12/7/2020 19:10

Você sabia? Primeiro técnico de Jô foi herói do Timão e desbancou Pelé

Ídolo da Fiel nos dias de hoje, atacante começou com um famoso herói do Timão

Em sua terceira passagem pelo Corinthians, o atacante Jô, de 33 anos, trabalhará pela primeira vez com o técnico Tiago Nunes.



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Campeão paulista e brasileiro em 2017 com Fábio Carille, ele foi comandado por Tite, Daniel Passarela, Márcio Bittencourt e Antônio Lopes em 2005 e, em seus primeiros anos como profissional, entre 2003 e 2004, teve a orientação de nomes como Geninho e Juninho Fonseca.

O primeiro deles, porém, ainda na base, foi Paulo Borges. Jô tinha quase nove anos quando chegou ao Parque São Jorge, e segundo Dario, pai do centroavante, o primeiro comandante foi o histórico ex-jogador.

Levei o Jô para o Corinthians com oito para nove anos. Ele fez avaliação num treino, marcou quatro gols, e o Paulo Borges mandou tirar ele do treino. Aí perguntou quem era o pai dele. Então eu fui conversar com o Paulo Borges, e ele pediu os documentos do Alvinho (Jô) para inscrever ele no campeonato que ia começar. Dali para frente, deu tudo certo – destacou o pai de Jô.

Quem foi Paulo Borges?

Artilheiro do Carioca pelo Bangu em 1966 e 1967, o ponta-direita Paulo Borges foi comprado pelo presidente Wadih Helu numa negociação de 1 milhão de cruzeiros – cifra altíssima, na época. No Timão, ele ficou entre 1968 e 1974, com 235 partidas e 62 gols.

O principal deles aconteceu logo em seu terceiro jogo, num golaço de perna esquerda.

O Corinthians não vencia o Santos de Pelé havia 11 anos no Paulistão. Mais precisamente, 22 partidas. Em 6 de março de 1968, Paulo Borges marcou o primeiro gol da vitória por 2 a 0, que derrubou um jejum histórico. Flávio Minuano fez o segundo.

Foi uma noite inesquecível. No Pacaembu não havia lugar nem para uma mosca. Só dava corintiano. Começamos a correr, a trocar passes e botamos o Santos na roda, com Pelé e tudo. Vencemos por 2 a 0, eu fiz o primeiro. Foi uma das minhas maiores alegrias no Corinthians – disse o "Risadinha", como era conhecido, à Revista Placar em 1974.

Paulo Borges integrou a seleção brasileira na época. No Timão, segundo o historiador Celso Unzelte em publicação no "Almanaque do Timão", o jogador foi caindo de produção e acabou emprestado a outros clubes, como o rival Palmeiras. Em 74, sem títulos, foi para o Nacional de Manaus.



Depois de aposentado, Paulo Borges passou a trabalhar na base do Corinthians. Morreu em 15 de julho de 2011, aos 66 anos. Um ano antes, eternizou seus pés na Calçada da Fama do Memorial.


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