O Corinthians debateu o empate em casa contra o Cruzeiro no Brasileirão, em uma reunião que contou com a cobrança do executivo de futebol Fabinho Soldado e uma conversa entre os jogadores. O objetivo era separar a apatia demonstrada na derrota para o São Paulo do desempenho mais energético contra o líder Cruzeiro. Tanto a diretoria quanto o técnico Dorival Júnior ficaram descontentes com o resultado e o desempenho no clássico, o que resultou em duras críticas e cobranças tanto no vestiário quanto publicamente.
Dorival chegou a considerar inaceitável e irreconhecível a atuação da equipe e expressou sua insatisfação publicamente. Após a cobrança do técnico, o executivo de futebol convocou uma reunião com os jogadores e fez uma dura cobrança ao elenco, que concordou com a necessidade de assumir a responsabilidade pelo mau momento. Alguns membros da diretoria passaram a pedir a demissão do treinador em caso de derrota contra o Cruzeiro, enquanto outros defendiam a continuidade de Dorival, independentemente do resultado.
Além disso, os jogadores se reuniram para cobrar entre si uma postura mais combativa e menos apática, o que já se refletiu em campo contra o Cruzeiro, resultando em elogios de Dorival. Houve um pacto entre os jogadores e a diretoria para buscar uma nova postura, independentemente do adversário, além de um acordo para quitar premiações atrasadas. O executivo de futebol Fabinho atuou para desarmar possíveis crises e proteger o elenco de questões políticas do clube, ganhando elogios públicos do técnico.
Em suma, a reunião e as cobranças resultaram em uma mudança de postura da equipe, refletindo em campo contra o Cruzeiro e gerando elogios do treinador. O esforço do executivo Fabinho e o comprometimento dos jogadores foram fundamentais para enfrentar o desafio e superar o momento de crise vivido pelo Corinthians.



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