11/4/2014 13:10
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Com retorno de Elias, Jadson ganha "falsa" companhia na armação.
Mano Menezes deve estar sorrindo de orelha a orelha. Nesta semana, o Corinthians anunciou o retorno de Elias, volante que já havia trabalhado com o técnico no próprio clube alvinegro entre 2008 e 2010. Com isso, Mano e o Timão ganham um nome de peso em um dos setores mais carentes do time: o de criação.
A chegada de Jadson em meio à disputa do Paulistão foi um bálsamo para um time que ainda dependia dos irregulares Douglas e Renato Augusto. Jadson foi bem bem, fez gols e distribuiu assistências decisivas, mas não resolveu sozinho a classificação corintiana às quartas de final do Estadual. Mano tinha um bom time nas mãos, mas ainda faltava algo. Faltava Elias.
Adepto do esquema de três volantes, Mano pode desfrutar do melhor Elias. Mesmo ocupando, em teoria, a primeira linha do meio-campo, o novo camisa 7 jogaria solto, mais próximo de Jadson, sem a obrigação primária de marcar, ofício que caberia a Ralf e Guilherme, ou eventualmente a Bruno Henrique, volante com poucos recursos ofensivos, mas com grande vocação defensiva.
Jogar mais à frente, aliás, não será problema para Elias. Quando despontou na Ponte Preta, em 2007, atuava como um segundo homem no setor de criação. Na passagem pelo Sporting, foi utilizado algumas vezes como armador. No Corinthians, entretanto, o perfil mais ofensivo será novidade.
Durante os três anos em que atuou no Timão, Elias sempre foi o segundo volante, de mais saída, é verdade, mas sua tarefa era marcar e aparecer como elemento surpresa na frente, assim como fez também no Flamengo, em 2013. No alvinegro, a liberdade de Elias em subir ao ataque se dava pela cobertura sempre eficiente de Cristian, Jucilei e, por último, Ralf, seus parceiros de meio-campo.
Se o primeiro semestre foi um fiasco para o Corinthians, o segundo desfralda de maneira mais promissora. Com a dinâmica de Elias e a 'guarnição' de volantes de qualidade como Ralf e Elias, o Timão figura mais forte para as disputas do Brasileiro e da Copa do Brasil.
A chegada de Jadson em meio à disputa do Paulistão foi um bálsamo para um time que ainda dependia dos irregulares Douglas e Renato Augusto. Jadson foi bem bem, fez gols e distribuiu assistências decisivas, mas não resolveu sozinho a classificação corintiana às quartas de final do Estadual. Mano tinha um bom time nas mãos, mas ainda faltava algo. Faltava Elias.
Adepto do esquema de três volantes, Mano pode desfrutar do melhor Elias. Mesmo ocupando, em teoria, a primeira linha do meio-campo, o novo camisa 7 jogaria solto, mais próximo de Jadson, sem a obrigação primária de marcar, ofício que caberia a Ralf e Guilherme, ou eventualmente a Bruno Henrique, volante com poucos recursos ofensivos, mas com grande vocação defensiva.
Jogar mais à frente, aliás, não será problema para Elias. Quando despontou na Ponte Preta, em 2007, atuava como um segundo homem no setor de criação. Na passagem pelo Sporting, foi utilizado algumas vezes como armador. No Corinthians, entretanto, o perfil mais ofensivo será novidade.
Durante os três anos em que atuou no Timão, Elias sempre foi o segundo volante, de mais saída, é verdade, mas sua tarefa era marcar e aparecer como elemento surpresa na frente, assim como fez também no Flamengo, em 2013. No alvinegro, a liberdade de Elias em subir ao ataque se dava pela cobertura sempre eficiente de Cristian, Jucilei e, por último, Ralf, seus parceiros de meio-campo.
Se o primeiro semestre foi um fiasco para o Corinthians, o segundo desfralda de maneira mais promissora. Com a dinâmica de Elias e a 'guarnição' de volantes de qualidade como Ralf e Elias, o Timão figura mais forte para as disputas do Brasileiro e da Copa do Brasil.
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Postado por Willian - 11565 visitas - Fonte: Placar
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