Aos 44 anos, o atacante Beto Acosta segue em atividade como jogador de futebol e, se por um lado o preparo físico já não é o mesmo de outras temporadas, o bom-humor do atleta uruguaio segue afiado.
Em divertida entrevista à rádio "Sport 890", de seu país, Beto Acosta falou sobre a carreira prolongada, admitiu ter uma "barriguinha de vinho" e analisou o Corinthians, clube que defendeu em 2008 e 2019 e que, nesta quinta-feira, encara o Peñarol, do Uruguai, pela Copa Sul-Americana.
"Agora, sem torcida, ficou tudo igual. Eles (Corinthians) têm uma torcida especial, que empurra muito. Além disso, não vêm no melhor momento, não é o mesmo time de alguns anos atrás", afirmou o atacante, que foi campeão da Série B pelo Timão, tendo feito nove gols ao longo de 39 jogos com a camisa alvinegra.
Acosta atua no Brasil há 15 anos e, até mês passado, estava no Penarol do Amazonas. Ele deixou o clube tendo disputado apenas 63 minutos. A longevidade na carreira é motivo de piada para o atacante:
"Faz três ou quatro anos que quero parar de jogar, mas seguem me chamando".
"Se eu voltasse ao Uruguai com essa idade, me gritariam da arquibancada em todos os jogos: para de roubar dinheiro".
O jogador também fez piada com a sua forma física:
"Isso de ser magrinho já faz tempo que não existe. Eu me cuido, mas a barriguinha de vinho já aparece um pouco. Eu tinha 32 anos na última vez que vi meus (músculos) abdominais".
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