8/11/2020 16:06
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Reflexo de problemas maiores, Corinthians se contenta com pouco contra o Atlético-GO
Timão volta a jogar mal, tem dificuldades na criação e empata por 1 a 1, fora de casa
Nos últimos dois anos, salvo raras exceções, as análises das partidas do Corinthians são parecidas. Um time com enorme dificuldade na criação, que proporciona jogos difíceis de assistir.
Foi assim mais uma vez na noite de sábado, diante do Atlético-GO, fora de casa, em que o Timão saiu atrás no placar e buscou o empate por 1 a 1, com gol de pênalti de Fábio Santos.
Para o torcedor corintiano, fica a lamentação não só pela má atuação, mas também pelo fato de a equipe demonstrar se contentar com pouco. Tal impressão vem da escalação cautelosa de Vagner Mancini, da postura do time na maior parte do jogo e até mesmo das entrevistas após a partida, valorizando o ponto obtido fora de casa.
Mas, visto em perspectiva, o problema é maior. Não é só dentro de campo que o Corinthians tem se contentado com pouco.
Um exemplo está nas contratações. Desde o fim de 2019 falava-se da necessidade da equipe reforçar os lados do ataque. O clube sonhou com Michael, cogitou outros nomes, como Rony, mas se satisfez com Davó, Léo Natel e, agora, Jonatan Cafu.
No meio do caminho, também buscou o retorno de Gustavo Mosquito e contou com a passagem-relâmpago de Yony González, que disputou quatro jogos.
No meio de campo, dois casos emblemáticos. O Atlético-MG decidiu que para brigar pelo título brasileiro não contaria mais com o Otero e Cazares. O Timão não só os aceitou de braços abertos, como logo eles viraram titulares absolutos.
Em meio a incontáveis notícias de derrotas na Justiça e recorrentes atrasos salariais (atualmente, três meses estão em aberto), a maior alegria da Fiel torcida em 2020 foi comemorar um contrato prometido há quase uma década, os tais naming rights da Arena. É ou não se contentar com pouco?
Pelas circunstâncias, realmente não é para se lamentar um empate fora de casa com o Atlético-GO. Assim, a equipe não é ultrapassada pelo Dragão e consegue se manter distante da zona de rebaixamento. Hoje, o Alvinegro olha mais para a parte de baixo da tabela do que para a de cima, o que não pode ser naturalizado para um clube do porte do Corinthians.
No duelo deste sábado, Mancini optou por fortalecer a marcação no meio de campo, com Gabriel na vaga de Éderson. Em teoria, Xavier ganharia mais liberdade para se apresentar ao ataque, mas isso surtiu pouco efeito.
O que se viu na etapa inicial foi o Corinthians engessado, com uma tremenda dificuldade de se aproximar da área adversária. Luan, escalado pela primeira vez como titular por Mancini, novamente esteve apagado, embora não possa ser apontado como o único culpado. O camisa 7 até melhorou nos 45 minutos finais, mas ainda assim esteve longe de brilhar.
O Timão foi para o intervalo sem ter dado nenhum chute a gol e em desvantagem no placar.
Mancini colocou a equipe para frente, com Mosquito no lugar de Xavier. Também soltou mais os laterais, que tiveram participação importante na construção de jogadas.
A equipe evoluiu, mas nem tanto. Afora o gol de pênalti, o Corinthians mandou só mais uma bola no gol atleticano durante toda a partida. Já os donos da casa finalizaram quase três vezes mais (17 x 6) e ficaram mais com a bola (55% x 45%).
Após quase um mês de trabalho e sete partidas disputadas, Mancini conseguiu deixar o Timão mais organizado e competitivo, mas ainda busca uma escalação ideal. Fora da Copa do Brasil e da Libertadores, terá mais tempo para treinar e recuperar jogadores, trunfos para seguir longe da zona da degola.
Pensar em qualquer coisa além disso é sonhar grande demais. Quem não se contentar com pouco, infelizmente, tende a decepcionar.
Corinthians, Brasileirão
Foi assim mais uma vez na noite de sábado, diante do Atlético-GO, fora de casa, em que o Timão saiu atrás no placar e buscou o empate por 1 a 1, com gol de pênalti de Fábio Santos.
Para o torcedor corintiano, fica a lamentação não só pela má atuação, mas também pelo fato de a equipe demonstrar se contentar com pouco. Tal impressão vem da escalação cautelosa de Vagner Mancini, da postura do time na maior parte do jogo e até mesmo das entrevistas após a partida, valorizando o ponto obtido fora de casa.
Mas, visto em perspectiva, o problema é maior. Não é só dentro de campo que o Corinthians tem se contentado com pouco.
Um exemplo está nas contratações. Desde o fim de 2019 falava-se da necessidade da equipe reforçar os lados do ataque. O clube sonhou com Michael, cogitou outros nomes, como Rony, mas se satisfez com Davó, Léo Natel e, agora, Jonatan Cafu.
No meio do caminho, também buscou o retorno de Gustavo Mosquito e contou com a passagem-relâmpago de Yony González, que disputou quatro jogos.
No meio de campo, dois casos emblemáticos. O Atlético-MG decidiu que para brigar pelo título brasileiro não contaria mais com o Otero e Cazares. O Timão não só os aceitou de braços abertos, como logo eles viraram titulares absolutos.
Em meio a incontáveis notícias de derrotas na Justiça e recorrentes atrasos salariais (atualmente, três meses estão em aberto), a maior alegria da Fiel torcida em 2020 foi comemorar um contrato prometido há quase uma década, os tais naming rights da Arena. É ou não se contentar com pouco?
Pelas circunstâncias, realmente não é para se lamentar um empate fora de casa com o Atlético-GO. Assim, a equipe não é ultrapassada pelo Dragão e consegue se manter distante da zona de rebaixamento. Hoje, o Alvinegro olha mais para a parte de baixo da tabela do que para a de cima, o que não pode ser naturalizado para um clube do porte do Corinthians.
No duelo deste sábado, Mancini optou por fortalecer a marcação no meio de campo, com Gabriel na vaga de Éderson. Em teoria, Xavier ganharia mais liberdade para se apresentar ao ataque, mas isso surtiu pouco efeito.
O que se viu na etapa inicial foi o Corinthians engessado, com uma tremenda dificuldade de se aproximar da área adversária. Luan, escalado pela primeira vez como titular por Mancini, novamente esteve apagado, embora não possa ser apontado como o único culpado. O camisa 7 até melhorou nos 45 minutos finais, mas ainda assim esteve longe de brilhar.
O Timão foi para o intervalo sem ter dado nenhum chute a gol e em desvantagem no placar.
Mancini colocou a equipe para frente, com Mosquito no lugar de Xavier. Também soltou mais os laterais, que tiveram participação importante na construção de jogadas.
A equipe evoluiu, mas nem tanto. Afora o gol de pênalti, o Corinthians mandou só mais uma bola no gol atleticano durante toda a partida. Já os donos da casa finalizaram quase três vezes mais (17 x 6) e ficaram mais com a bola (55% x 45%).
Após quase um mês de trabalho e sete partidas disputadas, Mancini conseguiu deixar o Timão mais organizado e competitivo, mas ainda busca uma escalação ideal. Fora da Copa do Brasil e da Libertadores, terá mais tempo para treinar e recuperar jogadores, trunfos para seguir longe da zona da degola.
Pensar em qualquer coisa além disso é sonhar grande demais. Quem não se contentar com pouco, infelizmente, tende a decepcionar.
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Postado por Vito D Agostino - 2064 visitas - Fonte: Globo Esporte
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se o tecnico coloca ele como titular o Corinthians joga co menos um pide acredita alem de não faze gol que bola no pé e não ajuda a defesa
Não tem como Luan ser titular e muito menos momento para tentar recuperar o cara. O time está péssimo, jogando nada, então alguma coisa tem que ser feita, dá oportunidade para outros jogadores.
e pra piorar me contratam um zagueiro que ta a quase 1 ano encostado eum atacante que fez 3 gols em 6 anos é pra cair ou não ê??? Kkkkkkkkkkkkkk
Contentamos cm pouco e muito pouco. Olha q nem merecedor em nenhum dos dois jogos q fizemos contra o Atlético nem o empate fomos merecedores pelo jogo deles e pelo nosso. Q ponto nos chegamos. Ta feio a coisa. Contentar cm empate cm time pequeno em dois jogos. Difícil viu? Mas cm certos jogadores e treinador q temos é isso ai mesmo.
Luan é uma vergonha jogador sem sangue nad veias
Ainda contrara Jemersom que pelo tempo que não joga já esqueceu que a bola e redonda. Já a
Como não bastase Luan, Gabriel, CamachoMosquito, Michael, Everaldo