Em comemoração aos 107 anos do Sport Club Corinthians Paulista, o site oficial do clube faz uma viagem pelo tempo e relembra os primeiros passos que levaram à criação do time do povo, com a série #TimãoNoTempo. A espetacular e gloriosa história que existe por trás da fundação do time do Parque São Jorge e ao longo do tempo será contada em capítulos. No episódio desta terça-feira (04), a decisão do nome do novo clube que acabara de nascer.
No dia 5 de setembro de 1910, os fundadores e simpatizantes do clube recém-nascido se reuniram na alfaiataria do Miguel Bataglia para seguirem ajustando todos os detalhes da formação do novo time de várzea do Bom Retiro. Um dos principais pontos a serem discutidos era o nome da equipe.
A primeira proposta foi que o novo clube se chamasse “Santos Dumont”, em homenagem ao brasileiro e pai da aviação, cuja fama e prestígio estavam em alta naquela época. Como o clube pretendia alcançar voos altos, o nome “Santos Dumont Football Club” era visto inicialmente com bons olhos entre os fundadores.
Mas Antônio Pereira tinha outra ideia, que enaltecia outro brasileiro importante naquela época: o grande compositor brasileiro Carlos Gomes. A sugestão de Pereira foi bem recebida, e tudo caminhava para que o nome do novo time fosse “Carlos Gomes Football Club”, até que Joaquim Ambrósio pediu a palavra e um minuto de atenção.
Ambrósio foi direto. Relembrou com emoção as imagens deslumbrantes e as lições de cavalheirismo do Corinthian Football Club, time inglês que acabara de passar por São Paulo. Citou as goleadas: 15 gols em três partidas na capital paulista, além das sonoras goleadas no Rio de Janeiro. Aquilo não era um time, era um fenômeno. “Nosso clube tem de ser igual aos Corinthians. Ou isso ou nada!”, disse veementemente.
Após uma pausa, sob o silêncio dos companheiros, Ambrósio tirou do bolso um papelzinho, em que havia feito algumas anotações, e deu o xeque-mate. “Pessoal, tem mais um fato que acho importante dizer: o Corinthians inglês também foi fundado debaixo da luz de um lampião de gás”, explicou.
Um sopro de emoção arrepiou os pelos dos braços de todos. Esse pormenor da vida do clube inglês não era papo furado. De fato, numa sala menor do que a barbearia do Salvador Bataglia, num prédio em Paternoster Row, sentados em caixas de cerveja, os ingleses fundaram o Corinthian Football Club. Naquela primeira reunião um lampião de gás também iluminava a sala.
Joaquim Ambrósio passou o lenço xadrez na testa e arrematou. “Eu sugiro que nosso clube se chame Sport Club Corinthians Paulista. Esta é a minha sugestão. Este é o meu pensamento. Quem estiver de acordo, levante o braço!”, opinou.
Ouviram-se aplausos. Depois, contaminadas pela mesma concordância, levantaram-se as mãos para o alto, num gesto de apoio à sugestão de Ambrósio. Menos Antônio Pereira, que ainda preferia o nome de “Carlos Gomes Football Club”. Prevaleceu a vontade da maioria e assim nasceu o Sport Club Corinthians Paulista, com o ‘s’ a mais que ficaria para sempre. Então Antônio Pereira sorriu e também aplaudiu o nome escolhido. Por dentro dele, também já batia um coração corinthiano.
história muito curiosa
Linda história
Vai CORINTHIANS!!!
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