14/9/2015 08:31
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Ex-corintianos ampliam a vantagem do Timão
Quando os intervalos chegaram no Mineirão (45.991 pagantes) e na Arena Grêmio (44.227 pagantes) dois ex-corintianos faziam a festa do Corinthians: Willian fizera o gol do Cruzeiro contra o Galo, entre as pernas do goleiro Victor, e Alexandre Pato abrira o placar para o São Paulo contra o Grêmio, num belíssimo gol.

Os dois clássicos estavam equilibrados e disputados com alta intensidade, daqueles jogos em que quaisquer dos quatro times poderiam sair na frente.
Para sorte dos cruzeirenses e dos são-paulinos, assim como dos corintianos, foram jogadores de seus times que marcaram os gols.
Ganso iniciou a jogada do gol paulista e Leonardo Silva bobeou no gol cruzeirense.

A ironia é que Pato caiu em desgraça com os corintianos exatamente num jogo contra o Grêmio, pela Copa do Brasil, quando bateu um pênalti de cavadinha nas mãos de Dida.
No Mineirão, Lucas Pratto tivera uma grande chance em cruzamento de Marcos Rocha, mas não foi feliz.
Antes, num lance de bola na mão, os cruzeirenses reclamaram um pênalti de Leonardo Silva.
O árbitro foi bem, mas se fosse um zagueiro do Corinthians…
Em Chapecó, com um golaço de Paulinho e outro de Canteros, o Flamengo fazia a sena contra a Chapecoense e vencia por 2 a 0 no primeiro tempo.
O Vasco, no Maracanã, com gol de Júlio César, aos 4, o Vasco vencia o Atlético Paranaense, e ia obtendo sua segunda vitória seguida. Nenê, também no começo do segundo tempo, ampliou: 2 a 0, placar final, diante de apenas 9. 220 pagantes e diminuindo para oito pontos a distância para o primeiro fora da ZR.
O Galo votou com Carlos no lugar de Patric em Belo Horizonte e em Porto Alegre ninguém mexeu.
Logo aos 6 minutos, Mena foi expulso e deixou o Cruzeiro com 10.
O Galo que já pressionava, em seguida, livrou-se de levar o segundo gol num contra-ataque puxado por Alisson que Victor evitou para se redimir do primeiro gol.
Mas o menino celeste foi fominha porque Willian estava livre para ampliar.
No sul o jogo era cá e lá, veloz, vibrante.
Juan Carlos Osorio tirou Carlinhos, autor do passe para o primeiro gol, e pôs Rogério.
E pôs Wesley no lugar de Breno.
Já Levir Culpi trocou Rafael Carioca por Dátola e Mano Menezes pôs Fabiano no lugar de Ceará, machucado, assim como Fabrício no de Marquinhos, para recompor a defesa.
Um olho no gato, outro no passarinho, não estava nada fácil acompanhar os dois jogos ao mesmo tempo e escrever sobre ambos ainda por cima.
Porque o Grêmio e o Galo alugavam meio campo e eram constantemente ameaçados por contra-ataques.
As duas torcidas azuis faziam a parte delas, a mineira para ser o 11º jogador e a gaúcha para ser o 12º.
Roger Machado chamou Éverton para o jogo e sacou Douglas.
Aos 31, Wesley chutou nas nuvens o segundo gol são-paulino, sem perdão.
Michel Bastos saiu e Reinaldo entrou no tricolor paulista.
O tricolor gaúcho perdia pela primeira vez em casa e não desistia, diante de mais de 46 mil presentes.
O Cruzeiro resistia bravamente na casa dele e perdia Willians, trocado por Charles.
Mas esteve mais perto do segundo gol do que o Galo do empate no fim do jogo
Assim como o São Paulo que, no fim, com Rogério ampliou para 2 a 0.
Só que Carlos empatou para o Galo aos 43 e, em seguida, Willian foi agarrado na área, bateu o pênalti e Victor defendeu espetacularmente.
Que jogo! De matar!
Éverton diminuiu para o Grêmio, nos acréscimos, mas foi pouco: 2 a 1.
Kayke fez 3 a 1 para o Flamengo em Chapecó, para 10.800 torcedores. Fim de papo.
O Corinthians está de novo cinco pontos à frente do Galo.
E nove adiante do Grêmio.
É ou não para agradecer aos seus ex-jogadores, apesar do pênalti perdido por Willian?

Os dois clássicos estavam equilibrados e disputados com alta intensidade, daqueles jogos em que quaisquer dos quatro times poderiam sair na frente.
Para sorte dos cruzeirenses e dos são-paulinos, assim como dos corintianos, foram jogadores de seus times que marcaram os gols.
Ganso iniciou a jogada do gol paulista e Leonardo Silva bobeou no gol cruzeirense.

A ironia é que Pato caiu em desgraça com os corintianos exatamente num jogo contra o Grêmio, pela Copa do Brasil, quando bateu um pênalti de cavadinha nas mãos de Dida.
No Mineirão, Lucas Pratto tivera uma grande chance em cruzamento de Marcos Rocha, mas não foi feliz.
Antes, num lance de bola na mão, os cruzeirenses reclamaram um pênalti de Leonardo Silva.
O árbitro foi bem, mas se fosse um zagueiro do Corinthians…
Em Chapecó, com um golaço de Paulinho e outro de Canteros, o Flamengo fazia a sena contra a Chapecoense e vencia por 2 a 0 no primeiro tempo.
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Logo aos 6 minutos, Mena foi expulso e deixou o Cruzeiro com 10.
O Galo que já pressionava, em seguida, livrou-se de levar o segundo gol num contra-ataque puxado por Alisson que Victor evitou para se redimir do primeiro gol.
Mas o menino celeste foi fominha porque Willian estava livre para ampliar.
No sul o jogo era cá e lá, veloz, vibrante.
Juan Carlos Osorio tirou Carlinhos, autor do passe para o primeiro gol, e pôs Rogério.
E pôs Wesley no lugar de Breno.
Já Levir Culpi trocou Rafael Carioca por Dátola e Mano Menezes pôs Fabiano no lugar de Ceará, machucado, assim como Fabrício no de Marquinhos, para recompor a defesa.
Um olho no gato, outro no passarinho, não estava nada fácil acompanhar os dois jogos ao mesmo tempo e escrever sobre ambos ainda por cima.
Porque o Grêmio e o Galo alugavam meio campo e eram constantemente ameaçados por contra-ataques.
As duas torcidas azuis faziam a parte delas, a mineira para ser o 11º jogador e a gaúcha para ser o 12º.
Roger Machado chamou Éverton para o jogo e sacou Douglas.
Aos 31, Wesley chutou nas nuvens o segundo gol são-paulino, sem perdão.
Michel Bastos saiu e Reinaldo entrou no tricolor paulista.
O tricolor gaúcho perdia pela primeira vez em casa e não desistia, diante de mais de 46 mil presentes.
O Cruzeiro resistia bravamente na casa dele e perdia Willians, trocado por Charles.
Mas esteve mais perto do segundo gol do que o Galo do empate no fim do jogo
Assim como o São Paulo que, no fim, com Rogério ampliou para 2 a 0.
Só que Carlos empatou para o Galo aos 43 e, em seguida, Willian foi agarrado na área, bateu o pênalti e Victor defendeu espetacularmente.
Que jogo! De matar!
Éverton diminuiu para o Grêmio, nos acréscimos, mas foi pouco: 2 a 1.
Kayke fez 3 a 1 para o Flamengo em Chapecó, para 10.800 torcedores. Fim de papo.
O Corinthians está de novo cinco pontos à frente do Galo.
E nove adiante do Grêmio.
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Postado por Marcos - 4194 visitas - Fonte: Blog do Juca Kfouri
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