17/10/2015 10:57
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Bulla na Rede: 'Linha' cruzada pelo respeito
(Paulo Sergio/L!Press)
Há um mês escrevi neste espaço sobre algumas incoerências da Comissão de Arbitragem na escolha dos nomes dos árbitros da escala na Série A. O presidente da entidade, Sérgio Corrêa, respondeu as indagações feitas, mas o assunto ainda continua em evidência graças a erros e polêmicas dos apitadores nas partidas.
Na primeira coluna, uma observação feita foi sobre Heber Roberto Lopes, ausente da escala por um longo tempo depois de ser constantemente escalado no início do torneio. A Comissão informou que Heber havia sido reprovado na avaliação física e ficou fora até refazer o exame e conseguir aprovação novamente. Após um mês fora, ele retornou em Sport 1×0 Fluminense, dia 13 de setembro.
Desde então, foram mais quatro jogos na Série A. Na última terça-feira, Heber, um dos dez árbitros Fifa do país, comandou Uruguai 3×0 Colômbia, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. O problema é que três dias antes, ele foi escalado para Brasil de Pelotas 1×0 Fortaleza, pela Série C.
O árbitro recebe a escala da Conmebol com antecedência e a Comissão está ciente do compromisso. Mesmo assim, ela preferiu escalar Heber e correr um risco desnecessário. Lembre-se que há pouco tempo ele ficou fora por questões físicas. Amanhã Heber comandará Flamengo e Internacional, no estádio do Maracanã.
Outro ponto diz respeito ao mineiro Igor Junio Benevenuto. Ele apitou sete partidas no Brasileirão deste ano, o último deles no dia 3 de outubro: São Paulo 1×0 Atlético-PR. Aspirante ao quadro da Fifa, na última quarta-feira ele foi o responsável por América-MG e Flamengo pelo Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino.
Por mais que a CBF tente – precariamente – organizar o futebol para mulheres, neste quesito não é necessário colocar um apitador considerado de elite. Para quem está fora soa como castigo a Benevenuto.
Na última rodada, Ricardo Marques Ribeiro, de Minas Gerais, foi quem mais chamou a atenção pelos equívocos no Maracanã. Em entrevista ao repórter Felippe Rocha, ele manteve a posição de que marcaria a penalidade a favor da Chapecoense e continua convicto de que o atacante Tiago Luís não colocou a mão na bola três minutos depois do empate dos catarinenses.
Árbitro Fifa, ele disse: “estamos numa cruzada pelo respeito, em busca de um futebol mais limpo, mais justo. Nossa Comissão de Arbitragem não tem medido esforços para qualificar a arbitragem brasileira”.
A linha pelo respeito por enquanto está cruzada. E pode se incluir aí a interferência em alguns comunicadores entre o quarteto de arbitragem. Que o diga Jailson Macedo Freitas, da Bahia. Mas como ele mesmo escreveu na súmula de Chapecoense e Palmeiras: “não houve nada de anormal”.
Há um mês escrevi neste espaço sobre algumas incoerências da Comissão de Arbitragem na escolha dos nomes dos árbitros da escala na Série A. O presidente da entidade, Sérgio Corrêa, respondeu as indagações feitas, mas o assunto ainda continua em evidência graças a erros e polêmicas dos apitadores nas partidas.
Na primeira coluna, uma observação feita foi sobre Heber Roberto Lopes, ausente da escala por um longo tempo depois de ser constantemente escalado no início do torneio. A Comissão informou que Heber havia sido reprovado na avaliação física e ficou fora até refazer o exame e conseguir aprovação novamente. Após um mês fora, ele retornou em Sport 1×0 Fluminense, dia 13 de setembro.
Desde então, foram mais quatro jogos na Série A. Na última terça-feira, Heber, um dos dez árbitros Fifa do país, comandou Uruguai 3×0 Colômbia, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. O problema é que três dias antes, ele foi escalado para Brasil de Pelotas 1×0 Fortaleza, pela Série C.
O árbitro recebe a escala da Conmebol com antecedência e a Comissão está ciente do compromisso. Mesmo assim, ela preferiu escalar Heber e correr um risco desnecessário. Lembre-se que há pouco tempo ele ficou fora por questões físicas. Amanhã Heber comandará Flamengo e Internacional, no estádio do Maracanã.
Outro ponto diz respeito ao mineiro Igor Junio Benevenuto. Ele apitou sete partidas no Brasileirão deste ano, o último deles no dia 3 de outubro: São Paulo 1×0 Atlético-PR. Aspirante ao quadro da Fifa, na última quarta-feira ele foi o responsável por América-MG e Flamengo pelo Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino.
Por mais que a CBF tente – precariamente – organizar o futebol para mulheres, neste quesito não é necessário colocar um apitador considerado de elite. Para quem está fora soa como castigo a Benevenuto.
Na última rodada, Ricardo Marques Ribeiro, de Minas Gerais, foi quem mais chamou a atenção pelos equívocos no Maracanã. Em entrevista ao repórter Felippe Rocha, ele manteve a posição de que marcaria a penalidade a favor da Chapecoense e continua convicto de que o atacante Tiago Luís não colocou a mão na bola três minutos depois do empate dos catarinenses.
Árbitro Fifa, ele disse: “estamos numa cruzada pelo respeito, em busca de um futebol mais limpo, mais justo. Nossa Comissão de Arbitragem não tem medido esforços para qualificar a arbitragem brasileira”.
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Postado por Marcos - 3429 visitas - Fonte: Lancenet!
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