24/6/2026 22:36
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Escândalo da Nike: Justiça aceita denúncia e torna réu vice-presidente do Corinthians
A Justiça de São Paulo tornou réu o vice-presidente do Corinthians, Armando Mendonça, acusado de furto e apropriação indébita de materiais da Nike.
O caldeirão político e jurídico do Parque São Jorge sofreu um forte abalo. Na noite desta terça-feira, a juíza Amanda Eiko Sato, da 25ª Vara Criminal de São Paulo, acabou com o impasse preliminar e tornou réu o vice-presidente do Corinthians, Armando Mendonça. O dirigente é o pivô de uma ríspida investigação que apura desvios de materiais esportivos fornecidos pela Nike. O Ministério Público estadual cobra a punição do cartola por crimes graves, o que coloca o futuro da atual gestão sob forte desgaste.
A peça acusatória assinada pelo promotor Cássio Roberto Conserino aponta crimes que incendiariam qualquer vestiário. Armando é acusado de apropriação indébita agravada, furto qualificado por abuso de confiança e coação no curso do processo. De acordo com o MP, o dirigente teria se apropriado de 131 itens esportivos e subtraído camisas especiais de uma edição comemorativa da NFL, além de ameaçar duas testemunhas. Nos bastidores, a decisão caiu como uma bomba, embora o cartola já estivesse afastado voluntariamente de suas funções no clube desde o último dia 8.
A defesa do corintiano ganhou um prazo rústico de dez dias para protocolar sua contestação oficial assim que a intimação for entregue. Apesar do baque da denúncia aceita, Armando Mendonça respira por aparelhos no âmbito institucional: a magistrada negou os pedidos de liminares que pretendiam suspendê-lo do quadro de associados e proibi-lo de frequentar as dependências do clube. A juíza entendeu que o cartola não exerce influência nociva sobre as testemunhas. O promotor do caso, contudo, já confirma que pretende recorrer da decisão para aplicar o gancho completo ao réu.
Em nota oficial enviada à imprensa, o vice-presidente contesta ferozmente o teor das acusações. Armando admite o incômodo com o processo, mas dispara que a denúncia é baseada em premissas totalmente equivocadas. O dirigente jura inocência, alegando que provará de forma técnica que jamais desviou os materiais e que o relatório de auditoria interna, encomendado pelo presidente Osmar Stabile, é eivado de falhas estruturais. Com o prestígio e o cargo em jogo, o Corinthians vê o fantasma de um rombo financeiro e institucional se materializar em praça pública enquanto o recesso forçado do futebol não acalma os ânimos.
A peça acusatória assinada pelo promotor Cássio Roberto Conserino aponta crimes que incendiariam qualquer vestiário. Armando é acusado de apropriação indébita agravada, furto qualificado por abuso de confiança e coação no curso do processo. De acordo com o MP, o dirigente teria se apropriado de 131 itens esportivos e subtraído camisas especiais de uma edição comemorativa da NFL, além de ameaçar duas testemunhas. Nos bastidores, a decisão caiu como uma bomba, embora o cartola já estivesse afastado voluntariamente de suas funções no clube desde o último dia 8.
A defesa do corintiano ganhou um prazo rústico de dez dias para protocolar sua contestação oficial assim que a intimação for entregue. Apesar do baque da denúncia aceita, Armando Mendonça respira por aparelhos no âmbito institucional: a magistrada negou os pedidos de liminares que pretendiam suspendê-lo do quadro de associados e proibi-lo de frequentar as dependências do clube. A juíza entendeu que o cartola não exerce influência nociva sobre as testemunhas. O promotor do caso, contudo, já confirma que pretende recorrer da decisão para aplicar o gancho completo ao réu.
Em nota oficial enviada à imprensa, o vice-presidente contesta ferozmente o teor das acusações. Armando admite o incômodo com o processo, mas dispara que a denúncia é baseada em premissas totalmente equivocadas. O dirigente jura inocência, alegando que provará de forma técnica que jamais desviou os materiais e que o relatório de auditoria interna, encomendado pelo presidente Osmar Stabile, é eivado de falhas estruturais. Com o prestígio e o cargo em jogo, o Corinthians vê o fantasma de um rombo financeiro e institucional se materializar em praça pública enquanto o recesso forçado do futebol não acalma os ânimos.
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Postado por
Enzo
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