23/9/2015 08:41
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Inspirado no “irmãozão” Gil, Felipe vê Seleção como sonho possível
Foi atuando ao lado de Gil que Felipe se firmou no Corinthians, minimizando a desconfiança do passado. Grato ao companheiro de zaga pela contribuição em sua evolução, o beque de 26 anos sonha formar também uma dupla com ele na Seleção Brasileira.
“O Gil é meu irmãozão. Nossa, gosto demais dele. Uma coisa que sempre falo para os meus amigos é: ‘O negro é…’. Não vou falar, vão botar piiii. É um cara fora de série, um espelho para mim. Estava com ele quando recebeu a ligação da mulher, dizendo que ele tinha sido convocado. Eu até me arrepio de falar do Gil, é um cara fora de série”, afirmou.
Um dia, que imagina não tão distante, Felipe quer receber ligação semelhante. “Pelo que venho jogando, tenho esse objetivo de cara. Mas não sou eu que escolho. É trabalhar forte, com o pezinho no chão. Se Deus quiser, um dia chego lá. Os amigos falam isso, o pessoal da comissão técnica também”, comentou.
Para isso, o zagueiro conta também com o auxílio de Tite. O gaúcho já estava no Corinthians no momento de sua chegada do Bragantino, em 2012, e evitou sua saída apesar do pouco futebol apresentado. Três anos depois, o atleta passou a inspirar confiança.
“Cheguei muito cru, precisando de um treinamento diferente. E o Tite teve uma paciência enorme, devo tudo a ele. Sempre agradeço, e ele fala que veio de mim mesmo. Mas falo com sinceridade que ele me ajudou muito”, disse Felipe, que também ganhou moral de Mano Menezes, no ano passado, sem aproveitar bem a chance.
“Minha família conversou comigo, meus amigos”, recordou o zagueiro, referindo-se à sua pior fase. “Claro que magoa, você quer se sair bem. Mas diziam: ‘Uma hora, a tempestade passa’. Hoje, estou bem, agradeço muito a Deus pela boa fase. E aos amigos aqui”, acrescentou.
Grato especialmente a Tite, Felipe está ansioso para desobedecê-lo. Ele só marcou um gol no Campeonato Brasileiro e espera novas oportunidades para celebrar com a pirueta que desagrada o chefe. “Ele conversou comigo nas primeiras vezes. Na última, nem falou nada. Quero dar umas três ou quatro cambalhotas neste ano ainda.”
“O Gil é meu irmãozão. Nossa, gosto demais dele. Uma coisa que sempre falo para os meus amigos é: ‘O negro é…’. Não vou falar, vão botar piiii. É um cara fora de série, um espelho para mim. Estava com ele quando recebeu a ligação da mulher, dizendo que ele tinha sido convocado. Eu até me arrepio de falar do Gil, é um cara fora de série”, afirmou.
Um dia, que imagina não tão distante, Felipe quer receber ligação semelhante. “Pelo que venho jogando, tenho esse objetivo de cara. Mas não sou eu que escolho. É trabalhar forte, com o pezinho no chão. Se Deus quiser, um dia chego lá. Os amigos falam isso, o pessoal da comissão técnica também”, comentou.
Para isso, o zagueiro conta também com o auxílio de Tite. O gaúcho já estava no Corinthians no momento de sua chegada do Bragantino, em 2012, e evitou sua saída apesar do pouco futebol apresentado. Três anos depois, o atleta passou a inspirar confiança.
“Cheguei muito cru, precisando de um treinamento diferente. E o Tite teve uma paciência enorme, devo tudo a ele. Sempre agradeço, e ele fala que veio de mim mesmo. Mas falo com sinceridade que ele me ajudou muito”, disse Felipe, que também ganhou moral de Mano Menezes, no ano passado, sem aproveitar bem a chance.
“Minha família conversou comigo, meus amigos”, recordou o zagueiro, referindo-se à sua pior fase. “Claro que magoa, você quer se sair bem. Mas diziam: ‘Uma hora, a tempestade passa’. Hoje, estou bem, agradeço muito a Deus pela boa fase. E aos amigos aqui”, acrescentou.
Grato especialmente a Tite, Felipe está ansioso para desobedecê-lo. Ele só marcou um gol no Campeonato Brasileiro e espera novas oportunidades para celebrar com a pirueta que desagrada o chefe. “Ele conversou comigo nas primeiras vezes. Na última, nem falou nada. Quero dar umas três ou quatro cambalhotas neste ano ainda.”
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Postado por Willian - 8085 visitas - Fonte: GazetaEsportiva.
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