13/3/2014 17:03
VEJA TAMBÉM
- Fugiu? Depay sente a pressão e sai de cena em momento crítico do Corinthians
- Saída milionária! Corinthians define acordo de 4,8 milhões após saída de Diniz
- Pressão da Gaviões faz Corinthians enfrentar dilemas com Depay e futuro de Seedorf
Notícias mais lidas
Polícia deseja ouvir atletas, mas encara dificuldade pelo corinthians
Há algumas semanas, a Polícia Civil tenta, sem sucesso, ouvir o atacante do Corinthians Paolo Guerrero a respeito da invasão de mais de cem torcedores ao CT Joaquim Grava, no dia 1º de fevereiro. Na realidade, de forma oficial, outros cinco atletas (Ramírez, Julio Cesar, Walter, Danilo Fernandes e Fábio Santos) - além do zagueiro Paulo André, que já deixou o Timão - foram chamados para prestarem depoimentos, mas a polícia vê má vontade do clube em liberá-los.
Um documento assinado por dois investigadores cita a dificuldade de colher os depoimentos e relata que "as partes envolvidas têm se refutado em atender estes subescritores, fato que vem dificultando o andamento das investigações". Tal documento foi enviado no dia 18 de fevereiro à delegada Margarete Barreto, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pelo caso.
No dia 26, um novo documento reforça o pedido ao diretor de futebol do clube, Ronaldo Ximenes, para que os jogadores colaborem com as investigações. Segundo relato, os jogadores "ora estavam viajando, ora concentrados ou não estavam presentes". Caso não tenha colaboração do clube, a polícia pode solicitar à Justiça um mandado de condução coercitiva e levar os jogadores em camburão para deporem.
Guerrero é o principal foco da polícia, uma vez que sua história está mal contada. Segundo o presidente Mário Gobbi Filho, o jogador foi "esganado" no dia da invasão. No próprio Boletim de Ocorrência entregue ao 62º DP o clube afirma que "Paolo Guerrero foi agredido covardemente por um invasor não identificado". Há alguns dias, porém, o jogador negou ter sido agredido e desmentiu o próprio presidente. Outros funcionários relataram que o jogador se irritou com a invasão e tentou partir pra cima dos torcedores, mas acabou contido por alguns dos presentes.
No dia 24, o jogador estava convocado para depor, mas, como havia sofrido uma lesão na noite anterior, acabou adiando o comparecimento ao DHPP. Depois, voltou a jogar e se lesionou novamente, no último domingo, no clássico contra o São Paulo. A assessoria de imprensa do Corinthians não confirma se há e qual é a nova data para ele prestar depoimento.
Até o momento, já foram ouvidos alguns seguranças do clube e funcionários que chegaram a ser agredidos, além do fisioterapeuta Caio Melo e do fisiologista Antonio Carlos Fedato Filho, que tiveram os celulares roubados, e o consultor médico Joaquim Grava, que estava na linha de frente quando os torcedores chegaram e machucou-se no episódio, ao tentar se movimentar na correria.
Um documento assinado por dois investigadores cita a dificuldade de colher os depoimentos e relata que "as partes envolvidas têm se refutado em atender estes subescritores, fato que vem dificultando o andamento das investigações". Tal documento foi enviado no dia 18 de fevereiro à delegada Margarete Barreto, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pelo caso.
No dia 26, um novo documento reforça o pedido ao diretor de futebol do clube, Ronaldo Ximenes, para que os jogadores colaborem com as investigações. Segundo relato, os jogadores "ora estavam viajando, ora concentrados ou não estavam presentes". Caso não tenha colaboração do clube, a polícia pode solicitar à Justiça um mandado de condução coercitiva e levar os jogadores em camburão para deporem.
Guerrero é o principal foco da polícia, uma vez que sua história está mal contada. Segundo o presidente Mário Gobbi Filho, o jogador foi "esganado" no dia da invasão. No próprio Boletim de Ocorrência entregue ao 62º DP o clube afirma que "Paolo Guerrero foi agredido covardemente por um invasor não identificado". Há alguns dias, porém, o jogador negou ter sido agredido e desmentiu o próprio presidente. Outros funcionários relataram que o jogador se irritou com a invasão e tentou partir pra cima dos torcedores, mas acabou contido por alguns dos presentes.
No dia 24, o jogador estava convocado para depor, mas, como havia sofrido uma lesão na noite anterior, acabou adiando o comparecimento ao DHPP. Depois, voltou a jogar e se lesionou novamente, no último domingo, no clássico contra o São Paulo. A assessoria de imprensa do Corinthians não confirma se há e qual é a nova data para ele prestar depoimento.
Até o momento, já foram ouvidos alguns seguranças do clube e funcionários que chegaram a ser agredidos, além do fisioterapeuta Caio Melo e do fisiologista Antonio Carlos Fedato Filho, que tiveram os celulares roubados, e o consultor médico Joaquim Grava, que estava na linha de frente quando os torcedores chegaram e machucou-se no episódio, ao tentar se movimentar na correria.
VEJA TAMBÉM
- Fugiu? Depay sente a pressão e sai de cena em momento crítico do Corinthians
- Saída milionária! Corinthians define acordo de 4,8 milhões após saída de Diniz
- Pressão da Gaviões faz Corinthians enfrentar dilemas com Depay e futuro de Seedorf
Postado por
Edson Alan Melo
-
6249 visitas - Fonte: Lancenet
Mais notícias do Corinthians
Notícias de contratações do TimãoNotícias mais lidas
Últimas notícias
- Desfalque de peso: Memphis Depay sofre lesão e não joga contra o Vasco
- Crise no Corinthians: Entenda os bastidores do pior momento do clube desde 2007
- Corinthians enfrenta riscos por atrasar salário
- Memphis Depay se torna alvo de críticas em meio à luta contra o rebaixamento
- Julio Cesar assume cargo no Corinthians e promete estabilidade em tempo apertado
- Clarence Seedorf enfrenta impasse administrativo e pode ficar de fora do próximo jogo
- Corinthians sem Memphis e com desfalques preocupantes enfrenta Vasco
- Corinthians despacha Santa Fe e conquista liderança na Libertadores Feminina com 5 a 1
- Pressão sobre Depay e Garro aumenta com saída de Marcelo Paz no Corinthians
- Lesão de Gabriel Paulista intensifica crise no Corinthians e expõe fragilidade
- Pagando a dívida: Corinthians paga débitos com a União, mas mantém dívida de 19 milhões
- Polêmica com a treinadora do Timão: confronto entre Emily Lima e jornalista levanta debate
- Julio Cesar assume novo cargo no Corinthians após saída de Marcelo Paz
- Luxemburgo de volta? Ex-técnico aceita comandar o Corinthians para evitar o rebaixamento
- Júlio Cesar assume dupla função no Corinthians após demissão de Paz
- Sob pressão e com salários atrasados, Corinthians se prepara para o Vasco
- Três meses de imagem atrasada abrem brecha para rescisão de contratos no Corinthians
- Crise financeira: Corinthians atrasa três meses de direito de imagem e tem déficit astronômico
- Saída explicada: Saiba os motivos da demissão de Marcelo Paz
- Corinthians enfrenta 12 dias cruciais para escapar do rebaixamento
- Marcelo Paz é demitido após gerar descontentamento no elenco
- Ídolo do Corinthians deve assumir como diretor de futebol
- Fim da linha: Marcelo Paz rescinde contrao com o Corinthians
- Atraso de R$ 30 milhões em direitos de imagem gera tensão entre jogadores
- Cuiabá pressiona CBF por sanções severas e deixa Corinthians em situação crítica









