O Corinthians está em um momento de oscilação. Nos últimos três jogos (Portuguesa, UCV e Guarani), o Timão passou longe de demonstrar um bom futebol e, não à toa, ficou no empate nesses compromissos. É hora de acender o alerta e resgatar as boas atuações das primeiros exibições do ano. As próximas semanas reservam apenas confrontos decisivos e, por isso, qualquer tropeço custará muito caro. No Campeonato Paulista , o Timão tem as quartas de final pela frente em jogo único, diante do Mirassol, na Neo Química Arena. Na Conmebol Libertadores, a equipe encara a UCV, na próxima quarta, e precisa vencer em Itaquera para não dar um vexame internacional e ser eliminada para um clube de dimensão extremamente inferior. É importante pontuar que a oscilação é algo dentro do esperado, sobretudo em um calendário tão apertado. Afinal, a temporada começou há cinco semanas e, no período, o Corinthians foi obrigado a instituir um rodízio no elenco dando oportunidades a quase todos. Em dois dos três jogos tratados nesse texto, a comissão escalou a formação que é considerada reserva. Mesmo diante do contexto, é inegável que o rendimento caiu.
Na Venezuela, os comandados de Ramón Díaz deram a impressão de cansaço. No último domingo, diante do Guarani , o Corinthians teve clara dificuldade em impor seu ritmo e controlar as ações da partida no primeiro tempo. Na etapa final, o cenário foi outro com as entradas de Memphis Depay, Rodrigo Garro, Breno Bidon, Alex Santana e Yuri Alberto. O time pressionou, se lançou ao ataque e criou chances claras para conquistar a vitória. Pelo histórico desta temporada, o Timão ainda segue como favorito, tanto para a vaga na terceira fase preliminar da Conmebol Libertadores como para chegar às finais do Paulistão. Para isso, no entanto, é preciso resgatar aquela imagem de uma equipe agressiva e imponente.



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