6/4/2014 08:40
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Juvenal dispara contra 'faz de conta' da Arena Corinthians: 'Se fosse no Morumbi, tinha até exército'
João Paulo de Jesus Lopes, José Maria Marin e Juvenal Juvêncio
O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, prometeu não falar sobre o assunto, se segurou, mas acabou disparando: ele não tem dúvida de que o tratamento ao Morumbi seria outro caso a afirmação de Luiz Antônio Medeiros, superintendente regional do Ministério de Trabalho, de que o órgão "faz de conta" que não vê irregularidades na construção da Arena Corinthians tivesse sido direcionada ao estádio do clube.
A declaração foi dada em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo nesta semana depois de mais um acidente fatal no palco de abertura da Copa do Mundo.
"Eu gostaria de falar até o que penso, mas não vou falar porque eu acho agora que quem está envolvido na Copa do Mundo é o país, entendeu?", afirmou Juvenal Juvêncio neste sábado, durante as eleições do Conselho Deliberativo do clube, após conduzir o presidente da CBF, José Maria Marin, até o estacionamento da sede social tricolor.
Em seguida, ele retomou o discurso, no entanto.
"Vocês, por exemplo, eu vejo e até compreendo, culpam o estádio do clube lá em Itaquera. Eu vi o (Luiz Antônio) Medeiros, todos vocês viram, que tem responsabilidade institucional e eu sei o que falo, dizer o seguinte: falei com o Ministro, estamos olhando aqui um ‘faz de conta' e a imprensa publicou isso. Ou não publicou isso? No segundo dia, se fosse no Morumbi, tinha polícia federal, exército, polícia militar, inquérito, vocês estavam bombardeando o Juvenal, incapaz, incompetente, impeachment, renúncia", disparou.
"Eu não vi nenhuma palavra sobre isso na mídia. O cidadão (Luiz Antônio Medeiros) é superintendente do Estado de São Paulo e do Brasil, e diz o seguinte: faz de conta. No dia seguinte, não tinha comissão de inquérito, não tinha cadeia, não tinha nada. E não vai ter. Eu gostaria de ter falado sobre isso e falei", prosseguiu.
O mandatário são-paulino se despede do comando do clube no próximo dia 16 de abril e preferiu não comentar o confronto entre o seu candidato Carlos Miguel Aidar e o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, após entrevista concedida pelo situacionista ao ESPN.com.br.
Ele fez, ainda assim, uma comparação ilustrando como será a entrega da Arena Corinthians para a Fifa, prevista para acontecer somente em maio.
"Agora eu acho que precisamos fazer a Copa do Mundo e vai ter essas coisas, o Corpo de Bombeiro, por exemplo, falou lá: não pode (prosseguir as obras). Lá (em Itaquera) vai poder. Não sei o que vai acontecer, você entendeu? Se vocês (jornalistas) que estão aqui tiveram um casa sem ‘habite-se' não vão poder entrar lá dentro. É a lei, é a lei. Lá vai poder. A imprensa silencia sobre isso? Sim! Mas eu também vou silenciar. Em nome de quê? Do país. O país não vai poder fazer vexame durante a Copa", concluiu.
A declaração foi dada em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo nesta semana depois de mais um acidente fatal no palco de abertura da Copa do Mundo.
"Eu gostaria de falar até o que penso, mas não vou falar porque eu acho agora que quem está envolvido na Copa do Mundo é o país, entendeu?", afirmou Juvenal Juvêncio neste sábado, durante as eleições do Conselho Deliberativo do clube, após conduzir o presidente da CBF, José Maria Marin, até o estacionamento da sede social tricolor.
Em seguida, ele retomou o discurso, no entanto.
"Vocês, por exemplo, eu vejo e até compreendo, culpam o estádio do clube lá em Itaquera. Eu vi o (Luiz Antônio) Medeiros, todos vocês viram, que tem responsabilidade institucional e eu sei o que falo, dizer o seguinte: falei com o Ministro, estamos olhando aqui um ‘faz de conta' e a imprensa publicou isso. Ou não publicou isso? No segundo dia, se fosse no Morumbi, tinha polícia federal, exército, polícia militar, inquérito, vocês estavam bombardeando o Juvenal, incapaz, incompetente, impeachment, renúncia", disparou.
"Eu não vi nenhuma palavra sobre isso na mídia. O cidadão (Luiz Antônio Medeiros) é superintendente do Estado de São Paulo e do Brasil, e diz o seguinte: faz de conta. No dia seguinte, não tinha comissão de inquérito, não tinha cadeia, não tinha nada. E não vai ter. Eu gostaria de ter falado sobre isso e falei", prosseguiu.
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Ele fez, ainda assim, uma comparação ilustrando como será a entrega da Arena Corinthians para a Fifa, prevista para acontecer somente em maio.
"Agora eu acho que precisamos fazer a Copa do Mundo e vai ter essas coisas, o Corpo de Bombeiro, por exemplo, falou lá: não pode (prosseguir as obras). Lá (em Itaquera) vai poder. Não sei o que vai acontecer, você entendeu? Se vocês (jornalistas) que estão aqui tiveram um casa sem ‘habite-se' não vão poder entrar lá dentro. É a lei, é a lei. Lá vai poder. A imprensa silencia sobre isso? Sim! Mas eu também vou silenciar. Em nome de quê? Do país. O país não vai poder fazer vexame durante a Copa", concluiu.
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Postado por Willian - 5481 visitas - Fonte: -
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