O Corinthians se desfez de 80 jogadores na gestão do presidente Duilio Monteiro Alves. O levantamento do Meu Timão contempla todos os atletas de base, Sub-23 e do profissional que foram mandados embora, não renovaram e/ou foram vendidos desde 1° de janeiro de 2021.
A diretoria contabiliza uma economia acima dos R$ 5 milhões na folha de pagamento com todas essas rescisões de contrato, sobretudo pelas não renovações dos jogadores ligados ao elenco profissional. Os últimos foram Sornoza, Richard, Marquinhos, André Luis, Éderson, Rafael Bilú e Gabriel.
A divisão por categoria dessa limpeza administrativa, financeira e esportiva no Parque São Jorge é a seguinte:
36 atletas da equipe Sub-23;
23 atletas do elenco profissional;
21 atletas das categorias de base.
Em relação aos garotos, quatro foram os motivos principais para as 21 saídas na base: análise técnica de que não haveria futuro; arrependimento da contratação em si; excesso de opções para uma mesma posição; e falta de acordo com seus respectivos agentes.
Os 36 que faziam parte do Sub-23, por sua vez, foram mandados embora, basicamente, por falta de qualidade. A análise da diretoria foi de que esses jogadores não tiveram e nunca teriam qualquer perspectiva de fazer parte do elenco principal.
Já os 23 jogadores ligados ao departamento de futebol profissional deixaram o Parque São Jorge, basicamente, por três motivos: fim de ciclo; falta de acordo financeiro e/ou mudança de estratégia da comissão técnica. Houve ainda ofertas, como foi para Araos e Éderson.
Vale lembrar que esse montante não contempla jogadores que estão emprestados a outros clubes, como Bruno Méndez, Fessin, Matheus Jesus, Ramiro, Mateus Vital, entre outros. Esse atletas ainda seguem vinculados ao Corinthians e, alguns deles, com salários pagos pelo próprio clube mesmo vestindo a camisa de outras equipes.
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