Nos cinco jogos restantes do Campeonato Brasileiro, o Corinthians encontrará quatro técnicos que comandaram o clube nos últimos três anos.
O mais vitorioso deles foi Fábio Carille, exatamente o próximo adversário, no clássico de domingo, diante do Santos, às 16h, na Neo Química Arena, pela 34ª rodada da competição.
Além de Carille, o Timão vai rever Tiago Nunes (Ceará, dia 25), Vagner Mancini (Grêmio, dia 5/12) e Jair Ventura (Juventude, 9/12). Só o Athletico, de Alberto Valentim, não terá um ex-Timão no banco.
No atual campeonato, o Timão já enfrentou Mancini, mas quando o técnico estava à frente do América-MG. Houve empate por 1 a 1 em Itaquera, em 19 de setembro. Um mês depois, o treinador assumiu o Grêmio com a missão de salvar a equipe do rebaixamento para a Série B.
Serão os primeiros encontros dos jogadores do Corinthians contra Tiago Nunes e Carille como ex-treinadores. No caso de Jair Ventura, que comandou o Timão em 2018, já houve dois encontros, ambos pelo Sport. Em setembro de 2020, ele derrotou o Timão por 1 a 0 na Ilha do Retiro. Já no returno, em janeiro deste ano, o Corinthians aplicou um 3 a 0 dentro da Neo Química Arena.
Abaixo, relembre as passagens dos ex-treinadores do Timão:
Fábio Carille
Auxiliar do Corinthians por oito anos, assumiu o time de forma definitiva em 2017 e conquistou o tricampeonato paulista (17/18/19) e o título brasileiro (17). Na temporada de estreia, chegou a manter o time numa sequência de 34 partidas de invencibilidade, a segunda maior da história alvinegra.
Deixou o clube no segundo semestre de 2018 para uma aventura na Arábia Saudita, mas retornou no início de 2019. Acabou demitido durante o Brasileirão daquele ano após sequência ruim.
Tem, ao todo, 183 partidas à frente do Corinthians, número que o coloca como sétimo treinador com mais jogos pelo Timão na história. Estava na Arábia Saudita antes de chegar ao Santos.
Tiago Nunes
Técnico-sensação de 2019, após dois anos de conquistas pelo Athletico, chegou ao Timão em 2020 com a missão de mudar o estilo de jogo corintiano. Afastou medalhões, caiu cedo na Libertadores e foi atrapalhado pela pandemia. No retorno dos jogos, foi vice-campeão paulista, perdendo a taça nos pênaltis para o Palmeiras.
Foi demitido durante o Brasileirão de 2020 após apenas 27 jogos à frente do Corinthians. Ficou fora do mercado até assumir o Grêmio, onde ficou de abril a julho neste ano. Após um hiato, chegou ao Vozão no fim de agosto.
Jair Ventura
Com a ida de Carille para a Arábia Saudita em 2018 e o fracasso na aposta em Osmar Loss, o Corinthians foi ao mercado e resolveu apostar em Jair, que tinha feito bom trabalho no Botafogo e depois teve rápida passagem pelo Santos.
A campanha no Brasileirão foi ruim, mas na Copa do Brasil quase deu título: o Timão foi à final e perdeu a taça para o Cruzeiro. Após 19 jogos, foi comunicado que não ficaria para 2019. Carille, como citado mais acima, voltaria para o seu posto.
Vagner Mancini
Depois da demissão de Tiago Nunes em 2020 e de uma aposta que não deu certo em Dyego Coelho, a diretoria viu em Mancini um técnico capaz de evitar o rebaixamento do clube no Brasileirão do ano passado. Ele fazia um bom trabalho no Atlético-GO e topou o desafio. Rapidamente, a missão foi cumprida, mas o time não conseguiu subir na tabela, terminando o Brasileirão em 12º.
Mantido para a temporada 2021, patinou no ano até levar goleada do Penãrol e ser eliminado pelo Palmeiras na semifinal do Paulistão. Depois de 45 partidas, foi demitido e abriu caminho para Sylvinho. Antes do desafio no Grêmio, comandou o América-MG neste campeonato.
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