Com dores no joelho direito, Jô ficou fora do empate por 2 a 2 do Corinthians contra o Red Bull Bragantino, neste sábado (2), pelo Brasileirão. Mesmo quando se recuperar, o atacante não deve ter espaço entre os titulares. A tendência é que ele seja mesmo uma opção no banco de reservas para o restante da temporada.
No Fim de Papo, live pós-rodada do UOL Esporte —com os jornalistas Isabella Ayami, Milly Lacombe, Marluci Martins e Rodolfo Rodrigues—, a situação de Jô foi um dos assuntos em pauta. Para os comentaristas, o atacante vê seu espaço se reduzir cada vez mais na equipe. Para Milly, o jogador ainda pode ser útil ao time, mas como uma opção no banco de reservas.
"Acho que o Corinthians vai precisar de um homem de referência em algumas partidas, não em todas. Eu teria tirado o Jô há algum tempo já. Acho que ele pode entrar eventualmente em uma partida em que esse homem de referência se faça necessário. Claro que colocar no banco um cara como o Jô é sempre delicado. A gente não pode deixar de pensar que um time é também a dinâmica das relações entre jogadores, comissão técnica e dirigentes. É algo que vai exigir preparo emocional, psicológico", ressaltou.
Para Rodrigues, a rápida adaptação de Roger Guedes à equipe contribuiu para Jô perder espaço entre os titulares. "Desde o ano passado, já estava complicado para ele. O Corinthians não tinha outras opções, então, ficou com um centroavante de referência e que tem histórico muito bom. Hoje, não tem espaço algum no time titular do Corinthians, ainda mais com o Roger Guedes fazendo essa função de jogador de frente", avaliou.
Marluci também considera Jô como uma opção valiosa no banco, mas tudo depende de como o jogador lidará com o fato de ficar na reserva. "Como vai botar o cara para jogar? Não deu certo. Agora, ele é uma opção para mudar o jogo e pode ser aproveitado assim. Tem jogador que não aceita banco. Se ele aceitar, é um trunfo, uma boa carta na manga para mudar o jogo. Você também tem que mexer um pouquinho no jeito de jogar para botá-lo. Ele é um bom jogador e dá para recuperá-lo. É sempre um desafio, mas para titular... Não tem por que mexer nesse time, que está pronto", comentou.
Rodrigues concorda. "Pode até ser bom ter o Jô no elenco em um jogo no qual o Corinthians precise de um centroavante alto para tentar resolver nos minutos finais. Pensando em time titular, não dá mais para o Jô. Essa é a realidade", enfatizou o colunista.
Milly até elogiou o esforço de Jô em mudar seu estilo de jogo para tentar ser mais participativo, mas,, ainda assim, prefere outra formação na equipe. "Esse time fica mais rápido e dinâmico sem o Jô. Hoje, ele é um cara que joga mais parado. Está mais lento do que um dia já foi. Ele tem voltado para buscar mais a bola, tem jogado um pouco mais aberto e está se reinventando dentro do campo. Mas ainda assim não está no melhor de sua forma física. Acho o time mais interessante sem ele", concluiu.
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Jô agente tem que agradecer tudo que ele fez, agora hoje ele tem que ser banco, tem Roger Guedes tem mosquito tem Adson te GP .
eu tambem