18/6/2026 18:23
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Nova crise no Timão: Stabile vira alvo de impeachment por blindagem no caso Nike
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, vira alvo de novo pedido de impeachment após manifestação polêmica que favoreceu vice investigado no caso Nike.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, tornou-se alvo de mais um ríspido pedido de impeachment que promete incendiar ainda mais os conselhos do clube neste mês de junho de 2026. Desta vez, Leandro Cano — associado do clube e juiz de direito — protocolou o requerimento de destituição diretamente com o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior. O estopim da nova crise baseia-se em uma manifestação do promotor Cássio Roberto Conserino, do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), anexada ao processo que apura o escandaloso desvio de materiais esportivos da Nike dentro do clube.
Nos bastidores, o documento acusa Stabile de adotar uma postura vergonhosa e contrária aos interesses institucionais do Corinthians, que figura no processo como a potencial vítima. Segundo o MP, o mandatário apresentou argumentos que convergiam perfeitamente com a estratégia de defesa do denunciado no caso: o segundo vice-presidente licenciado Armando Mendonça, acusado de se apropriar de 131 itens esportivos da fornecedora alvinegra e tentar surrupiar camisas especiais com patches da NFL. Ao emitir uma nota de auditoria interna afirmando que Armando não havia desviado nada, Stabile admite uma espécie de "blindagem institucional" precoce, enfraquecendo a posição jurídica do próprio Timão antes mesmo da análise do Judiciário.
A conduta do presidente é classificada na representação como gestão temerária, violando gravemente o Estatuto do clube e a Lei Geral do Esporte (LGE). O requerimento argumenta que a manobra colocou em risco os interesses econômicos e a imagem da instituição perante patrocinadores e o público. Diante da evidente quebra de confiança política, Cano exige a abertura formal do processo com urgência e o encaminhamento do caso à Comissão de Ética e Disciplina para que Stabile seja destituído do cargo.
Este novo petardo, contudo, não é o único obstáculo que coloca a cabeça do mandatário em jogo. Um segundo pedido de impeachment tramita no clube por conta de um acordo travado sem contrato formal com a empresa de segurança Mega Assessoria, ligada a um gerente operacional da equipe — caso que também gerou o aditamento do MP inserindo Stabile como investigado criminal. Para completar a tríade de problemas, um terceiro processo de afastamento, aberto em abril, contesta a decisão do presidente de empenhar a sede social do Parque São Jorge (avaliada em R$ 602,2 milhões) como garantia para refinanciar uma dívida de R$ 1,2 bilhão com a Fazenda Nacional sem o aval dos órgãos colegiados. Enquanto Armando Mendonça se afasta por 30 dias sob a pressão de denúncias por furto qualificado, Stabile desafia a oposição interna em um cenário político que racha o Corinthians e inviabiliza qualquer calmaria administrativa no segundo semestre.
Nos bastidores, o documento acusa Stabile de adotar uma postura vergonhosa e contrária aos interesses institucionais do Corinthians, que figura no processo como a potencial vítima. Segundo o MP, o mandatário apresentou argumentos que convergiam perfeitamente com a estratégia de defesa do denunciado no caso: o segundo vice-presidente licenciado Armando Mendonça, acusado de se apropriar de 131 itens esportivos da fornecedora alvinegra e tentar surrupiar camisas especiais com patches da NFL. Ao emitir uma nota de auditoria interna afirmando que Armando não havia desviado nada, Stabile admite uma espécie de "blindagem institucional" precoce, enfraquecendo a posição jurídica do próprio Timão antes mesmo da análise do Judiciário.
A conduta do presidente é classificada na representação como gestão temerária, violando gravemente o Estatuto do clube e a Lei Geral do Esporte (LGE). O requerimento argumenta que a manobra colocou em risco os interesses econômicos e a imagem da instituição perante patrocinadores e o público. Diante da evidente quebra de confiança política, Cano exige a abertura formal do processo com urgência e o encaminhamento do caso à Comissão de Ética e Disciplina para que Stabile seja destituído do cargo.
Este novo petardo, contudo, não é o único obstáculo que coloca a cabeça do mandatário em jogo. Um segundo pedido de impeachment tramita no clube por conta de um acordo travado sem contrato formal com a empresa de segurança Mega Assessoria, ligada a um gerente operacional da equipe — caso que também gerou o aditamento do MP inserindo Stabile como investigado criminal. Para completar a tríade de problemas, um terceiro processo de afastamento, aberto em abril, contesta a decisão do presidente de empenhar a sede social do Parque São Jorge (avaliada em R$ 602,2 milhões) como garantia para refinanciar uma dívida de R$ 1,2 bilhão com a Fazenda Nacional sem o aval dos órgãos colegiados. Enquanto Armando Mendonça se afasta por 30 dias sob a pressão de denúncias por furto qualificado, Stabile desafia a oposição interna em um cenário político que racha o Corinthians e inviabiliza qualquer calmaria administrativa no segundo semestre.
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Enzo
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