O Corinthians escalou oito jogadores acima dos 31 anos contra o São Bernardo. Na história do futebol, é difícil lembrar de times assim muito vencedores. Há dois exemplos:
1. seleção brasileira de 1962;
2. Milan da Champions League de 2007.
Eram times com sete acima dos trinta anos. O Corinthians tem oito over 31: Cássio (34,), Fagner (32), Gil (34), Fábio Santos (36), Renato Augusto (34), Paulinho (33), Willian (33) e Giuliano (31).
Foi a sétima vez com os quatro reforços do ano passado, com quatro vitórias e três empates. A primeira com os cinco mais badalados.
A melhor formação corintiana parece ser mesmo esta, com os quatro reforços trazidos pela diretoria no ano passado, que elevaram muito o nível técnico. Eles criam soluções, mas há algumas contraindicações.
Não tem sido comum ver o Corinthians roubar bolas no campo de ataque. No primeiro tempo contra o São Bernardo, aconteceu. O time subiu a marcação muitas vezes. Dos 16 desarmes, sete aconteceram depois do meio-de-campo. Mas a pergunta é se isto vai durar para sempre, tendo oito titulares acima dos 31 anos.
Os gols não nasceram dos desarmes. Aconteceram quando o Corinthians atrasou a marcação e jogou no espaço vazio deixado pelo São Bernardo. O time está muito melhor do que já esteve, antes da chegada dos reforços. Eles trazem muito mais benefícios do que contraindicações. Geram sabedoria e inteligência. Também perdem pressão.
O Corinthians é um time de alta circulação de bola, muita posse no campo de ataque e, em alguns momentos, precisa atrasar a marcação para ter espaço. Foi o que aconteceu na jogada do primeiro gol de Róger Guedes.
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