O técnico Sylvinho encerrou a temporada 2021 incomodado com as análises e questionamentos da imprensa. Em sua última entrevista coletiva, concedida após a derrota para o Juventude, por 1 a 0, o comandante do Corinthians desmentiu boatos sobre um suposto desejo de entregar o cargo no CT Joaquim Grava e fez elogios ao seu trabalho no clube.
Amparado pela conquista da vaga na fase de grupos da Copa Libertadores do ano que vem, Sylvinho começou a entrevista se defendendo das críticas pela campanha como visitante no segundo turno do Campeonato Brasileiro — quando o Corinthians não conseguiu nem uma vitória sequer em nove rodadas e registrou um aproveitamento de apenas 11% dos pontos disputados.
"O time mudou. Tivemos um 1º turno e um 2º turno, tivemos uma mudança de característica de time. Uma equipe de organização defensiva muito forte passou a mudar para um time de mais técnica, onde passou a prevalecer os resultados em casa. No primeiro turno não era assim, era o contrário. O time no meio da temporada vai mudando sua característica. Já falei sobre isso. O importante é olhar o total, que nos permitiu a vaga para a Libertadores da América. Desde 2017, ano em que o Corinthians foi campeão brasileiro, isso não se repete. É um ótimo trabalho, é um grande trabalho", respondeu Sylvinho, que momentos antes do início da entrevista foi oficialmente mantido no cargo pelo diretor Roberto de Andrade.
Depois, quando questionado sobre a pressão que será exercida em cima do Corinthians no ano que vem, o treinador usou seu currículo na época de atleta para justificar seu pensamento. Em 2022, o Alvinegro ganha o reforço do volante Paulinho e de pelo menos mais um centroavante para a disputa da Copa Libertadores, Copa do Brasil, Paulistão e Campeonato Brasileiro.
"Trabalhar no Corinthians, trabalhar no Barcelona onde eu estive, trabalhar no Arsenal, trabalhar no Manchester City é cobrança. Eu com 20 anos jogava no Pacaembu com 45 mil pessoas, semifinal e final de Copa do Brasil. Estou acostumado, faz parte do trabalho. Tive a felicidade de jogar no Camp Nou com 90 mil pessoas, estou acostumado. Entendo as críticas, algumas delas até desprezamos porque a crítica precisa ser construtiva. Fizemos um time no 1º turno, outro no 2º turno. Alguns atletas chegaram no meio da competição e jogaram pouquíssimo juntos", afirmou.
Por fim, aparentando bastante irritação com as perguntas e sobretudo pelo contexto de críticas após encerrar o Campeonato Brasileiro na 5ª colocação, com 57 pontos ganhos, Sylvinho desmentiu os boatos de que gostaria de entregar o cargo por conta da pressão e do assédio aos seus familiares.
"É triste você ter que ler notícias falsas, passei as últimas 24 horas respondendo pessoas sérias. Nunca houve, nunca passou pela minha cabeça pedir demissão. Os objetivos estão sendo alcançados, estamos respaldados pela diretoria e pelos atletas. Jamais passou pela minha cabeça. Olha o cúmulo que estamos vivendo. Sou obrigado a vir aqui e dizer que jamais passou pela minha cabeça sair do Corinthians. É surreal isso. Não podemos perder tempo, é irresponsabilidade esse tipo de notícia. É surreal, é ridículo, vamos falar de coisas substanciais. Isso aqui é ridículo", concluiu.
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Sylvinho tá se achando um Guardiola, acorda desse sonho
Vasa silvinho . Vc NÃO e e nunca sera tecnico .mostra p torcida do TIMÃO .seus titulos .como tecnicos
Boicotar, não ir na Arena até ele ser demitido !!!
Vc silvinho na minha opinião é uns do piores treinadores do corinthians nos últimos tempos fora fora fora do meu timão
quero ver essa diretoria se ferrar ... quero ver RAndrade Alessandro e Duilio se ferrarem por manterem no cargo um aprendiz arrogante
Corinthians tá igual uma Ferrari sem combustível...sem treinador inteligente fica extremamente complicado.
Vamos ver na Libertadores.