13/7/2026 16:12
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Al-Nassr aceita pagar maior parte dos salários de Wesley para o Corinthians.
O Corinthians ganhou fôlego para repatriar o atacante Wesley. O Al-Nassr aceita pagar a maior parte dos salários, mas transfer ban da Fifa ainda trava negócio.
O mercado da bola no Parque São Jorge ganhou um aliado de peso e um desenho financeiro surpreendente nos bastidores. O Corinthians confirma que abriu conversas avançadas para repatriar o atacante Wesley, atualmente vinculado ao Al-Nassr, da Arábia Saudita. Para destravar o acordo travado pelas exigências iniciais do estafe do jogador, a diretoria alvinegra conseguiu uma sinalização rústica dos sauditas, que aceitam arcar com a maior fatia dos vencimentos do jovem de 21 anos durante o empréstimo, colocando o retorno da joia do Terrão totalmente em jogo para o segundo semestre de 2026.
A busca por um ponta-esquerda virou drama humano após a grave lesão de Kayke, que rompeu o ligamento do joelho e só retorna na próxima temporada. Ciente da carência no setor, o técnico Fernando Diniz reage ao mercado, elogia as características do atleta e admite que o desejo do jogador em vestir novamente o manto alvinegro é o combustível ideal para ditar o ritmo da negociação. Wesley, vendido em 2024 por colossais 20 milhões de dólares (cerca de R$ 110 milhões na cotação da época), prioriza a cozinha do Parque São Jorge antes de escutar qualquer outra proposta do futebol brasileiro.
— Pontualmente, vamos atrás de bons jogadores como o Wesley, que é cria da casa. Ele tem o desejo de voltar. Se isso amadurecer, será um reforço importante para nós — dispara Diniz, em entrevista ao SporTV.
O grande impasse para que o atacante seja anunciado, contudo, é a asfixia burocrática provocada pela Fifa. O Corinthians acumula uma nova proibição de transferências devido ao calote de R$ 7 milhões junto ao Philadelphia Union pela compra de José Martínez. O clube desafia o relógio para quitar o débito antes da abertura da janela, em 20 de julho, cogitando a venda rústica de ativos do atual elenco para respirar. A diretoria cobra agilidade dos parceiros e corre nos bastidores, sabendo que o material humano de Wesley é a peça que falta para o laboratório de Diniz funcionar nas Copas e no Brasileirão.
A busca por um ponta-esquerda virou drama humano após a grave lesão de Kayke, que rompeu o ligamento do joelho e só retorna na próxima temporada. Ciente da carência no setor, o técnico Fernando Diniz reage ao mercado, elogia as características do atleta e admite que o desejo do jogador em vestir novamente o manto alvinegro é o combustível ideal para ditar o ritmo da negociação. Wesley, vendido em 2024 por colossais 20 milhões de dólares (cerca de R$ 110 milhões na cotação da época), prioriza a cozinha do Parque São Jorge antes de escutar qualquer outra proposta do futebol brasileiro.
— Pontualmente, vamos atrás de bons jogadores como o Wesley, que é cria da casa. Ele tem o desejo de voltar. Se isso amadurecer, será um reforço importante para nós — dispara Diniz, em entrevista ao SporTV.
O grande impasse para que o atacante seja anunciado, contudo, é a asfixia burocrática provocada pela Fifa. O Corinthians acumula uma nova proibição de transferências devido ao calote de R$ 7 milhões junto ao Philadelphia Union pela compra de José Martínez. O clube desafia o relógio para quitar o débito antes da abertura da janela, em 20 de julho, cogitando a venda rústica de ativos do atual elenco para respirar. A diretoria cobra agilidade dos parceiros e corre nos bastidores, sabendo que o material humano de Wesley é a peça que falta para o laboratório de Diniz funcionar nas Copas e no Brasileirão.
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Enzo
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