9/6/2020 15:45

Corinthians monitora jogadores que estão na China; Alex Teixeira é um deles

Próximo de Jô, clube também deseja um atacante de beirada; nomes que atuam no país asiático estão no radar, mas sem negociação

Corinthians monitora jogadores que estão na China; Alex Teixeira é um deles
O Corinthians vive uma situação paradoxal. Ao mesmo tempo em que enfrenta uma crise financeira, planeja demissões e deve três meses de salários ao elenco, o clube pensa em contratar reforços para quando o futebol for retomado.



O atacante Jô, que está livre no mercado, é o principal alvo. Mas não o único. O clube teria interesse também no lateral-direito Marcinho, do Botafogo, embora a diretoria negue, e está de olho em oportunidades de mercado, como atletas que possam ser contratados sem custos.

Um dos desejos do técnico Tiago Nunes é a chegada de um atacante de lado de campo. Atualmente, o elenco alvinegro conta com Davó, Everaldo, Janderson e Yony González para a posição.

Os dirigentes do Corinthians também monitoram a situação dos jogadores brasileiros na China. Por conta da pandemia de COVID-19, as fronteiras estão fechadas, e aqueles atletas que estão fora do país podem ser liberados por empréstimo. Porém, o Timão não tem condições de pagar o mesmo que os clubes asiáticos. Contratações desses atletas só serão possíveis caso haja uma considerável redução salarial ou caso os chineses concordem em dividir os pagamentos.

Por ora, os ídolos Paulinho e Renato Augusto são vistos como sonhos bem distantes. O atacante Alex Teixeira é outro alvo antigo que não saiu da pauta do Corinthians. Com contrato com o Jiangsu Suning até dezembro, o jogador de 30 anos é acompanhado de perto pelo Timão.

O momento é de incerteza. Além de não saber como ficará a situação dos jogadores brasileiros na China, o Corinthians ainda não tem dimensão exata do impacto da crise nas contas do clube, como explicou o diretor de futebol Duílio Monteiro Alves, em entrevista ao GloboEsporte.com:

– Temos monitorado o mercado, é nossa função, mas hoje é uma situação diferente vivida no mundo. Responsabilidade e pés no chão. Estamos em uma redução de folha de pagamento desde o ano passado para esse. É preciso ter cuidado nos números até porque é impossível prever quando vai ser a volta do futebol, economia no mundo. Todas as empresas passam por dificuldades, e Corinthians não é diferente – disse o cartola.

Desde março, quando o futebol foi paralisado no Brasil, o Corinthians sofreu uma queda substancial nas fontes de receitas. Todos os patrocinadores suspenderam ou reduziram pagamentos, e houve queda de 25% no quadro de sócios-torcedores, segundo o presidente Andrés Sanchez.



Antes da pandemia, porém, a situação financeira já era ruim. O Corinthians fechou 2019 com R$ 665 milhões em dívidas, sendo R$ 110 milhões referentes a imposto de renda e FGTS e R$ 48 milhões em direitos de imagem.

Corinthians, Timão, China


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