23/9/2015 07:56
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Renato Augusto, líder e síntese do Corinthians
FOTO: Reginaldo Castro
No domingo sob sol escaldante em Itaquera, Renato Augusto parecia ser quatro, cinco, seis sujeitos em campo. Multiplicava-se. Lutava como um touro para tomar a bola dos defensores santistas, em especial quando a bola corria pelo lado direito da defesa adversária. As pernas esticadas sempre ao máximo para capturar a bola, sem jogada perdida, o gás a mais, a vitalidade, o suor desmedido. Com a bola, assenhorava-se do jogo, articulava, na companhia de Jadson, o rolo compressor corintiano.
O espírito do meia, que parece ter exorcizado os fantasmas das lesões, é de encher os olhos neste Brasileirão. Não à toa muitos o consideram o craque da competição. Faz jus a isso. Renato é o símbolo do atual Corinthians. Um time de muito foco, imbuído de levar para o Parque São Jorge o sexto título brasileiro da história do clube. Um time que é operário sem deixar de ter seus caprichos plásticos. Um time que exibe sinais de treino duro e bem executados e devoção coletiva. A disputa particular com o Atlético Mineiro não acabou, são cinco pontos que, se carregados até a 33ª rodada, podem se transformar em dois no confronto direto, em solo mineiro. Há muito em disputa, mas já se pode exaltar a alma densa dessa equipe. E ela tem seu dínamo em Renato Augusto.
O camisa 8 corintiano tem muito boa técnica, qualidade no chute de longa distância – um pecado a bola na trave no segundo tempo contra o Santos -, dinamismo e liderança. As suas declarações em saída de campo e coletivas dão o tom da consciência e pertinácia.
Depois da convocação para defender a Seleção nos primeiros jogos das eliminatórias, cravou que vive seu auge e ressaltou o quanto lutou para chegar aonde chegou. Não adotou o clássico discurso da felicidade pela felicidade. Esboçou razões para o que acontecia, pontuou que o chamado foi resultado de uma perseguição, de um espírito. Às vezes, Renato dá a impressão de ser uma marionete que se rebelou dos cordéis. Faz movimentos desengonçados e enviesados como esses bonecos e controla o jogo dessa forma. É a síntese do grupo de Tite e passa por ele a história da sólida campanha alvinegra.
No domingo sob sol escaldante em Itaquera, Renato Augusto parecia ser quatro, cinco, seis sujeitos em campo. Multiplicava-se. Lutava como um touro para tomar a bola dos defensores santistas, em especial quando a bola corria pelo lado direito da defesa adversária. As pernas esticadas sempre ao máximo para capturar a bola, sem jogada perdida, o gás a mais, a vitalidade, o suor desmedido. Com a bola, assenhorava-se do jogo, articulava, na companhia de Jadson, o rolo compressor corintiano.
O espírito do meia, que parece ter exorcizado os fantasmas das lesões, é de encher os olhos neste Brasileirão. Não à toa muitos o consideram o craque da competição. Faz jus a isso. Renato é o símbolo do atual Corinthians. Um time de muito foco, imbuído de levar para o Parque São Jorge o sexto título brasileiro da história do clube. Um time que é operário sem deixar de ter seus caprichos plásticos. Um time que exibe sinais de treino duro e bem executados e devoção coletiva. A disputa particular com o Atlético Mineiro não acabou, são cinco pontos que, se carregados até a 33ª rodada, podem se transformar em dois no confronto direto, em solo mineiro. Há muito em disputa, mas já se pode exaltar a alma densa dessa equipe. E ela tem seu dínamo em Renato Augusto.
O camisa 8 corintiano tem muito boa técnica, qualidade no chute de longa distância – um pecado a bola na trave no segundo tempo contra o Santos -, dinamismo e liderança. As suas declarações em saída de campo e coletivas dão o tom da consciência e pertinácia.
Depois da convocação para defender a Seleção nos primeiros jogos das eliminatórias, cravou que vive seu auge e ressaltou o quanto lutou para chegar aonde chegou. Não adotou o clássico discurso da felicidade pela felicidade. Esboçou razões para o que acontecia, pontuou que o chamado foi resultado de uma perseguição, de um espírito. Às vezes, Renato dá a impressão de ser uma marionete que se rebelou dos cordéis. Faz movimentos desengonçados e enviesados como esses bonecos e controla o jogo dessa forma. É a síntese do grupo de Tite e passa por ele a história da sólida campanha alvinegra.
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Postado por Marcos - 3747 visitas - Fonte: Lancenet!
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