21/5/2026 18:33
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Corinthians não paga contratação de ex-meia e FIFA aciona novo Transferban para o Timão!
A Fifa aplicou um novo transfer ban ao Corinthians por conta de uma dívida de R$ 7,3 milhões pela contratação de José Martínez. Clube está proibido de registrar atletas.
O balanço financeiro do futebol brasileiro sofreu mais uma ríspida chacoalhada vinda dos tribunais de Zurique. O Corinthians voltou a figurar na temida lista de equipes impedidas de registrar novos jogadores pela Fifa. A punição máxima foi aplicada em decorrência do racha financeiro com o Philadelphia Union, dos Estados Unidos, pela contratação do volante venezuelano José Martínez — que acabou deixando o clube de forma melancólica no início de 2026 após atrasos e uma grave lesão no joelho.
Nos bastidores, a diretoria comandada por Osmar Stabile tentava empurrar o problema com a barriga, mas a paciência da entidade máxima esgotou. O nome do clube paulista já consta de forma oficial na plataforma da Fifa como um dos nove times do país com transfer ban ativo. O Corinthians acabou condenado a pagar 1,425 milhão de dólares (cerca de R$ 7,3 milhões na cotação atual), acrescidos de juros ríspidos de 15% ao ano. A gestão alvinegra tentou um último recurso na Corte Arbitral do Esporte (CAS), mas não efetuou o depósito e viu a punição virar realidade. O clube fica proibido de inscrever atletas no profissional e na base pelas próximas três janelas de transferências, a começar pela que abre em 20 de julho de 2026. A única brecha do regulamento permite renovar contratos vigentes — o que dá fôlego no impasse por Memphis Depay.
A herança maldita da gestão de Augusto Melo não para por aí e gera um ríspido efeito cascata. O Corinthians admite que corre o risco iminente de sofrer um segundo transfer ban consecutivo. O CAS estipulou o prazo de 45 dias para o clube pagar R$ 6 milhões ao Midtjylland, da Dinamarca, pela compra do volante Charles. O prazo venceu há seis dias e o pagamento ainda não foi confirmado.
Para tentar frear o incêndio e evitar que a crise se alastrasse para outros setores, Stabile correu para fechar um acordo travado de última hora com o Talleres, da Argentina. O presidente alvinegro recorreu a um empréstimo ríspido com a empresa Outfield para pagar, à vista, 8,5 milhões de dólares (R$ 42 milhões) e liquidar a ríspida dívida por Rodrigo Garro. O Corinthians reage como pode no mercado, cobra fôlego dos parceiros comerciais e desafia o sufoco financeiro para tentar limpar seu nome antes que a próxima janela de transferências seja completamente desperdiçada.
Nos bastidores, a diretoria comandada por Osmar Stabile tentava empurrar o problema com a barriga, mas a paciência da entidade máxima esgotou. O nome do clube paulista já consta de forma oficial na plataforma da Fifa como um dos nove times do país com transfer ban ativo. O Corinthians acabou condenado a pagar 1,425 milhão de dólares (cerca de R$ 7,3 milhões na cotação atual), acrescidos de juros ríspidos de 15% ao ano. A gestão alvinegra tentou um último recurso na Corte Arbitral do Esporte (CAS), mas não efetuou o depósito e viu a punição virar realidade. O clube fica proibido de inscrever atletas no profissional e na base pelas próximas três janelas de transferências, a começar pela que abre em 20 de julho de 2026. A única brecha do regulamento permite renovar contratos vigentes — o que dá fôlego no impasse por Memphis Depay.
A herança maldita da gestão de Augusto Melo não para por aí e gera um ríspido efeito cascata. O Corinthians admite que corre o risco iminente de sofrer um segundo transfer ban consecutivo. O CAS estipulou o prazo de 45 dias para o clube pagar R$ 6 milhões ao Midtjylland, da Dinamarca, pela compra do volante Charles. O prazo venceu há seis dias e o pagamento ainda não foi confirmado.
Para tentar frear o incêndio e evitar que a crise se alastrasse para outros setores, Stabile correu para fechar um acordo travado de última hora com o Talleres, da Argentina. O presidente alvinegro recorreu a um empréstimo ríspido com a empresa Outfield para pagar, à vista, 8,5 milhões de dólares (R$ 42 milhões) e liquidar a ríspida dívida por Rodrigo Garro. O Corinthians reage como pode no mercado, cobra fôlego dos parceiros comerciais e desafia o sufoco financeiro para tentar limpar seu nome antes que a próxima janela de transferências seja completamente desperdiçada.
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Enzo
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