8/10/2015 08:38
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Gestor da Arena Corinthians: 'Não vejo Allianz como rival, sim Anhembi'
Lúcio Blanco, gerente de operações do estádio, acredita que casas do Timão e do Palmeiras estão voltadas para públicos diferentes. Presidente alvinegro aponta mudanças
Lúcio Blanco, gerente de operações da Arena Corinthians (Foto:Reginaldo Castro)
Desde o ano passado, corintianos e palmeirenses travam uma disputa sadia fora das quatro linhas para saber quem tem o melhor estádio. Capacidade, conforto, rentabilidade e outros quesitos são colocados em pauta no debate entre a Arena do Timão e o Allianz Parque. No entanto, para Lúcio Blanco, gerente de operações da casa alvinegra, essa rivalidade não existe. Para ele, os “adversários” do clube são outros.
– Não vejo a arena do Palmeiras como minha rival, mas sim o Anhembi, a rede hoteleira... O Allianz é um complexo para outros eventos. Tem coisas que eles fazem lá que eu não faço aqui e vice-versa.
O argumento é baseado no plano de negócios de cada uma das arenas. Enquanto a casa palmeirense aposta em shows e outros grandes eventos, a corintiana é voltada mais a eventos corporativos, como reuniões, feiras, seminários, entre outros. O objetivo, no entanto, é o mesmo: dar utilidade ao espaço nos 330 dias no ano em que não há jogos.
Neste processo, o Corinthians sai em desvantagem, já que teve a obra de sua arena concluída apenas na última semana. Ainda assim, o clube aguarda a vistoria de uma empresa especializada para analisar pontos não entregues pela construtora Odebrecht. A expectativa é de que o local passe a funcionar em sua plenitude a partir de 2016.
Os atrasos na construção do estádio atrapalharam o Timão, mas o presidente do clube, Roberto de Andrade, diz que muita coisa evoluiu desde que ele foi eleito.
– Não é coincidência as coisas terem começado a andar de fevereiro (data de sua posse) para cá. Venda de camarote, cadeira, valores de ingresso, operação, marketing, que não tinha, baixar valores de ingresso... Tudo isso passou a ter mais atenção – afirmou, ao LANCE!.
Paralelamente, o Corinthians tenta negociar os naming rights da Arena. O clube tem algumas negociações, dentre elas com a montadora automotiva Hyundai. A pedida financeira segue sendo de R$ 400 milhões por 20 anos de contrato. Tal acordo é visto como fundamental para o pagamento da construção, estimada em R$ 1,2 bilhão.
Desde o ano passado, corintianos e palmeirenses travam uma disputa sadia fora das quatro linhas para saber quem tem o melhor estádio. Capacidade, conforto, rentabilidade e outros quesitos são colocados em pauta no debate entre a Arena do Timão e o Allianz Parque. No entanto, para Lúcio Blanco, gerente de operações da casa alvinegra, essa rivalidade não existe. Para ele, os “adversários” do clube são outros.
– Não vejo a arena do Palmeiras como minha rival, mas sim o Anhembi, a rede hoteleira... O Allianz é um complexo para outros eventos. Tem coisas que eles fazem lá que eu não faço aqui e vice-versa.
O argumento é baseado no plano de negócios de cada uma das arenas. Enquanto a casa palmeirense aposta em shows e outros grandes eventos, a corintiana é voltada mais a eventos corporativos, como reuniões, feiras, seminários, entre outros. O objetivo, no entanto, é o mesmo: dar utilidade ao espaço nos 330 dias no ano em que não há jogos.
Neste processo, o Corinthians sai em desvantagem, já que teve a obra de sua arena concluída apenas na última semana. Ainda assim, o clube aguarda a vistoria de uma empresa especializada para analisar pontos não entregues pela construtora Odebrecht. A expectativa é de que o local passe a funcionar em sua plenitude a partir de 2016.
Os atrasos na construção do estádio atrapalharam o Timão, mas o presidente do clube, Roberto de Andrade, diz que muita coisa evoluiu desde que ele foi eleito.
– Não é coincidência as coisas terem começado a andar de fevereiro (data de sua posse) para cá. Venda de camarote, cadeira, valores de ingresso, operação, marketing, que não tinha, baixar valores de ingresso... Tudo isso passou a ter mais atenção – afirmou, ao LANCE!.
Paralelamente, o Corinthians tenta negociar os naming rights da Arena. O clube tem algumas negociações, dentre elas com a montadora automotiva Hyundai. A pedida financeira segue sendo de R$ 400 milhões por 20 anos de contrato. Tal acordo é visto como fundamental para o pagamento da construção, estimada em R$ 1,2 bilhão.
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Postado por Marcos - 4464 visitas - Fonte: Lancenet!
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