediram para não vir para a coletiva. O Goiás é o time mais prejudicado do Campeonato Brasileiro. Novamente o árbitro ficou picotando o jogo, marcou um pênalti que ele nem sabe o que foi. Eu já não tenho mais forças para trabalhar contra o sistema. Estou muito cansado - afirmou.
Ao falar em "sistema", Paulo Rogério citou também o caso do jogo contra o Corinthians, suspenso e depois remarcado para sábado (29). Segundo ele, houve forte pressão para que a partida fosse tirada de Goiânia.
- O Goiás está lutando contra o sistema. O Goiás quase foi punido por algo que não fez. Sofri as maiores pressões que vocês podem imaginar. E, para hoje, ver essa lambança (arbitragem) de novo.
Ele questionou o critério de Wilson Luiz Seneme, presidente da Comissão de Arbitragem, da CBF, para punir árbitros durante o Brasileirão e saiu em defesa do goiano André Luis Castro, suspenso na terça-feira, apesar de reconhecer que o profissional errou na partida entre Flamengo x Santos.
- Quero saber se o Seneme vai mandar para a geladeira esse árbitro (Wagner do Nascimento) também, igual fez com o André Luís Castro. Um grande árbiro de Goiás. Errou feio ontem (terça), errou. Mas teve erro muito pior no Brasileiro. Falta de respeito com a arbitragem de Goiás, 40 minutos depois suspender o árbitro. Vai suspender o de hoje também? Não aguento mais lutar contra o sistema. Estou cansado.
Esse Goiás reclama de tudo e quer tudo só para eles, goianos de merda!