27/5/2026 17:44
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Lista revelada! Saiba quem votou a favor e contra a permanência de Andrés Sanchez.
O ge obteve áudios e documentos dos bastidores da sessão que expulsou Andrés Sanchez do Corinthians e revela como votou cada conselheiro no Parque São Jorge.
O expediente político no Parque São Jorge ganhou contornos de pura tensão e teve suas entranhas expostas. O Conselho Deliberativo do Corinthians tomou a drástica medida de excluir o ex-presidente Andrés Sanchez do quadro de sócios, motivado pelas investigações sobre o uso indevido do cartão corporativo para despesas pessoais que chegam a quase R$ 500 mil. O veredito, sacramentado em uma ríspida votação nominal, colocou o futuro político da instituição totalmente em jogo. Agora, o ge traz a público os bastidores e revela, voto a voto, como se posicionou cada integrante do colegiado.
Nos bastidores da apuração, as gravações e os papéis oficiais obtidos revelam um ruidoso impasse na contagem final. A mesa diretora, capitaneada pelo presidente em exercício do Conselho, Leonardo Pantaleão, anunciou o placar de 112 votos a favor da expulsão (sim), 49 contrários (não) e seis abstenções. Contudo, a reportagem contesta a precisão cirúrgica dos números: no áudio da sessão, o conselheiro Anderson Marcel Gonçalves Campos brada "não" ao ser chamado, mas o seu voto foi registrado por escrito como "sim". Pantaleão reage às dúvidas, admite que não conferiu as cédulas individualmente e afirma que apenas proclamou o resultado repassado pela secretaria.
A ralação no plenário foi marcada por discursos inflamados e forte pressão psicológica. Enquanto a maioria esmagadora se limitou a responder de forma seca, o conselheiro Ernesto Teixeira da Cunha desafia o clima protocolar, puxa a ancestralidade organizada do clube e dispara no microfone: "Pela memória de Fabio La Selva e daqueles que fundaram o Grêmio Gaviões da Fiel, em prol do Corinthians, sim". Na ala dos dinossauros políticos, o racha ficou nítido: figurões históricos como Mario Gobbi, Alexandre Husni e Flavio Adauto bateram de frente no posicionamento, evidenciando que o acordo travado no passado entre as chapas está totalmente destruído.
A diretoria do clube confirma a lisura do processo e destaca que o advogado de Andrés, Alexandre Imbriani, fiscalizou parte dos trabalhos da mesa para evitar fraudes. Com a poeira assentada no papel, os grupos aliados ao ex-mandatário prometem levar o ríspido caso direto à Justiça comum para melar a punição. Enquanto Fernando Diniz tenta blindar o elenco profissional focado em subir na tabela do Brasileirão, o Corinthians cobra transparência de seus pares, ciente de que esse precedente histórico vai ecoar nos corredores sociais do clube pelas próximas décadas.
Nos bastidores da apuração, as gravações e os papéis oficiais obtidos revelam um ruidoso impasse na contagem final. A mesa diretora, capitaneada pelo presidente em exercício do Conselho, Leonardo Pantaleão, anunciou o placar de 112 votos a favor da expulsão (sim), 49 contrários (não) e seis abstenções. Contudo, a reportagem contesta a precisão cirúrgica dos números: no áudio da sessão, o conselheiro Anderson Marcel Gonçalves Campos brada "não" ao ser chamado, mas o seu voto foi registrado por escrito como "sim". Pantaleão reage às dúvidas, admite que não conferiu as cédulas individualmente e afirma que apenas proclamou o resultado repassado pela secretaria.
A ralação no plenário foi marcada por discursos inflamados e forte pressão psicológica. Enquanto a maioria esmagadora se limitou a responder de forma seca, o conselheiro Ernesto Teixeira da Cunha desafia o clima protocolar, puxa a ancestralidade organizada do clube e dispara no microfone: "Pela memória de Fabio La Selva e daqueles que fundaram o Grêmio Gaviões da Fiel, em prol do Corinthians, sim". Na ala dos dinossauros políticos, o racha ficou nítido: figurões históricos como Mario Gobbi, Alexandre Husni e Flavio Adauto bateram de frente no posicionamento, evidenciando que o acordo travado no passado entre as chapas está totalmente destruído.
A diretoria do clube confirma a lisura do processo e destaca que o advogado de Andrés, Alexandre Imbriani, fiscalizou parte dos trabalhos da mesa para evitar fraudes. Com a poeira assentada no papel, os grupos aliados ao ex-mandatário prometem levar o ríspido caso direto à Justiça comum para melar a punição. Enquanto Fernando Diniz tenta blindar o elenco profissional focado em subir na tabela do Brasileirão, o Corinthians cobra transparência de seus pares, ciente de que esse precedente histórico vai ecoar nos corredores sociais do clube pelas próximas décadas.
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Enzo
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