27/6/2026 19:26
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Ídolo eterno da Fiel admite mágoa por saída conturbada, mas admite amor pelo Corinthians.
O ídolo Carlitos Tévez relembrou os bastidores caóticos do título de 2005 e confirmou o desejo humano de assumir o comando técnico do Corinthians no futuro.
O eterno camisa 10 da conquista do Campeonato Brasileiro de 2005 decidiu chacoalhar as redes sociais e revirar o baú de memórias do Parque São Jorge. Em entrevista humana e ríspida à ESPN, o ex-atacante argentino Carlitos Tévez relembrou os bastidores sufocantes de sua passagem de um ano e meio pelo Corinthians. Mais do que passar a limpo as polêmicas com a MSI, o ex-jogador de 42 anos confirma que seu plano de carreira é ambicioso e envolve diretamente o Alvinegro: ele quer assumir a área técnica do clube.
Tévez recordou o choque humano que sofreu ao desembarcar no Brasil ainda muito jovem. Integrar um elenco rústico e rachado por vaidades — que contava com nomes explosivos como Fábio Costa, Carlos Alberto e Javier Mascherano — colocou sua saúde mental em jogo. "Não foi fácil entrar naquele vestiário, em um clube tão político. Alcançar o que alcançamos com tanta pressão sendo tão jovem foi maravilhoso", admite o ex-craque, que hoje enxerga aquela intensidade como o laboratório definitivo para sua formação profissional.
O argentino revelou que o ambiente político quase gerou um impasse de férias após a taça de 2005. "Lembro da pressão ríspida para ir ver o presidente Lula lá em Brasília. E eu só queria ir de férias", disparou o ex-atacante, rindo da situação duas décadas depois. A conexão com a Fiel, segundo ele, foi imediata porque ele defendia os companheiros com a mesma fúria rústica com que aprendeu a encarar a vida na Argentina, conquistando o respeito eterno dos Gaviões da Fiel.
A saída em 2006, contudo, é uma ferida que o ex-capitão ainda contesta. O estopim para o adeus precoce foi o colapso financeiro da MSI e a chegada humana, porém ríspida, do técnico Emerson Leão. "Trouxeram um treinador que sempre falou mal de argentinos. Eu era o capitão e o ídolo do clube, não tinha como conviver. Me disseram: 'Você tem que ir embora'", dispara Tévez, lamentando o fato de o acordo travado nos bastidores ter impedido uma despedida digna diante de sua torcida. No total, foram 78 jogos, 46 gols e uma idolatria intocável.
Agora, o desafio é outro. Desde que pendurou as chuteiras em 2022, Carlitos iniciou sua trajetória à beira do gramado, acumulando passagens por Rosario Central, Independiente e, mais recentemente, pelo Talleres. Atualmente livre no mercado da bola, ele cobra paciência, mas garante que seu destino está traçado. "Para voltar onde você é ídolo, precisa estar muito preparado mentalmente. Eu gostaria sim de treinar o Corinthians. E creio que serei em algum momento", finalizou, deixando a Fiel em polvorosa com a possibilidade de rever o ídolo no banco de reservas da Neo Química Arena.
Tévez recordou o choque humano que sofreu ao desembarcar no Brasil ainda muito jovem. Integrar um elenco rústico e rachado por vaidades — que contava com nomes explosivos como Fábio Costa, Carlos Alberto e Javier Mascherano — colocou sua saúde mental em jogo. "Não foi fácil entrar naquele vestiário, em um clube tão político. Alcançar o que alcançamos com tanta pressão sendo tão jovem foi maravilhoso", admite o ex-craque, que hoje enxerga aquela intensidade como o laboratório definitivo para sua formação profissional.
O argentino revelou que o ambiente político quase gerou um impasse de férias após a taça de 2005. "Lembro da pressão ríspida para ir ver o presidente Lula lá em Brasília. E eu só queria ir de férias", disparou o ex-atacante, rindo da situação duas décadas depois. A conexão com a Fiel, segundo ele, foi imediata porque ele defendia os companheiros com a mesma fúria rústica com que aprendeu a encarar a vida na Argentina, conquistando o respeito eterno dos Gaviões da Fiel.
A saída em 2006, contudo, é uma ferida que o ex-capitão ainda contesta. O estopim para o adeus precoce foi o colapso financeiro da MSI e a chegada humana, porém ríspida, do técnico Emerson Leão. "Trouxeram um treinador que sempre falou mal de argentinos. Eu era o capitão e o ídolo do clube, não tinha como conviver. Me disseram: 'Você tem que ir embora'", dispara Tévez, lamentando o fato de o acordo travado nos bastidores ter impedido uma despedida digna diante de sua torcida. No total, foram 78 jogos, 46 gols e uma idolatria intocável.
Agora, o desafio é outro. Desde que pendurou as chuteiras em 2022, Carlitos iniciou sua trajetória à beira do gramado, acumulando passagens por Rosario Central, Independiente e, mais recentemente, pelo Talleres. Atualmente livre no mercado da bola, ele cobra paciência, mas garante que seu destino está traçado. "Para voltar onde você é ídolo, precisa estar muito preparado mentalmente. Eu gostaria sim de treinar o Corinthians. E creio que serei em algum momento", finalizou, deixando a Fiel em polvorosa com a possibilidade de rever o ídolo no banco de reservas da Neo Química Arena.
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Enzo
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