1/5/2022 20:27
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"No Brasil, sequer temos tempo para estar doentes"
O técnico Vítor Pereira admitiu que o Corinthians teve dificuldades e não fez um bom primeiro tempo contra o Fortaleza, neste domingo, na Neo Química Arena, mas destacou a evolução da equipe na etapa final para buscar a vitória por 1 a 0.
Em entrevista coletiva após a partida, o treinador português analisou o confronto e explicou a mudança no sistema tático que fez no intervalo, quando sacou o meia Renato Augusto e promoveu a entrada do zagueiro Raúl Gustavo.
– Foi uma primeira parte com grandes dificuldades, o Fortaleza nos criou problemas, não nos encontramos no jogo, eles estavam pressionando, e a gente a atrair a pressão, num jogo curto. A sensação era que tínhamos dificuldades em controlar a largura, permitindo muitos cruzamentos e situações perigosas na nossa área, com chutes de fora – disse.
– (A mudança) Foi no sentido de simplificarmos mais o nosso jogo, alargarmos mais e controlarmos melhor o adversário no sentido de largura, levarmos os homens da frente para pressionar mais alto os zagueiros dele. Acho que foi um segundo tempo mais controlado, simples, não foi aquele jogo brilhante, de circularmos. Já vi que esse campeonato não é fácil, qualquer equipe pode criar problemas, é boa essa equipe do Fortaleza. A segunda parte foi mais controlada, já conseguimos criar várias situações de jogo e controlamos melhor o adversário. Às vezes as coisas saem bem, acho que hoje a decisão no intervalo foi boa – opinou.
Vítor Pereira tinha ficado fora do último jogo do Corinthians, contra o Boca Juniors, por ter sido diagnosticado com Covid. Neste domingo, ele testou negativo e voltou ao banco de reservas alvinegro.
– Aqui no Brasil, sequer temos tempo para estar doentes. Acabei o jogo, amanhã já vamos viajar, está louco, o calendário não nos permite respirar um bocadinho. Ganhamos, vamos desfrutar um bocadinho... Não! Já vamos pensar no jogo contra o Cali. Antes desse jogo, já tive que pensar no jogo contra o Cali, mas hoje não consegui fazer a gestão que eu queria, pois no primeiro tempo tivemos mais dificuldades do que aquilo que imaginei. Agora vamos ter que pensar no Cali, que vai ser duro, muito físico, vamos a partir de hoje pensar nesse jogo. De fato, a gestão não foi como eu queria. Queria ter tido a oportunidade de gerir o Willian e o Maycon, e não foi possível – declarou.
Ao falar sobre a saída de Paulinho, ainda no primeiro tempo, com uma entorse no joelho, Vítor Pereira criticou a arbitragem de Savio Pereira Sampaio.
– Eu não gosto de falar da arbitragem, não gosto de comentar se o árbitro errou, mas claramente o que temos que defender é o futebol. Eu tenho que defender o futebol, minha equipe tem que jogar o bom futebol, quando não é possível tem que ser na raça, como hoje, com o apoio da torcida. Mas todos os participantes têm que defender o futebol, e defender o futebol é ser contra entradas maldosas, no limite da violência, com jogadores que dão mais alguma coisa ao futebol, que têm qualidade técnica de tornar o jogo mais bonito e interessante. Se permite uma entrada, duas entradas, três entradas, eles vão ganhando confiança e dando pancadas. O Willian fartou-se de levar pancada. O Paulinho levou pancada e está com uma lesão no ligamento. Se não se defender o futebol, mais jogadores da minha e de outras equipes vão sofrer esse tipo de entrada. É motivo para refletir um bocadinho.
Corinthians, Vítor Pereira, Fortaleza, Série A, Entrevista Coletiva
Em entrevista coletiva após a partida, o treinador português analisou o confronto e explicou a mudança no sistema tático que fez no intervalo, quando sacou o meia Renato Augusto e promoveu a entrada do zagueiro Raúl Gustavo.
– Foi uma primeira parte com grandes dificuldades, o Fortaleza nos criou problemas, não nos encontramos no jogo, eles estavam pressionando, e a gente a atrair a pressão, num jogo curto. A sensação era que tínhamos dificuldades em controlar a largura, permitindo muitos cruzamentos e situações perigosas na nossa área, com chutes de fora – disse.
– (A mudança) Foi no sentido de simplificarmos mais o nosso jogo, alargarmos mais e controlarmos melhor o adversário no sentido de largura, levarmos os homens da frente para pressionar mais alto os zagueiros dele. Acho que foi um segundo tempo mais controlado, simples, não foi aquele jogo brilhante, de circularmos. Já vi que esse campeonato não é fácil, qualquer equipe pode criar problemas, é boa essa equipe do Fortaleza. A segunda parte foi mais controlada, já conseguimos criar várias situações de jogo e controlamos melhor o adversário. Às vezes as coisas saem bem, acho que hoje a decisão no intervalo foi boa – opinou.
Vítor Pereira tinha ficado fora do último jogo do Corinthians, contra o Boca Juniors, por ter sido diagnosticado com Covid. Neste domingo, ele testou negativo e voltou ao banco de reservas alvinegro.
– Aqui no Brasil, sequer temos tempo para estar doentes. Acabei o jogo, amanhã já vamos viajar, está louco, o calendário não nos permite respirar um bocadinho. Ganhamos, vamos desfrutar um bocadinho... Não! Já vamos pensar no jogo contra o Cali. Antes desse jogo, já tive que pensar no jogo contra o Cali, mas hoje não consegui fazer a gestão que eu queria, pois no primeiro tempo tivemos mais dificuldades do que aquilo que imaginei. Agora vamos ter que pensar no Cali, que vai ser duro, muito físico, vamos a partir de hoje pensar nesse jogo. De fato, a gestão não foi como eu queria. Queria ter tido a oportunidade de gerir o Willian e o Maycon, e não foi possível – declarou.
Ao falar sobre a saída de Paulinho, ainda no primeiro tempo, com uma entorse no joelho, Vítor Pereira criticou a arbitragem de Savio Pereira Sampaio.
– Eu não gosto de falar da arbitragem, não gosto de comentar se o árbitro errou, mas claramente o que temos que defender é o futebol. Eu tenho que defender o futebol, minha equipe tem que jogar o bom futebol, quando não é possível tem que ser na raça, como hoje, com o apoio da torcida. Mas todos os participantes têm que defender o futebol, e defender o futebol é ser contra entradas maldosas, no limite da violência, com jogadores que dão mais alguma coisa ao futebol, que têm qualidade técnica de tornar o jogo mais bonito e interessante. Se permite uma entrada, duas entradas, três entradas, eles vão ganhando confiança e dando pancadas. O Willian fartou-se de levar pancada. O Paulinho levou pancada e está com uma lesão no ligamento. Se não se defender o futebol, mais jogadores da minha e de outras equipes vão sofrer esse tipo de entrada. É motivo para refletir um bocadinho.
Corinthians, Vítor Pereira, Fortaleza, Série A, Entrevista Coletiva
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Postado por João Fernandes dos Reis - 4905 visitas - Fonte: tudotimao.com
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So mexe erado
Esse técnico Vítor Pereira acho que fez um grande futebol hoje o Fortaleza jogou muito melhor do que o Corinthians fica botando os caras em posição errada