6/10/2018 09:00
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Com Cavani como exemplo, Jair explica o que quer do Corinthians
Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press
Jair Ventura chegou ao Corinthians fazendo questão de deixar claro que não tentaria impor um estilo próprio ao time, e sim dar continuidade a uma marca que já pertence ao próprio clube. Apesar da tentativa recorrente em se desvincular de uma certa fama por armar boas defesas e ter dificuldades no setor ofensivo, à Gazeta Esportiva o técnico carioca rebateu àqueles que entendem ser esse um trabalho mais simples a um comandante, e usou o centroavante uruguaio Edinson Cavani como exemplo.
“Muito se fala que o time, quando marca muito forte, que não é a melhor coisa, que isso é mais fácil para o treinador. Eu acho o contrário. A gente quando é criança quer a bola. Você não quer desenhar duas linhas de quatro e marcar e ter de correr atrás para trabalhar a transição. Isso é trabalho do treinador também, persuadir seu grupo e saber da importância também de jogar sem a bola”, explicou, antes de citar o maior artilheiro da história do Paris Saint-Germain.
“Isso não é por conta da limitação. Isso é por conta de uma situação tática hoje, que requer muito. Você vê os grandes jogadores que marcam. O Cavani, o que ele joga para o time é um absurdo. E é um jogador extremamente técnico. Você pode ser extremamente técnico e também tático para o seu time”, completou.
Preferências à parte, o que não parece negociável a Jair Ventura é qualquer influência externa sobre sua escalação. Independente da condição de suas peças fora das quatro linhas, o trabalho apresentado no campo, seja ele durante os treinamentos ou principalmente nas partidas, é preponderante para as decisões do recém-contratado técnico corintiano.
“Colocar o melhor em campo. Não o mais jovem, não o mais experiente, não o maior salário. Botar em campo aquilo que eles vêm me dando dentro do campo. Eu falo: ‘eu não escalo. Quem se escala são os jogadores’. Eu não vou botar um cara que não está treinando bem porque ele é mais experiente”, avisou.
O respeito às lideranças do grupo, porém, não é ignorado. E nesse quesito, talvez Cássio seja o ponto alto, na visão de Jair Ventura. Desde que assumiu o cargo, antes ocupado por Osmar Loss, o ex-técnico de Botafogo e Santos deu fim ao rodízio da braçadeira de capitão e a lhe entregou a Cássio.
O goleiro, recentemente, não poupou elogios ao trabalho de Jair, que ainda pode ser considerado um novato no ramo, e talvez por isso, livre de qualquer vaidade, admitiu o peso das palavras de um jogador que está no clube desde 2012, é ídolo da torcida e detém um histórico invejável de títulos.
“Desses momentos da vida de um treinador, de você ser chamado de tudo que a gente é chamado, você ouvir essas situações… Tem que ter o lado bom, né? Senão a gente não ia querer ser treinador. Isso é super gratificante. A gente, como profissional, escutar de um Cássio, multicampeão, um líder que ele é, o peso que ele tem dentro do clube, não só ele como todos. Esse é o momento bom, saber que os jogadores compraram a sua ideia, que é o mais importante e que juntos a gente possa conseguir grandes coisas, porque no Corinthians pequenas coisas não servem”.
Jair Ventura chegou ao Corinthians fazendo questão de deixar claro que não tentaria impor um estilo próprio ao time, e sim dar continuidade a uma marca que já pertence ao próprio clube. Apesar da tentativa recorrente em se desvincular de uma certa fama por armar boas defesas e ter dificuldades no setor ofensivo, à Gazeta Esportiva o técnico carioca rebateu àqueles que entendem ser esse um trabalho mais simples a um comandante, e usou o centroavante uruguaio Edinson Cavani como exemplo.
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“Isso não é por conta da limitação. Isso é por conta de uma situação tática hoje, que requer muito. Você vê os grandes jogadores que marcam. O Cavani, o que ele joga para o time é um absurdo. E é um jogador extremamente técnico. Você pode ser extremamente técnico e também tático para o seu time”, completou.
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Postado por Matheus Pedroso Rosa - 13902 visitas - Fonte: Gazeta Esportiva
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Abel Braga já!
Jair vc medroso poe este time pra frente o cagao
Jogadores como o Aral o Diaz tem que jogar mais vezes se não nunca estarão bem em campo estarão sempre sem ritimo de jogo tem que jogar
Jair já viu que não dá certo esse estilo de jogo, pra nós torcedores está sendo muito humilhante assistir um jogo do nosso timão, tira esses pé de rato que não estão jogando nada, como Clayson, Romero,Gabriel entre outros.....Time ruim