7/2/2020 08:02
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Libertadores pressiona Coudet e Thiago Nunes
Imagem: Ricardo Duarte/Inter / Marcello Zambrana/AGIF
O bom senso e a razão mostram que é preciso ter paciência com trabalho de técnico recém-chegado a um clube, ainda mais em início de temporada. Mas a necessidade de resultados imediatos e o temor de desclassificação derrubam a lógica e fazem prevalecer a paixão. Por isso, amigo leitor, não é exagero afirmar que Eduardo Coudet e Thiago Nunes já sentem a pressão do cargo que ocupam no Inter e no Corinthians, respectivamente. Ambos têm, quando muito, um mês de casa, e se veem obrigados a mostrar eficiência, sob risco de comprometer o ano da equipe e a própria imagem.
LEIA TAMBÉM: Com causas sociais, Corinthians dará início a nova campanha com patrocinador; confira
Calma, não estou aqui a afirmar que os "professores" vão cair na semana que vem, se não avançarem na fase preliminar da Taça Libertadores. Não acredito nessa hipótese, embora não faltem exemplos de instabilidade e intransigência de dirigentes. No entanto, eventual tropeço vai colocar uma tonelada sob as costas deles. Nada de novo nisso, também. Embora jovens, ambos têm rodagem no futebol e sabem como funciona esse mundinho. Sobretudo na função que exercem. Treinador embute no salário também o desgaste e as cobranças. Sabem em que vespeiro se meteram.
O complicado, para a dupla, é o fato de toparem com decisões com meia dúzia de partidas no comando do elenco. E decisões pra lá de importantes, porque é competição sul-americana. Fosse apenas um Estadual, ou um torneio amistoso, a frustração por derrota não interfere tanto. Mas, como Libertadores é obsessão (e projeção e dinheiro), a coisa toda muda. O risco da eliminação existe, faz parte do jogo. Para dizer o óbvio, do outro lado há adversários com o mesmo objetivo. O problema está na qualidade do futebol que Inter e Corinthians apresentaram, seja no empate com a Universidad de Chile, seja na derrota para o Guarani. Esse é o ponto que preocupa.
A verdade: colorados e alvinegros jogaram uma bolinha murcha, ou quase isso. Sim, sim, vamos dar desconto ao fato de que os times estão em formação - e aqui prevalece a razão. Agora, olhemos o que aconteceu dentro de campo, e daí a coisa fica feia. O Inter teve um jogador a mais durante o segundo tempo, pressionou e... pouco assustou o gol de De Paul. Preocupou-se em não tomar gol (algo parecido com a estratégia de Odair Hellmann) e criou aquém do que se imaginava, mesmo na condição de visitante. Quantas bolas boas, por exemplo, apareceram para Guerrero? O empate de 0 a 0 não foi ruim, evidentemente, só que revelou um time ainda não encorajado para o ataque.
O Corinthians fez até menos, na quarta-feira, em Assunção. Perdeu para um Guaraní que ignorou o fato de ser mandante e que não teve a mínima intenção de agredir. Optou por contragolpe, dessa maneira obteve a vantagem definitiva e ficou atrás, à espera de o tempo passar. Uma ou outra vez arriscou finalizar no gol de Cássio. E o que aconteceu com o Corinthians? Nada, a não ser tocar a bola, empurrar o Guaraní para o campo dele e rondar a área. Vários titulares estiveram abaixo do desejável (Sidcley, Luan, Janderson), o meio-campo com Cantillo e Camacho ficou devendo, Boselli abandonado e ainda assim mandou uma bola na trave.
Terra arrasada para Inter e Corinthians? De jeito nenhum. Têm a vantagem de decidir em casa, apesar do risco de que, se tomarem gol, a tarefa ficará mais árdua. Além disso, o vacilo na estreia altera estratégia dos técnicos, fará com que abandonem convicções e mirem só e apenas a vaga para a próxima etapa. Ou seja, terão de jogar pelo resultado. E eis um grande desafio. Momento para testar maturidade, habilidade e autocontrole de Coudet e Thiago Nunes. E ver o poder de reação das equipes que dirigem. Logo de cara, eles vão aprender que não se aceita sem ônus o desafio de dirigir times de massa.
Corinthians, timão, alvinegro, Arena Cortinthians, CT Joaquim Grava, Parque ecológico do tietê , paulista, liberttadores, mundial, brasileiro, copa do brasil, Tiago Nunes, técnico,
O bom senso e a razão mostram que é preciso ter paciência com trabalho de técnico recém-chegado a um clube, ainda mais em início de temporada. Mas a necessidade de resultados imediatos e o temor de desclassificação derrubam a lógica e fazem prevalecer a paixão. Por isso, amigo leitor, não é exagero afirmar que Eduardo Coudet e Thiago Nunes já sentem a pressão do cargo que ocupam no Inter e no Corinthians, respectivamente. Ambos têm, quando muito, um mês de casa, e se veem obrigados a mostrar eficiência, sob risco de comprometer o ano da equipe e a própria imagem.
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Calma, não estou aqui a afirmar que os "professores" vão cair na semana que vem, se não avançarem na fase preliminar da Taça Libertadores. Não acredito nessa hipótese, embora não faltem exemplos de instabilidade e intransigência de dirigentes. No entanto, eventual tropeço vai colocar uma tonelada sob as costas deles. Nada de novo nisso, também. Embora jovens, ambos têm rodagem no futebol e sabem como funciona esse mundinho. Sobretudo na função que exercem. Treinador embute no salário também o desgaste e as cobranças. Sabem em que vespeiro se meteram.
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A verdade: colorados e alvinegros jogaram uma bolinha murcha, ou quase isso. Sim, sim, vamos dar desconto ao fato de que os times estão em formação - e aqui prevalece a razão. Agora, olhemos o que aconteceu dentro de campo, e daí a coisa fica feia. O Inter teve um jogador a mais durante o segundo tempo, pressionou e... pouco assustou o gol de De Paul. Preocupou-se em não tomar gol (algo parecido com a estratégia de Odair Hellmann) e criou aquém do que se imaginava, mesmo na condição de visitante. Quantas bolas boas, por exemplo, apareceram para Guerrero? O empate de 0 a 0 não foi ruim, evidentemente, só que revelou um time ainda não encorajado para o ataque.
O Corinthians fez até menos, na quarta-feira, em Assunção. Perdeu para um Guaraní que ignorou o fato de ser mandante e que não teve a mínima intenção de agredir. Optou por contragolpe, dessa maneira obteve a vantagem definitiva e ficou atrás, à espera de o tempo passar. Uma ou outra vez arriscou finalizar no gol de Cássio. E o que aconteceu com o Corinthians? Nada, a não ser tocar a bola, empurrar o Guaraní para o campo dele e rondar a área. Vários titulares estiveram abaixo do desejável (Sidcley, Luan, Janderson), o meio-campo com Cantillo e Camacho ficou devendo, Boselli abandonado e ainda assim mandou uma bola na trave.
Terra arrasada para Inter e Corinthians? De jeito nenhum. Têm a vantagem de decidir em casa, apesar do risco de que, se tomarem gol, a tarefa ficará mais árdua. Além disso, o vacilo na estreia altera estratégia dos técnicos, fará com que abandonem convicções e mirem só e apenas a vaga para a próxima etapa. Ou seja, terão de jogar pelo resultado. E eis um grande desafio. Momento para testar maturidade, habilidade e autocontrole de Coudet e Thiago Nunes. E ver o poder de reação das equipes que dirigem. Logo de cara, eles vão aprender que não se aceita sem ônus o desafio de dirigir times de massa.
Corinthians, timão, alvinegro, Arena Cortinthians, CT Joaquim Grava, Parque ecológico do tietê , paulista, liberttadores, mundial, brasileiro, copa do brasil, Tiago Nunes, técnico,
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Postado por Rudney Rodrigues Xavier - 3189 visitas - Fonte: UOL
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Um gol besta que o Cássio falha o Corinthians era par joga melhor
ENTÃO OS PARAGUAIOS JA ESTÃO CHAMANDO O CORINTHIANS DE FREGUÊS VAMOS VER AGORA,REALMENTE O GIL PARECE DE DESPRENDEU A JOGAR ESSES DOIS MENINOS JANDERSON E MADSON ALGUÉM TEM QUE ENSINAR ELES A BATER NO GOL ELES SÃO MUITO AFOBADO
todos falam do p Henrique tudo bem ele ta mal e o Gil esqueceu como se joga
Pra jogar iquau tom jogando Jadson joga com uma perna só
Ele quis tirar o Jadson ágora arruma o time Jadson e a cara do timão
Na verdade só cantillo sé salva o rresto ta uma vergonha ai é Corinthians porra
Tds ficam criticando o luan concordo ele nao esta mt bem msm mas o gil fica se escondendo no seu parceiro de zaga por ter nome no futebool ele falha na maioria dos gols do tiimao podem observar
Tds ficam apontando a malemolencia do luan mais vo
Timão tem que suar sangue neste jogo, nós estaremos de olho em jogadores que não fizerem isto, ten que ter intensidade do início ao fim, marcar saída de bola em cima deles, aí faremos 3x0 ou 3x1, do contrário dificilmente passaremos de fase.