12/11/2021 15:27
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Novo chefe de arbitragem da CBF fala em diminuir pressão sobre os árbitros, pede qualificação e diz: "São honestos e capacitados"
Alício Pena Júnior, substituto do demitido Leonardo Gaciba, deu entrevista ao Seleção SporTV
Anunciado como substituto do demitido Leonardo Gaciba, o ex-árbitro Alício Pena Júnior vai comandar a Comissão de Arbitragem da CBF até o fim deste ano. Em participação no Seleção SporTV, ele falou sobre o momento de dificuldade do setor e em dar tranquilidade aos árbitros para diminuir a pressão. Além de qualificar o quadro de profissionais.
– É um momento de dificuldade. O nosso objetivo para essa interinidade é dar aos árbitros condições para trabalhar com tranquilidade, tentar diminuir a pressão, que é muito grande. E o ambiente de pressão traz dificuldade, principalmente para o árbitro em uma tomada de decisão no campo de jogo. O objetivo é tentar dar tranquilidade, continuar buscando aproximação e manutenção de critérios e conceitos, melhorar um pouco o que temos apresentado de dificuldade e tentar, nesta reta final, diminuir a pressão sob os árbitros. Todos que trabalham sob pressão têm dificuldade em exercer sua profissão. Temos que continuar com esse aprimoramento, tentar qualificar os árbitros para este momento de dificuldade, para termos melhores arbitragens – disse o novo chefe da arbitragem.
A demissão de Leonardo Gaciba estava prevista para acontecer no fim do ano, mas a polêmica atuação do árbitro Vinicius Gonçalves Dias Araújo em Flamengo x Bahia, quinta-feira, no Maracanã, antecipou a mudança.
O árbitro marcou um pênalti para o Rubro-Negro depois que a bola tocou no peito do zagueiro Conti, do Tricolor baiano. Ele manteve a decisão mesmo depois de ver as imagens no monitor. Os jogadores do Bahia chegaram a cogitar não voltar para o segundo tempo.
Ednaldo Rodrigues planeja uma grande mudança na arbitragem brasileira. A ideia do dirigente é de fazer com que os árbitros passem por uma reciclagem antes de voltarem a apitar após falharem, o que não acontecia durante a gestão de Gaciba.
Veja outros trechos da entrevista:
Dá tempo de ter um resultado positivo?
– Tem que dar. Nós vamos empreender todos os esforços que a CBF tem condição. Os árbitros também. Temos que estar com os árbitros mais próximos, transmitir confiança para eles. O árbitro brasileiro hoje precisa ter confiança para tomar as decisões corretas. Nossos árbitros têm condições de apresentar um trabalho melhor, temos plena confiança nisso e apostamos que isso vai acontecer. Mas é preciso que as pessoas entendam que esse ambiente de pressão aumenta a dificuldade nas tomadas de decisão.
Quando foi que a arbitragem brasileira se perdeu?
– O que precisa mudar? Não concordo. Os árbitros brasileiros são honestos e de ótima qualidade. São situações pontuais que se tornam mais graves neste momento de decisão do campeonato. São honestos e capacitados. O ambiente de pressão tem trazido muita dificuldade e, neste momento, os erros têm uma dimensão muito maior. Vamos trabalhar para manter uma ambiente de maior tranquilidade possível, para que os árbitros possam tomar suas decisões. Mas reforço aqui, são honestos e de qualidade, com erros pontuais que vamos seguir atacando para tentar evitar neste momento da competição.
Qual será o seu estilo de direção de arbitragem? Como vai agir com erros constantes?
– O que temos feito neste sentido é a transparência dos áudios. Um passo a mais nesse caminho. Em relação as atuações dos árbitros, vamos continuar no trabalho de aprimoramento e melhoria. Os erros precisam ser tratados. Em erros de gravidade os árbitros, infelizmente, precisam ser afastados para ter um aprimoramento. Mas queremos trabalhar na causa desses problemas. Estamos com a programação nesse sentindo, atuar na causa, não na consequência.
Como serão as escalas de arbitragem? Como lidar com a pressão que já existe?
– Antes de entrar nesse assunto, e a gente falou de qualidade. Nós temos nesta rodada das Eliminatórias 13 árbitros brasileiros trabalhando. Sobre as escalas, elas continuarão sendo compartilhadas. Temos uma equipe que analisa uma série de eventos para poder designar os árbitros, sempre procurando o certo para a partida. E isso continuará sendo feito. Vamos buscar tranquilidade para os árbitros. E que os melhores estejam em campo de jogo na competição. Sempre escalar os melhores.
Gaciba fazia escalas geográficas ou com pressão de Federação. Isso acontecia? Era um dos erros?
– Não. Em hipótese nenhum isso existia. Queremos desmitificar isso. O árbitro tem que atuar independente do estado, somos um país continental, com árbitros de todo o país atuando na Série A. A questão regional não vai influenciar nossas designações, nem qualquer tipo de pressão. Volto a frisar, vamos procurar contar com os melhores. Teremos o trabalho de estar mais próximos deles.
VAR é muito intervencionista? Você fica só até o fim do campeonato?
– O que temos que trabalhar, e vamos centrar esforços nisso, é preparar os árbitros do campo de jogo. É fundamental que eles estejam preparados para tomar a decisão correta, diminuindo a pressão sobre a cabine. Vamos também fazer um trabalho com o VAR para atuar quando for algo realmente previsto no protocolo, quando tenha necessidade, um erro claro e óbvio em campo, para que a gente possa diminuir o número de intervenções, mas que sejam mantidas decisões corretas. Não podemos ter um número menor de intervenção e erro persistindo em campo. O convite que me foi feito foi assumir interinamente, até o final da competição. O que vai acontecer depois disso depende da presidência da casa.
Corinthians, Timão, Alvinegro, TudoTimão
– É um momento de dificuldade. O nosso objetivo para essa interinidade é dar aos árbitros condições para trabalhar com tranquilidade, tentar diminuir a pressão, que é muito grande. E o ambiente de pressão traz dificuldade, principalmente para o árbitro em uma tomada de decisão no campo de jogo. O objetivo é tentar dar tranquilidade, continuar buscando aproximação e manutenção de critérios e conceitos, melhorar um pouco o que temos apresentado de dificuldade e tentar, nesta reta final, diminuir a pressão sob os árbitros. Todos que trabalham sob pressão têm dificuldade em exercer sua profissão. Temos que continuar com esse aprimoramento, tentar qualificar os árbitros para este momento de dificuldade, para termos melhores arbitragens – disse o novo chefe da arbitragem.
A demissão de Leonardo Gaciba estava prevista para acontecer no fim do ano, mas a polêmica atuação do árbitro Vinicius Gonçalves Dias Araújo em Flamengo x Bahia, quinta-feira, no Maracanã, antecipou a mudança.
O árbitro marcou um pênalti para o Rubro-Negro depois que a bola tocou no peito do zagueiro Conti, do Tricolor baiano. Ele manteve a decisão mesmo depois de ver as imagens no monitor. Os jogadores do Bahia chegaram a cogitar não voltar para o segundo tempo.
Ednaldo Rodrigues planeja uma grande mudança na arbitragem brasileira. A ideia do dirigente é de fazer com que os árbitros passem por uma reciclagem antes de voltarem a apitar após falharem, o que não acontecia durante a gestão de Gaciba.
Veja outros trechos da entrevista:
Dá tempo de ter um resultado positivo?
– Tem que dar. Nós vamos empreender todos os esforços que a CBF tem condição. Os árbitros também. Temos que estar com os árbitros mais próximos, transmitir confiança para eles. O árbitro brasileiro hoje precisa ter confiança para tomar as decisões corretas. Nossos árbitros têm condições de apresentar um trabalho melhor, temos plena confiança nisso e apostamos que isso vai acontecer. Mas é preciso que as pessoas entendam que esse ambiente de pressão aumenta a dificuldade nas tomadas de decisão.
Quando foi que a arbitragem brasileira se perdeu?
– O que precisa mudar? Não concordo. Os árbitros brasileiros são honestos e de ótima qualidade. São situações pontuais que se tornam mais graves neste momento de decisão do campeonato. São honestos e capacitados. O ambiente de pressão tem trazido muita dificuldade e, neste momento, os erros têm uma dimensão muito maior. Vamos trabalhar para manter uma ambiente de maior tranquilidade possível, para que os árbitros possam tomar suas decisões. Mas reforço aqui, são honestos e de qualidade, com erros pontuais que vamos seguir atacando para tentar evitar neste momento da competição.
Qual será o seu estilo de direção de arbitragem? Como vai agir com erros constantes?
– O que temos feito neste sentido é a transparência dos áudios. Um passo a mais nesse caminho. Em relação as atuações dos árbitros, vamos continuar no trabalho de aprimoramento e melhoria. Os erros precisam ser tratados. Em erros de gravidade os árbitros, infelizmente, precisam ser afastados para ter um aprimoramento. Mas queremos trabalhar na causa desses problemas. Estamos com a programação nesse sentindo, atuar na causa, não na consequência.
Como serão as escalas de arbitragem? Como lidar com a pressão que já existe?
– Antes de entrar nesse assunto, e a gente falou de qualidade. Nós temos nesta rodada das Eliminatórias 13 árbitros brasileiros trabalhando. Sobre as escalas, elas continuarão sendo compartilhadas. Temos uma equipe que analisa uma série de eventos para poder designar os árbitros, sempre procurando o certo para a partida. E isso continuará sendo feito. Vamos buscar tranquilidade para os árbitros. E que os melhores estejam em campo de jogo na competição. Sempre escalar os melhores.
Gaciba fazia escalas geográficas ou com pressão de Federação. Isso acontecia? Era um dos erros?
– Não. Em hipótese nenhum isso existia. Queremos desmitificar isso. O árbitro tem que atuar independente do estado, somos um país continental, com árbitros de todo o país atuando na Série A. A questão regional não vai influenciar nossas designações, nem qualquer tipo de pressão. Volto a frisar, vamos procurar contar com os melhores. Teremos o trabalho de estar mais próximos deles.
VAR é muito intervencionista? Você fica só até o fim do campeonato?
– O que temos que trabalhar, e vamos centrar esforços nisso, é preparar os árbitros do campo de jogo. É fundamental que eles estejam preparados para tomar a decisão correta, diminuindo a pressão sobre a cabine. Vamos também fazer um trabalho com o VAR para atuar quando for algo realmente previsto no protocolo, quando tenha necessidade, um erro claro e óbvio em campo, para que a gente possa diminuir o número de intervenções, mas que sejam mantidas decisões corretas. Não podemos ter um número menor de intervenção e erro persistindo em campo. O convite que me foi feito foi assumir interinamente, até o final da competição. O que vai acontecer depois disso depende da presidência da casa.
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Postado por Henrique Monteiro Cesaretti - 3282 visitas - Fonte: sportv
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Fala serio! Um verdadeira piada.
Vão continuar ajudando o Flamerda.
Gaciba esses juízes são ruim igual você quando apitava era péssimo árbitro.