Paulinho foi um dos principais jogadores do Corinthians na conquista da Libertadores, em 2012. Desde então, o Timão não conseguiu repetir o bom desempenho em competições continentais e amarga um jejum de 12 anos sem conquistas internacionais. Paulinho foi essencial na campanha do Timão na Libertadores (Foto: AFP) A sina do Corinthians incomoda a Fiel. Neste ano, o clube foi eliminado precocemente na Fase Preliminar 3 da Pré-Libertadores, contra o Barcelona de Guayaquil. A desclassificação rendeu uma vaga na Sul-Americana, mas o Timão oscila na competição e, atualmente, é o terceiro colocado do Grupo C. Presente no título da Libertadores de 2012, Paulinho marcou três gols pelo Corinthians naquela campanha. Já aposentado e atuando como coordenador técnico do Mirassol, o ex-jogador segue acompanhando o clube alvinegro. Ele comentou as recentes campanhas ruins do Timão em torneios continentais e cobrou mais intensidade do elenco. — Então sabemos a dificuldade que é a Libertadores, Sul-Americana, são competições que exigem muito mais força física do que a própria técnica, em certos momentos não vai conseguir resolver na técnica, então tem que ser jogo de contato, então não sei, talvez esses atletas que estão no Corinthians passando essa dificuldade de uns anos para cá é muito com isso, a competição pede um pouquinho mais de contato, a gente fala de carrinho, chegar um pouco mais firme, essa competição exige isso — disse Paulinho em entrevista ao Lance! . Paulinho atuou no Corinthians entre 2010 e 2013. Posteriormente, teve uma passagem pelo clube do Parque São Jorge entre 2022 e 2024. O ex-jogador fez 219 partidas com a camisa do Timão. Na campanha da Libertadores de 2012, o ídolo do clube alvinegro marcou três gols. — Eu sempre deixei isso muito claro, o elenco que eu trabalhei em 2012 foi um dos melhores que eu joguei na minha vida, sempre fui muito claro com isso, por isso que deu certo. Isso se passa pelo foco, concentração, comprometimento, não estou falando que lá tinha mais e aqui tem menos, nada disso, mas acho que as coisas foram se encaixando de uma forma muito natural e todos queriam o mesmo objetivo, então as coisas aconteceram. Como eu falo em outras entrevistas, naquela equipe saía um atleta, um ponta direita e entrava o outro, era da mesma forma, saía um volante, entrava o outro, continuava da mesma forma, então isso fez com que a gente conseguisse essas grandes conquistas — disse o ex-jogador.



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