15/8/2026 20:27
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Corinthians paga R$ 16 mi, mas dívida do RCE sobe com juros
Mesmo após pagar R$ 16,4 milhões, o Corinthians viu a dívida do RCE saltar para R$ 237,4 milhões com juros da Selic. Giuliano Bertolucci cobra R$ 86,9 milhões.
O esforço para estancar as penhoras judiciais esbarrou no peso das correções monetárias e coloca a saúde financeira do Parque São Jorge totalmente em jogo. O Corinthians confirma que desembolsou R$ 16,4 milhões nos primeiros cinco meses de vigência do Regime Centralizado de Execuções (RCE), mas viu o saldo devedor saltar de R$ 190,8 milhões para expressivos R$ 237,4 milhões em decorrência da taxa Selic e da inclusão de novas ações no bolo judicial.
A escalada do montante reage à metodologia de atualização dos débitos cíveis homologados pela Justiça. O departamento jurídico contesta a inclusão desordenada de pendências sem análise prévia, mas a diretoria admite que os juros correm mais rápido que a capacidade imediata de amortização das parcelas mensais.
— A necessidade de blindar as contas contra bloqueios surpresa nos desafia diariamente em meio a tantas execuções antigas. A gestão admite o impacto pesado dos juros no valor consolidado, mas a homologação judicial nos cobra rigor absoluto nos repasses. Não há nenhum acordo travado para descumprir o cronograma; estamos destinando a fatia correta da receita para dar segurança jurídica ao clube — dispara o ambiente de bastidores do futebol alvinegro.
No topo da lista de 23 credores envolvidos nos cerca de 40 processos, o empresário Giuliano Bertolucci desponta como o maior recebedor, com R$ 86,9 milhões a receber. Logo atrás aparecem a RC Consultoria e Assessoria Esportiva Ltda, cobrando R$ 31,4 milhões, e a Talents Sports Ltda, com crédito de R$ 24,5 milhões.
Para contornar esse impasse sem comprometer o fluxo de caixa do futebol, o plano foi estruturado para quitar os débitos ao longo de uma década: o clube repassa 4% de sua receita corrente no primeiro ano, percentual que sobe para 5% no segundo e se fixa em 6% a partir do terceiro ano de vigência. Vale ressaltar que a conta não inclui as pendências tributárias federais e nem o financiamento da Neo Química Arena com a Caixa.
Cientes de que o rendimento esportivo dita o volume das receitas de bilheteria e premiações, dirigentes e conselheiros cobram eficiência máxima do time no gramado. O Corinthians confirma que manterá os repasses rigorosamente em dia para manter as contas operacionais destravadas e garantir a estabilidade do departamento de futebol.
A escalada do montante reage à metodologia de atualização dos débitos cíveis homologados pela Justiça. O departamento jurídico contesta a inclusão desordenada de pendências sem análise prévia, mas a diretoria admite que os juros correm mais rápido que a capacidade imediata de amortização das parcelas mensais.
— A necessidade de blindar as contas contra bloqueios surpresa nos desafia diariamente em meio a tantas execuções antigas. A gestão admite o impacto pesado dos juros no valor consolidado, mas a homologação judicial nos cobra rigor absoluto nos repasses. Não há nenhum acordo travado para descumprir o cronograma; estamos destinando a fatia correta da receita para dar segurança jurídica ao clube — dispara o ambiente de bastidores do futebol alvinegro.
No topo da lista de 23 credores envolvidos nos cerca de 40 processos, o empresário Giuliano Bertolucci desponta como o maior recebedor, com R$ 86,9 milhões a receber. Logo atrás aparecem a RC Consultoria e Assessoria Esportiva Ltda, cobrando R$ 31,4 milhões, e a Talents Sports Ltda, com crédito de R$ 24,5 milhões.
Para contornar esse impasse sem comprometer o fluxo de caixa do futebol, o plano foi estruturado para quitar os débitos ao longo de uma década: o clube repassa 4% de sua receita corrente no primeiro ano, percentual que sobe para 5% no segundo e se fixa em 6% a partir do terceiro ano de vigência. Vale ressaltar que a conta não inclui as pendências tributárias federais e nem o financiamento da Neo Química Arena com a Caixa.
Cientes de que o rendimento esportivo dita o volume das receitas de bilheteria e premiações, dirigentes e conselheiros cobram eficiência máxima do time no gramado. O Corinthians confirma que manterá os repasses rigorosamente em dia para manter as contas operacionais destravadas e garantir a estabilidade do departamento de futebol.
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