O Corinthians terminou 2019 com Danilo Avelar e Carlos como opções na lateral esquerda. Ambos muito contestados. Lucas Piton chegou a estrear na última partida do ano, apenas. O setor viveu uma transformação em 2020. Sidcley foi contratado, Avelar foi para a zaga, Piton virou o reserva imediato e Carlos liberado.
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Em pouco tempo, Piton ganhou espaço e Carlos passou a treinar como zagueiro, enquanto procurava clube. Antes da paralisação do futebol, porém, Tiago Nunes resolveu escalar Carlos como titular na lateral, preterindo tanto Piton quanto Sidcley.
As decisões pouco lógicas em uma análise inicial geraram críticas ao treinador, que não se mostrou muito certo sobre qual das três opções é a melhor para a equipe nesse momento.
Sidcley sofreu pelo tempo parado na Ucrânia. Piton, então, foi a primeira promessa da base alvinegra a ganhar oportunidades. No Campeonato Paulista, foram oito apresentações.
Segundo o Footstats, o jovem de 19 anos arriscou 49 cruzamentos (16 certos e 33 errados), média de 6.1 por jogo, conseguiu 15 desarmes, deu 19 lançamentos (6 certos e 13 errados) e trocou 326 passes, média de 40.8 por partida, com 92.6% de aproveitamento. Também saíram dos pés de Piton 8 passes para finalização de seus companheiros.
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Piton concerteza só precisa ganhar sequência