São Paulo 2 x 0 Corinthians | Melhores Momentos | 14ª rodada | Brasileirão 2025 Além de ser uma referência técnica do Corinthians, o meia Rodrigo Garro tem assumido cada vez mais o papel de liderança moral do elenco. O argentino e o capitão Romero foram os únicos jogadores da equipe a darem entrevista após a derrota por 2 a 0 para o São Paulo, no último sábado. Bastante abatido após o tropeço no Morumbi, Garro preferiu concentrar seus comentários sobre o desempenho da equipe em campo e evitou falar de outros assuntos, como o futuro dele no Corinthians. Alvo de proposta do Zenit, da Rússia, no começo deste ano, o camisa 8 foi perguntado se nesta janela de transferências adotaria a mesma postura de recusar ofertas para seguir no Timão. Garro, porém, se esquivou: – É difícil para mim falar da janela de transferência. É difícil falar da situação do clube, da minha situação. Ainda mais depois de um jogo assim, um clássico em que a gente perdeu. Acho que não é o momento de pensar em mim, é o momento de pensar em um time. – Hoje estou jogando no Corinthians, estou me dedicando, estou trabalhando para que o clube esteja melhor. Não posso ter na cabeça ir embora ou essas coisas. Senão, vai atrapalhar meu trabalho e não quero que nenhuma coisa atrapalhe meu trabalho.
O jogador lamentou as dificuldades da equipe para criar situações de gol no Majestoso, mas mostrou confiança numa recuperação no Brasileirão: – O professor está fazendo trabalho importante, infelizmente no futebol se você ganha é bom, se perde é ruim. Hoje a gente não teve muita possibilidade de gols e, na minha situação, preocupa. Foi difícil. Mas a gente tem que continuar trabalhando, estamos numa posição na tabela em que ainda dá para brigar, colocar o time numa situação legal. O Corinthians tem que brigar por coisas importantes. É um time muito grande para que aconteça essas coisas. Eu fico p..., chateado. Agora é trabalhar, acreditar no professor, no time.
Embora tenha apontado um desgaste físico pela sequência de jogos, Garro destacou a necessidade de superar essa e outras adversidades: – Fiz uma recuperação de dois meses, quando meu joelho precisa de uma recuperação de seis meses para recuperar. Minha recuperação foi boa. Hoje a gente joga com isso, com a carga física, joga um clássico que é decidido nos detalhes físico, tático. Tem jogadores que jogaram 90 minutos pelo terceiro jogo. Não é uma desculpa, não quero dizer que a gente perdeu por isso. Temos que buscar um jeito de virar essa coisa, vai ser assim até o fim do ano – declarou. – Agora é momento de fechar a boca, baixar a cabeça e trabalhar – completou. O Corinthians volta a campo na quarta-feira, contra o Cruzeiro, às 19h30 (de Brasília), na Neo Química Arena, pela 16ª rodada do Brasileirão.



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