O presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Alexandre Husni, deu prosseguimento ao procedimento que pode tornar Andrés Sanchez inelegível no Corinthians por dez anos.
Nesta terça (1°), ele encaminhou para a comissão de ética e disciplina do órgão pedido da oposição para que seja realizada uma assembleia de sócios com a finalidade de votar a inelegibilidade do ex-presidente.
A comissão de ética deve apurar se houve gestão temerária ou irregularidades na administração de Andrés em 2019.
O ponto de partida da oposição para o pedido foi a reprovação das contas referentes ao exercício de 2019.
No entendimento de líderes da oposição, qualquer que seja o parecer da comissão de ética, ele deve ser analisado em última instância pelos sócios, não apenas pelo conselho.
Ou seja, eles entendem que os associados devem decidir se o ex-presidente ficará inelegível.
Porém, entre aliados de Andrés há quem interprete que, se o conselho entender que não houve irregularidade, não deve haver assembleia.
O pedido, feito por conselheiros de diferentes grupos da oposição, fala em instauração de procedimentos de apuração de responsabilidade seguida de votação, em assembleia de sócios, de inelegibilidade de Andrés por 10 anos.
O estatuto do clube diz que a reprovação das contas é motivo para a destituição do mandatário, mas não fala o que deve ser feito se o dirigente já tiver deixado o cargo.
No entanto, o estatuto também aponta que o administrador que praticar gestão temerária ou irregular deve ser afastado, após decisão da assembleia geral, ficando inelegível por dez anos.
Os opositores usam a lei que trata do Profut e define gestão irregular ou temerária para enquadrar o ex-presidente nesse caso. A lei também fala em inelegibilidade por dez anos e diz que, caso não exista regra específica na agremiação, caberá à assembleia geral deliberar sobre a instauração de procedimentos de apuração de responsabilidade.
O presidente do Conselho confirmou ao blog ter enviado o pedido para a comissão de ética. Além de apurar as supostas irregularidades, o órgão dará direito de defesa para Andrés, seguindo o que diz o estatuto.
Vale lembrar que a comissão de ética é presidida por André Luiz de Oliveira, aliado histórico do ex-presidente.
Em seu despacho, Husni escreveu que encaminha o documento para a comissão de ética e disciplina "em prosseguimento da tramitação legal dos pedidos".
No documento, Husni, que foi vice-presidente de Andrés na última gestão, não se manifestou sobre outra solicitação da oposição. Os opositores pediram para que a diretoria jurídica do clube seja instada a mover uma ação indenizatória contra Andrés. O objetivo é fazer com que o clube seja ressarcido pelo ex-presidente por conta de prejuízos que teriam sido causados por gestão temerária ou irregular. Andrés não fala com o blog, por isso não pôde ser ouvido sobre o assunto.
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E quando vão expulsar esse tal de Neto do grupo de conselho do timão ele não soma em nada no timão pelo Amor do timão expulsa esse cara de lá não seja conveniente com ele!!!
Acabou com o Timão
Destruiu o Corinthians !
Ele não podia ter o direito nem de passar em frente a arena.