Foto: REUTERS/Issei Kato
O Comitê Organizador de Tóquio 2020 iniciou nesta quinta-feira uma força-tarefa para definir as datas em que os Jogos serão realizados após o adiamento para 2021. A primeira reunião entre os líderes do projeto não teve qualquer decisão, mas estabeleceu os principais desafios e objetivos. Para eles, as datas das aberturas das Olimpíadas e Paralimpíadas precisam ser o ponto de partida.
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- Temos que decidir quando serão as cerimônias de abertura das Olimpíadas e Paraolimpíadas. Sem isso, há muitas coisas que simplesmente não podemos fazer (...) Haverá custos adicionais com isso. Estamos lidando com adiamento dos Jogos, algo que nunca aconteceu na história. É uma tarefa assustadora - disse Muto Toshiro, CEO da Tóquio 2020.
Na decisão em adiar as Olimpíadas, tanto o Comitê Organizador quanto o Comitê Olímpico Internacional (COI) não estipularam um período para a realização dos Jogos em 2021. Apenas afirmaram que a competição precisa acontecer até o o verão no hemisfério norte do próximo ano, que dura de 21 de junho a 22 de setembro do próximo ano. No entanto, não está descartada a disputa em um período anterior a esse.
Yoshiro Mori, ex-primeiro ministro e atual presidente do Comitê Organizador Tóquio 2020 se concentrou nos desafios que o Japão irá enfrentar para a realização dos Jogos numa data diferente.
- Em suma, o que estamos trabalhando há sete anos chegou a um ponto crítico quando estava prestes a começar. E agora temos que reconstruí-lo novamente. Vamos ter que remontar em seis meses o que fizemos em sete anos, por isso será difícil. Tomar decisões sem problemas será crucial - disse Mori.
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