8/4/2014 08:54
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Por contrato, Caixa tem prioridade para comprar naming rights da Arena Corinthians.
Arena Corinthians, ainda em obras, deve ser inaugurada no final de abri
Para aceitar ser repassadora do empréstimo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o Corinthians, a Caixa Econômica Federal fez uma série de exigências ao clube. Por contrato, o banco tem prioridade para comprar os naming rights do estádio caso haja alguma proposta de uma outra instituição financeira.
Apesar de, na teoria, a Caixa trabalhar apenas como um agente do negócio, ela acaba fazendo parte de todo o quadro de administração da arena, pelo menos até o pagamento de todo o custo das obras, que deve passar de R$ 1 bilhão, segundo Andrés Sanchez, chefe da construção e ex-presidente da equipe do Parque São Jorge.
Sendo assim, ela tem o direito de conhecer a empresa pretendente, ouvir a oferta e manifestar em no máximo 15 dias seu interesse pela propriedade, considerada uma das mais importantes receitas da nova casa para o clube, fundamental fonte de recursos para a equação dos débitos. A preferência só é válida, no entanto, se a contraproposta for igual ou superior em relação a já apresentada, dos mesmos conjuntos de direitos.

Caixa tem preferência nos naming rights caso haja uma instituição financeira interessada
Se não tiver interesse, a primeira instituição financeira pode seguir em frente, para efetuar a compra. Tanto ela quanto qualquer outra empresa que tenha de fato a intenção de elaborar um contrato para adiquirir os naming rights terá de submeter à Caixa, para consulta e avaliação, uma análise de crédito realizada, ou pelo fundo de administração do estádio ou pelo Corinthians, para saber a capacidade financeira do interessado.

Mesmo que não seja conflitante, a Caixa tem o direito de ver uma análise de crédito do interessado
Vale lembrar que o o clube paulista demorou a achar um banco que aceitasse intermediar o empréstimo para dar seguimento às obras do estádio. Toda a negociação começou com o Banco do Brasil, que não aceitou as garantias oferecidas pelas partes. A Caixa, então, apareceu para ser a repassadora do financiamento.
Apesar de, na teoria, a Caixa trabalhar apenas como um agente do negócio, ela acaba fazendo parte de todo o quadro de administração da arena, pelo menos até o pagamento de todo o custo das obras, que deve passar de R$ 1 bilhão, segundo Andrés Sanchez, chefe da construção e ex-presidente da equipe do Parque São Jorge.
Sendo assim, ela tem o direito de conhecer a empresa pretendente, ouvir a oferta e manifestar em no máximo 15 dias seu interesse pela propriedade, considerada uma das mais importantes receitas da nova casa para o clube, fundamental fonte de recursos para a equação dos débitos. A preferência só é válida, no entanto, se a contraproposta for igual ou superior em relação a já apresentada, dos mesmos conjuntos de direitos.

Caixa tem preferência nos naming rights caso haja uma instituição financeira interessada
Se não tiver interesse, a primeira instituição financeira pode seguir em frente, para efetuar a compra. Tanto ela quanto qualquer outra empresa que tenha de fato a intenção de elaborar um contrato para adiquirir os naming rights terá de submeter à Caixa, para consulta e avaliação, uma análise de crédito realizada, ou pelo fundo de administração do estádio ou pelo Corinthians, para saber a capacidade financeira do interessado.

Mesmo que não seja conflitante, a Caixa tem o direito de ver uma análise de crédito do interessado
Vale lembrar que o o clube paulista demorou a achar um banco que aceitasse intermediar o empréstimo para dar seguimento às obras do estádio. Toda a negociação começou com o Banco do Brasil, que não aceitou as garantias oferecidas pelas partes. A Caixa, então, apareceu para ser a repassadora do financiamento.
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Postado por Willian - 5760 visitas - Fonte: ESPN.com.br
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