24/9/2015 09:20
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Ainda fora de museu, Cássio prevê recepção hostil para Guerrero
Goleiro ainda está esperando homenagem prometida pelo clube
Eleito o melhor jogador do Mundial de Clubes de 2012, o goleiro Cássio ainda não deixou as marcas das suas mãos na Calçada da Fama do Parque São Jorge muito em função do peruano Paolo Guerrero, o autor dos gols daquela conquista. Ambos seriam homenageados pelo Corinthians em novembro de 2014, porém a indefinição sobre o futuro profissional do hoje centroavante do Flamengo se tornou um empecilho para a iniciativa.
"A homenagem estava marcada, né? Infelizmente, não saiu. Não sei o que aconteceu. Ninguém comentou mais nada, e eu também não toquei no assunto. Quem sabe não possam fazer futuramente?", comentou Cássio.
A homenagem não estava apenas marcada. O Corinthians já havia até preparado placas e moldes para colocar Cássio e Guerrero ao lado de outros ídolos celebrados na Calçada da Fama do Memorial do Parque São Jorge. Oficialmente, a inclusão dos campeões mundiais de 2012 acabou adiada em 2014 por questões logísticas - centenas de torcedores estavam no auditório do clube na ocasião, fazendo algazarra - e seria realizada em outra data ainda não definida.
Ao menos para Guerrero, a data continuará indefinida. O presidente Roberto de Andrade considera "deselegante" prestar homenagem para um jogador que atua por outra equipe, conforme avisou ao ser questionado sobre o confronto com o Flamengo de 25 de outubro, em Itaquera, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro.
"Falando bem honestamente, acredito que o Guerrero não será tão bem recebido pela torcida nessa partida, até por toda a repercussão da saída dele", previu Cássio, pronto para frustrar o ex-companheiro. "Vai ser legal enfrentá-lo. É um grande amigo, uma pessoa que respeito. Ele escolheu o lado dele, achou melhor sair do Corinthians. Não sei direito o que aconteceu, só que não houve acordo ou algo assim. Mas espero que seja muito feliz, desde que não marque gol contra nós", sorriu.
Ao contrário de Guerrero - que antes prometia não atuar por outro time do Brasil -, Cássio não se imagina fora do Corinthians. Aos 28 anos e com contrato válido até 31 de dezembro de 2018, o goleiro se inspirou nas recentes renovações dos compromissos do atacante Luciano (até o final de 2017) e do zagueiro Gil (2019) para prolongar ainda mais a sua trajetória como corintiano.
"Estou muito feliz, adaptado. Já é o meu quarto ano de Corinthians. E, quando as coisas estão caminhando em um lugar em que você se sente bem, a tendência é sempre querer ficar. Pretendo permanecer o maior tempo possível ao lado dos meus companheiros. Esses que renovaram os seus contratos são jogadores importantes, bons de grupo. Fazem bem para a equipe porque trabalham bastante e gostam do clube", comentou Cássio.
O goleiro tem um status ainda maior. Independentemente de figurar ou não no Memorial do Parque São Jorge, Cássio virou um ídolo a partir de suas defesas na Copa Libertadores da América e no Mundial de Clubes de 2012.
"Ainda não tenho dimensão do que represento para o Corinthians. Consegui títulos importantes, mas não dá para saber qual é o tamanho disso. Quando parar e começar a levar os meus filhos no estádio, talvez eu tenha uma noção melhor. Hoje, fico muito feliz com o carinho que recebo até de torcedores de outras equipes. Trabalhei e me dediquei muito, mas foi também o Corinthians que me proporcionou isso."
"A homenagem estava marcada, né? Infelizmente, não saiu. Não sei o que aconteceu. Ninguém comentou mais nada, e eu também não toquei no assunto. Quem sabe não possam fazer futuramente?", comentou Cássio.
A homenagem não estava apenas marcada. O Corinthians já havia até preparado placas e moldes para colocar Cássio e Guerrero ao lado de outros ídolos celebrados na Calçada da Fama do Memorial do Parque São Jorge. Oficialmente, a inclusão dos campeões mundiais de 2012 acabou adiada em 2014 por questões logísticas - centenas de torcedores estavam no auditório do clube na ocasião, fazendo algazarra - e seria realizada em outra data ainda não definida.
Ao menos para Guerrero, a data continuará indefinida. O presidente Roberto de Andrade considera "deselegante" prestar homenagem para um jogador que atua por outra equipe, conforme avisou ao ser questionado sobre o confronto com o Flamengo de 25 de outubro, em Itaquera, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro.
"Falando bem honestamente, acredito que o Guerrero não será tão bem recebido pela torcida nessa partida, até por toda a repercussão da saída dele", previu Cássio, pronto para frustrar o ex-companheiro. "Vai ser legal enfrentá-lo. É um grande amigo, uma pessoa que respeito. Ele escolheu o lado dele, achou melhor sair do Corinthians. Não sei direito o que aconteceu, só que não houve acordo ou algo assim. Mas espero que seja muito feliz, desde que não marque gol contra nós", sorriu.
Ao contrário de Guerrero - que antes prometia não atuar por outro time do Brasil -, Cássio não se imagina fora do Corinthians. Aos 28 anos e com contrato válido até 31 de dezembro de 2018, o goleiro se inspirou nas recentes renovações dos compromissos do atacante Luciano (até o final de 2017) e do zagueiro Gil (2019) para prolongar ainda mais a sua trajetória como corintiano.
"Estou muito feliz, adaptado. Já é o meu quarto ano de Corinthians. E, quando as coisas estão caminhando em um lugar em que você se sente bem, a tendência é sempre querer ficar. Pretendo permanecer o maior tempo possível ao lado dos meus companheiros. Esses que renovaram os seus contratos são jogadores importantes, bons de grupo. Fazem bem para a equipe porque trabalham bastante e gostam do clube", comentou Cássio.
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"Ainda não tenho dimensão do que represento para o Corinthians. Consegui títulos importantes, mas não dá para saber qual é o tamanho disso. Quando parar e começar a levar os meus filhos no estádio, talvez eu tenha uma noção melhor. Hoje, fico muito feliz com o carinho que recebo até de torcedores de outras equipes. Trabalhei e me dediquei muito, mas foi também o Corinthians que me proporcionou isso."
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Postado por Willian - 19236 visitas - Fonte: ESPN !
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