25/5/2026 20:40
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URGENTE!!! Andrés Sanchez é expulso do Corinthians após votação no Parque São Jorge!
O Conselho Deliberativo do Corinthians aprovou a expulsão do ex-presidente Andrés Sanchez do quadro de associados por uso irregular do cartão corporativo.
O expediente político na sede social do Timão viveu o seu capítulo mais dramático e ríspido na noite desta segunda-feira (25). Em uma sessão pesada e carregada de ruidosa tensão, o Conselho Deliberativo do Corinthians votou pela expulsão definitiva do ex-presidente Andrés Sanchez do quadro de associados do clube. O ex-mandatário, que por quase duas décadas figurou como o homem mais poderoso dos bastidores alvinegros, cai em desgraça após o colegiado acolher o parecer do conselheiro Pantaleão, que cravou a punição máxima ao antigo aliado.
Nos bastidores da apuração, que começou a ferver ainda em agosto sob o comando da Comissão de Justiça, o racha tornou-se inevitável após a comprovação do uso irregular do cartão corporativo do clube para despesas estritamente pessoais. O montante farofado pelo ex-dirigente somou cerca de R$ 480 mil entre os anos de 2018 e 2021, período de seu segundo mandato presidencial. O impasse interno ganhou as páginas policiais em outubro, quando o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) denunciou o cartola por crimes graves de apropriação indébita, lavagem de dinheiro e falsidade de documento tributário, forçando Andrés a pedir licença do cargo de conselheiro vitalício.
O ríspido roteiro jurídico ganhou contornos de pura guerra de liminares na 2ª Vara de Crimes Tributários de São Paulo. A defesa de Andrés chegou a respirar quando o tribunal descartou as acusações de lavagem e falsidade, mas o Ministério Público reage, contesta a condução do processo por suposta parcialidade e trava a decisão. Agora, a cobrança total em jogo ultrapassa a marca de R$ 1,1 milhão, somando o ressarcimento dos danos materiais e uma ríspida indenização por danos morais exigida pelos promotores.
Com as contas devassadas por mais de 200 despesas suspeitas em 31 faturas diferentes, o homem que comandou o Corinthians nos títulos mais expressivos da história recente admite o racha com a atual gestão e perde todos os direitos políticos dentro do Parque São Jorge. Ele, que além de vitalício era membro nato do Conselho de Orientação (Cori), agora está formalmente banido. A diretoria atual confirma a decisão histórica e tenta blindar o futebol profissional, ciente de que as ruidosas pancadas no âmbito político não podem comprometer a caminhada do time de Fernando Diniz na Libertadores e no Brasileirão de 2026.
Nos bastidores da apuração, que começou a ferver ainda em agosto sob o comando da Comissão de Justiça, o racha tornou-se inevitável após a comprovação do uso irregular do cartão corporativo do clube para despesas estritamente pessoais. O montante farofado pelo ex-dirigente somou cerca de R$ 480 mil entre os anos de 2018 e 2021, período de seu segundo mandato presidencial. O impasse interno ganhou as páginas policiais em outubro, quando o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) denunciou o cartola por crimes graves de apropriação indébita, lavagem de dinheiro e falsidade de documento tributário, forçando Andrés a pedir licença do cargo de conselheiro vitalício.
O ríspido roteiro jurídico ganhou contornos de pura guerra de liminares na 2ª Vara de Crimes Tributários de São Paulo. A defesa de Andrés chegou a respirar quando o tribunal descartou as acusações de lavagem e falsidade, mas o Ministério Público reage, contesta a condução do processo por suposta parcialidade e trava a decisão. Agora, a cobrança total em jogo ultrapassa a marca de R$ 1,1 milhão, somando o ressarcimento dos danos materiais e uma ríspida indenização por danos morais exigida pelos promotores.
Com as contas devassadas por mais de 200 despesas suspeitas em 31 faturas diferentes, o homem que comandou o Corinthians nos títulos mais expressivos da história recente admite o racha com a atual gestão e perde todos os direitos políticos dentro do Parque São Jorge. Ele, que além de vitalício era membro nato do Conselho de Orientação (Cori), agora está formalmente banido. A diretoria atual confirma a decisão histórica e tenta blindar o futebol profissional, ciente de que as ruidosas pancadas no âmbito político não podem comprometer a caminhada do time de Fernando Diniz na Libertadores e no Brasileirão de 2026.
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Enzo
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