16/6/2019 15:09
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Timão na Copa América: as participações dos corinthianos na década de 50
(Gylmar dos Santos Neves defendendo o gol alvinegro. Foto: Arquivo Corinthians)
Começou a Copa América 2019, com dois jogadores do Timão na equipe canarinho comandada por Tite: o goleiro Cássio e o lateral direito Fagner. Por isso, o Corinthians.com.br relembrará, nos próximos dias, as participações de atletas do Alvinegro nas edições anteriores da competição.
No Peru, em 1953, um verdadeiro trio de lendas alvinegras defendia a Seleção: o experiente Cláudio, o cabeceador nato Baltazar e a muralha Gylmar dos Santos Neves. O vice-campeonato não ofuscou o brilho dos corinthianos. Dos 269 gols que Baltazar fez em doze anos de Corinthians, pelo menos 71 deles foram de cabeça, trazendo-o o apelido de Cabecinha de Ouro. Um dos melhores craques de seu tempo e um dos maiores ídolos do Timão, o centroavante foi artilheiro de vários campeonatos da década de 50 e foi convocado para a Copa do Mundo no Brasil. Já o considerado por muitos como melhor goleiro da história do Corinthians, Gylmar dos Santos Neves também defendeu a amarelinha naquele ano. Um dos melhores goleiros do Brasil e do mundo, foi ídolo do Alvinegro por uma década, entre 1951 e 1961. Seguro e elástico, foi uma das principais peças para a conquista do título paulista do IV Centenário. Quando foi campeão mundial pelo Brasil em 1958, no primeiro mundial da Seleção, era jogador do Corinthians.
Oito corinthianos deixaram a Seleção mais preta e branca em 1956, no Uruguai. Eram eles: Baltazar, Cabeção, Gylmar, Índio, Olavo, Oreco, Roberto Belangero e o técnico Oswaldo Brandão. Dentre eles, destacava-se Luizinho, o Pequeno Polegar da Fiel. Com 1,64 metro de altura, o meio-campista encantava a todos com seus dribles sagazes e velocidade impressionante. Autor do gol de cabeça que sacramentou a vitória contra o Palmeiras pela decisão do Paulista do IV Centenário, em 1954, o ídolo soma seis títulos pelo Timão. Chegou ao Parque São Jorge em 1948 e manteve-se titular absoluto até 1960. Até hoje, com 606 partidas vestindo o manto alvinegro, apenas Wladimir, com 805 jogos, esteve em campo mais vezes que ele. Também estava atuando o zagueiro Olavo, que defendeu o Corinthians entre 1952 e 1961. Um dos heróis do IV Centenário, o defensor foi dono do primeiro recorde de partidas pelo clube, foram 155, que só foram batidas pelas 161 de Wladimir em 1983. Autor de 17 gols de pênalti, Olavo é o oitavo jogador que mais entrou em campo pelo Coringão, com 506 partidas.
O técnico alvinegro Oswaldo Brandão foi quem comandou a Seleção Brasileira no campeonato sul-americano de 1957, no Peru, que teve a Argentina como campeã e rendeu o vice-campeonato para a amarelinha. Oswaldo estava em sua primeira passagem pelo Corinthians, que foi de 1954 até 1958 e trouxe o título do IV Centenário. Mas o treinador ficou mesmo conhecido e entrou para sempre na história do Alvinegro do Parque São Jorge em 1977, quando levou a equipe ao título paulista, que acabou com os 23 anos de jejum. Diziam que era muito mais que um treinador, mas também um psicólogo, e encerrou aquele histórico campeonato sendo carregado nos ombros da torcida alvinegra. Brandão também comandou os corinthianos Cláudio, Gylmar, Índio, Olavo, Oreco e Roberto Belangero.
Embalada pela conquista do primeiro título mundial um ano antes, a Seleção Brasileira de Futebol disputou, em 1959, a Copa América na Argentina. Mesmo liderada pelo jovem Pelé, que foi artilheiro do torneio com oito gols, a amarelinha acabou ficando com o vice e perdeu o título para os hermanos. O esquadrão contava com a muralha alvinegra: Gylmar dos Santos Neves, campeão do Rio-São Paulo em 1954 e campeão paulista em 1951, 1952 e 54.
Corinthians, Copa América, Gylmar, Timão
Começou a Copa América 2019, com dois jogadores do Timão na equipe canarinho comandada por Tite: o goleiro Cássio e o lateral direito Fagner. Por isso, o Corinthians.com.br relembrará, nos próximos dias, as participações de atletas do Alvinegro nas edições anteriores da competição.
No Peru, em 1953, um verdadeiro trio de lendas alvinegras defendia a Seleção: o experiente Cláudio, o cabeceador nato Baltazar e a muralha Gylmar dos Santos Neves. O vice-campeonato não ofuscou o brilho dos corinthianos. Dos 269 gols que Baltazar fez em doze anos de Corinthians, pelo menos 71 deles foram de cabeça, trazendo-o o apelido de Cabecinha de Ouro. Um dos melhores craques de seu tempo e um dos maiores ídolos do Timão, o centroavante foi artilheiro de vários campeonatos da década de 50 e foi convocado para a Copa do Mundo no Brasil. Já o considerado por muitos como melhor goleiro da história do Corinthians, Gylmar dos Santos Neves também defendeu a amarelinha naquele ano. Um dos melhores goleiros do Brasil e do mundo, foi ídolo do Alvinegro por uma década, entre 1951 e 1961. Seguro e elástico, foi uma das principais peças para a conquista do título paulista do IV Centenário. Quando foi campeão mundial pelo Brasil em 1958, no primeiro mundial da Seleção, era jogador do Corinthians.
Oito corinthianos deixaram a Seleção mais preta e branca em 1956, no Uruguai. Eram eles: Baltazar, Cabeção, Gylmar, Índio, Olavo, Oreco, Roberto Belangero e o técnico Oswaldo Brandão. Dentre eles, destacava-se Luizinho, o Pequeno Polegar da Fiel. Com 1,64 metro de altura, o meio-campista encantava a todos com seus dribles sagazes e velocidade impressionante. Autor do gol de cabeça que sacramentou a vitória contra o Palmeiras pela decisão do Paulista do IV Centenário, em 1954, o ídolo soma seis títulos pelo Timão. Chegou ao Parque São Jorge em 1948 e manteve-se titular absoluto até 1960. Até hoje, com 606 partidas vestindo o manto alvinegro, apenas Wladimir, com 805 jogos, esteve em campo mais vezes que ele. Também estava atuando o zagueiro Olavo, que defendeu o Corinthians entre 1952 e 1961. Um dos heróis do IV Centenário, o defensor foi dono do primeiro recorde de partidas pelo clube, foram 155, que só foram batidas pelas 161 de Wladimir em 1983. Autor de 17 gols de pênalti, Olavo é o oitavo jogador que mais entrou em campo pelo Coringão, com 506 partidas.
O técnico alvinegro Oswaldo Brandão foi quem comandou a Seleção Brasileira no campeonato sul-americano de 1957, no Peru, que teve a Argentina como campeã e rendeu o vice-campeonato para a amarelinha. Oswaldo estava em sua primeira passagem pelo Corinthians, que foi de 1954 até 1958 e trouxe o título do IV Centenário. Mas o treinador ficou mesmo conhecido e entrou para sempre na história do Alvinegro do Parque São Jorge em 1977, quando levou a equipe ao título paulista, que acabou com os 23 anos de jejum. Diziam que era muito mais que um treinador, mas também um psicólogo, e encerrou aquele histórico campeonato sendo carregado nos ombros da torcida alvinegra. Brandão também comandou os corinthianos Cláudio, Gylmar, Índio, Olavo, Oreco e Roberto Belangero.
Embalada pela conquista do primeiro título mundial um ano antes, a Seleção Brasileira de Futebol disputou, em 1959, a Copa América na Argentina. Mesmo liderada pelo jovem Pelé, que foi artilheiro do torneio com oito gols, a amarelinha acabou ficando com o vice e perdeu o título para os hermanos. O esquadrão contava com a muralha alvinegra: Gylmar dos Santos Neves, campeão do Rio-São Paulo em 1954 e campeão paulista em 1951, 1952 e 54.
Corinthians, Copa América, Gylmar, Timão
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Postado por Igor Souza Santos - 2898 visitas - Fonte: Site oficial do clube
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