3/1/2018 17:14
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De saída, presidente corintiano fala de reforços, revela valor da dívida e diz que sofreu ameaças de morte
Foto: Mauro Horita/Gazeta Press
Começa nesta quarta-feira o último mês da gestão de Roberto Andrade como presidente do Corinthians. Em entrevista exclusiva ao Blog direto do litoral paulista, onde passou as festas de fim de ano, Andrade falou de forma franca sobre tudo. Dos reforços, passando pela condição financeira do clube, arrependimentos, acertos, erros, eleição, risco de impeachment e até ameaças de morte que recebeu no ano retrasado.
BLOG: Qual momento lhe deu mais prazer nos três anos à frente do Corinthians?
ROBERTO ANDRADE: Os melhores momentos são sempre os títulos. Ganhei dois brasileiros (2015 e 2017) e o último Paulistão. Mas, até porque começamos a temporada bem desacreditados, acho que as conquistas de 2017 foram bem especiais. No Corinthians, a pressão é sempre por títulos, mesmo se não houver dinheiro.
E o pior momento?
Foi o impeachment que inventaram. Foi algo totalmente descabido, político… Queriam tomar o poder no clube e arrumaram um pretexto. Provei em todos os lugares, na Justiça e na delegacia, que não havia feito nada de errado.
Você pensou em abandonar a presidência durante o processo do impeachment?
Não, mas fiquei muito incomodado. Muito mesmo. É horrível abrir o jornal e ler que você é fraudador. A verdade é que no clube só tem filho da p…
Existe a chance de você voltar ao Corinthians após a eleição?
Hoje, não! Quero descansar, ficar mais perto da família, cuidar dos meus negócios. Não vou falar que nunca mais voltarei porque isso é muito forte. Mas garanto que ficarei pelo menos uma gestão inteira longe. E te digo que vontade de voltar, não tenho. É um processo bastante desgastante.
Chegou a sofrer alguma ameaça enquanto presidente?
Infelizmente, ameaça sempre tem. Está se transformando em algo normal no Corinthians.
Que tipo de ameaça? De morte?
Sim. Ninguém ameaça dizendo que vai bater. Hoje, a ameaça é de morte. Recebi mensagens por WhatsApp falando que iam me matar. Foi em 2016, quando o time não fez campanhas muito legais.
Do que você se arrepende como presidente?
Acho que nós deveríamos ter colocado mais foco e prioridade em fazer um CT da base. Mas faltava recurso e fomos empurrando esse assunto. Felizmente, o CT vai sair na próxima gestão, já no ano que vem. Temos todos os documentos e entramos com um projeto na lei do incentivo ao esporte. Agora, é só captar o dinheiro.
E do que mais se orgulha?
De ter contratado o Jô. Eu que o contratei. Só eu acreditava nele e você pode confirmar isso com ele. Todo mundo sabe que ele joga pra caramba, mas a dúvida era se ele se comportaria como atleta. E ele foi fundamental em 2017, em todos os sentidos.
Alguns de seus diretores estão em candidaturas de oposição na eleição para presidente, em fevereiro. Você votará no Andrés Sanchez?
Claro. Ele é do meu grupo político. E a presença de alguns diretores como o Flávio Adauto e o Emerson Piovesan na chapa do Paulo Garcia não fará com que eles deixem de ser meus amigos. Tudo normal e absolutamente democrático.
Quanto o título do Brasileirão faz do Andrés favorito à vitória?
Título sempre ajuda e considero o Andrés como o cara com mais chance de eleição. Mas, se você pegar tudo o que fizemos nos últimos dez anos de gestão no Corinthians, é natural pensar na eleição do Andrés. Teve estádio, CT do profissional, além de Mundial, Libertadores, três brasileiros, três paulistas, Recopa…
Você tem consultado algum dos candidatos em relação às decisões do futebol?
Não estou consultando ninguém, até porque são cinco candidatos. Tenho tocado o futebol como se não existisse eleição. E será assim até 3 de fevereiro, quando me despeço.
O novo presidente vai assumir o Corinthians com qual situação financeira?
Vai assumir um clube com algumas pendências, mas longe de uma situação desesperadora. O Corinthians está mais tranquilo hoje do que quando eu assumi. E isso não é demérito do Mário Gobbi, que me antecedeu. Acontece que o clube vinha empurrando dívidas e mais dívidas há uns 50 anos e só começou a pagá-las nos últimos anos.
Mas qual é a real condição do Corinthians hoje. Quanto o clube tem de dívidas vencidas?
É pouca coisa. Algo em torno de R$ 20 milhões.
Com quem?
Tem de tudo. Compra de direitos econômicos, luvas, comissões, um pouco de coisas relacionadas à base…
Um de seus últimos atos foi renovar o contrato com a Nike. Por que fazer isso às vésperas da eleição?
É a linha de trabalho da Nike. A cada três anos, em geral, ocorre a renovação. Foi assim com o Gobbi, com o Andrés… O contrato venceria em 2025 e eu prorroguei por mais quatro anos, melhorando o valor do acordo e garantindo R$ 25 milhões de luvas.
Por falar em dinheiro, com quanto o Corinthians ficará dos R$ 43 milhões pela venda do Jô?
Difícil precisar, porque tem impostos, uma parte que usaremos para quitar pendências. Mas é um bom dinheiro. E não dava para não vender o Jô, até por ele. Será o último grande contrato da carreira de um cara que foi fora de série com a gente.
Mas quanto você tem para gastar com reforços?
Não vou gastar todo o dinheiro do Jô e da Nike com contratação. Pode esquecer essa possibilidade.
Além de Júnior Dutra e Renê Júnior, quantos reforços o Corinthians contratará?
Uns quatro ou cinco. Queremos um lateral-esquerdo, um zagueiro, um ou dois atacantes…
Não querem lateral-direito?
Não existe lateral-direito no futebol brasileiro. É tipo Papai Noel. Para trazer um mais ou menos, não adianta.
O zagueiro é o Henrique, né?
Conversamos com ele na quinta-feira, mas ainda não está fechado. Pode vir a fechar, mas tem uma coisa ou outra pendente. Se der certo, devemos fechar um contrato de dois anos, com um salário menor do que ele ganha atualmente (o Fluminense paga R$ 492 mil mensais por um vínculo que termina em dezembro deste ano).
Por que o negócio com o Trellez não deu certo?
O Vitória queria que o Corinthians exercesse a multa, que é de R$ 10 milhões. E nós não vamos gastar tudo isso. Mas eu entendo: o novo presidente (Ricardo David) acabou de assumir e certamente entraria com o pé esquerdo se começasse vendendo o artilheiro do time.
E o Corinthians vai contratar o Damião ou o Henrique Ceifador?
Nenhum dos dois. São negócios bem difíceis. Minha palavra não é a única, mas, na minha cabeça, acho que temos que dar chance para ver o Carlinhos no Paulistão. Temos que saber o que ele é capaz de entregar.
Mas, então, você não contrataria centroavante?
Eu acredito demais no Carlinhos. Mas o Corinthians está buscando atacante. E essa observação ocorre no Brasil e na América do Sul inteira.
O Scarpa ainda pode chegar?
É uma negociação difícil, que não andou até agora. Uma hora, o Fluminense quer. Outra hora, não quer mais. Não estou muito otimista, não.
É verdade que o Pablo não joga no Corinthians enquanto você for presidente?
A chance é zero. Não pelo jogador, mas pela negociação, que não iria avançar em nada em relação ao que já foi discutido em dezembro. Infelizmente, algumas pessoas não sabem reconhecer o que o Corinthians fez por elas.
E o Zé Rafael?
Não vai fechar. O Bahia não quer abrir mão dele e o negócio está encerrado.
O que falta para o Juninho, do Bahia, ser contratado?
É um negócio que pode dar certo, mas ainda estamos conversando. Há uma série de coisas para se definir, porque envolve pagamento de uma parte em dinheiro, empréstimo do Douglas e do Moisés, que também poderiam ter percentuais repassados. É um negócio que eu estou cuidando pessoalmente.
A ideia com o Danilo Avelar também é de compra?
Não. Se for para comprar, não haverá negócio. Temos interesse no empréstimo e agora aguardamos para ver se ele consegue a liberação no Amiens ou não (o lateral pertence ao Torino e está emprestado ao clube francês até julho).
O contrato do Mendoza com o Corinthians termina em dezembro. O que vocês farão com ele?
Talvez o Bahia fique com ele. Vamos ver como fica a negociação entre as partes. Nos últimos dias, o Mendoza teve uma proposta de fora, mas ele não gostou.
Por fim: você acha que o Balbuena renovará o contrato?
Só falta renovarmos com ele entre todos os titulares. Já fechamos com Cássio, Fagner, Camacho… A tendência é de que a gente renove. Sei que o empresário dele (Renato Bittar) vem ao Brasil por esses dias. Ele tem conversado bastante com o Alessandro e estamos aguardando. O que posso dizer é que não faz parte dos planos vender o Balbuena. Quero renovar e mantê-lo aqui.
Começa nesta quarta-feira o último mês da gestão de Roberto Andrade como presidente do Corinthians. Em entrevista exclusiva ao Blog direto do litoral paulista, onde passou as festas de fim de ano, Andrade falou de forma franca sobre tudo. Dos reforços, passando pela condição financeira do clube, arrependimentos, acertos, erros, eleição, risco de impeachment e até ameaças de morte que recebeu no ano retrasado.
BLOG: Qual momento lhe deu mais prazer nos três anos à frente do Corinthians?
ROBERTO ANDRADE: Os melhores momentos são sempre os títulos. Ganhei dois brasileiros (2015 e 2017) e o último Paulistão. Mas, até porque começamos a temporada bem desacreditados, acho que as conquistas de 2017 foram bem especiais. No Corinthians, a pressão é sempre por títulos, mesmo se não houver dinheiro.
E o pior momento?
Foi o impeachment que inventaram. Foi algo totalmente descabido, político… Queriam tomar o poder no clube e arrumaram um pretexto. Provei em todos os lugares, na Justiça e na delegacia, que não havia feito nada de errado.
Você pensou em abandonar a presidência durante o processo do impeachment?
Não, mas fiquei muito incomodado. Muito mesmo. É horrível abrir o jornal e ler que você é fraudador. A verdade é que no clube só tem filho da p…
Existe a chance de você voltar ao Corinthians após a eleição?
Hoje, não! Quero descansar, ficar mais perto da família, cuidar dos meus negócios. Não vou falar que nunca mais voltarei porque isso é muito forte. Mas garanto que ficarei pelo menos uma gestão inteira longe. E te digo que vontade de voltar, não tenho. É um processo bastante desgastante.
Chegou a sofrer alguma ameaça enquanto presidente?
Infelizmente, ameaça sempre tem. Está se transformando em algo normal no Corinthians.
Que tipo de ameaça? De morte?
Sim. Ninguém ameaça dizendo que vai bater. Hoje, a ameaça é de morte. Recebi mensagens por WhatsApp falando que iam me matar. Foi em 2016, quando o time não fez campanhas muito legais.
Do que você se arrepende como presidente?
Acho que nós deveríamos ter colocado mais foco e prioridade em fazer um CT da base. Mas faltava recurso e fomos empurrando esse assunto. Felizmente, o CT vai sair na próxima gestão, já no ano que vem. Temos todos os documentos e entramos com um projeto na lei do incentivo ao esporte. Agora, é só captar o dinheiro.
E do que mais se orgulha?
De ter contratado o Jô. Eu que o contratei. Só eu acreditava nele e você pode confirmar isso com ele. Todo mundo sabe que ele joga pra caramba, mas a dúvida era se ele se comportaria como atleta. E ele foi fundamental em 2017, em todos os sentidos.
Alguns de seus diretores estão em candidaturas de oposição na eleição para presidente, em fevereiro. Você votará no Andrés Sanchez?
Claro. Ele é do meu grupo político. E a presença de alguns diretores como o Flávio Adauto e o Emerson Piovesan na chapa do Paulo Garcia não fará com que eles deixem de ser meus amigos. Tudo normal e absolutamente democrático.
Quanto o título do Brasileirão faz do Andrés favorito à vitória?
Título sempre ajuda e considero o Andrés como o cara com mais chance de eleição. Mas, se você pegar tudo o que fizemos nos últimos dez anos de gestão no Corinthians, é natural pensar na eleição do Andrés. Teve estádio, CT do profissional, além de Mundial, Libertadores, três brasileiros, três paulistas, Recopa…
Você tem consultado algum dos candidatos em relação às decisões do futebol?
Não estou consultando ninguém, até porque são cinco candidatos. Tenho tocado o futebol como se não existisse eleição. E será assim até 3 de fevereiro, quando me despeço.
O novo presidente vai assumir o Corinthians com qual situação financeira?
Vai assumir um clube com algumas pendências, mas longe de uma situação desesperadora. O Corinthians está mais tranquilo hoje do que quando eu assumi. E isso não é demérito do Mário Gobbi, que me antecedeu. Acontece que o clube vinha empurrando dívidas e mais dívidas há uns 50 anos e só começou a pagá-las nos últimos anos.
Mas qual é a real condição do Corinthians hoje. Quanto o clube tem de dívidas vencidas?
É pouca coisa. Algo em torno de R$ 20 milhões.
Com quem?
Tem de tudo. Compra de direitos econômicos, luvas, comissões, um pouco de coisas relacionadas à base…
Um de seus últimos atos foi renovar o contrato com a Nike. Por que fazer isso às vésperas da eleição?
É a linha de trabalho da Nike. A cada três anos, em geral, ocorre a renovação. Foi assim com o Gobbi, com o Andrés… O contrato venceria em 2025 e eu prorroguei por mais quatro anos, melhorando o valor do acordo e garantindo R$ 25 milhões de luvas.
Por falar em dinheiro, com quanto o Corinthians ficará dos R$ 43 milhões pela venda do Jô?
Difícil precisar, porque tem impostos, uma parte que usaremos para quitar pendências. Mas é um bom dinheiro. E não dava para não vender o Jô, até por ele. Será o último grande contrato da carreira de um cara que foi fora de série com a gente.
Mas quanto você tem para gastar com reforços?
Não vou gastar todo o dinheiro do Jô e da Nike com contratação. Pode esquecer essa possibilidade.
Além de Júnior Dutra e Renê Júnior, quantos reforços o Corinthians contratará?
Uns quatro ou cinco. Queremos um lateral-esquerdo, um zagueiro, um ou dois atacantes…
Não querem lateral-direito?
Não existe lateral-direito no futebol brasileiro. É tipo Papai Noel. Para trazer um mais ou menos, não adianta.
O zagueiro é o Henrique, né?
Conversamos com ele na quinta-feira, mas ainda não está fechado. Pode vir a fechar, mas tem uma coisa ou outra pendente. Se der certo, devemos fechar um contrato de dois anos, com um salário menor do que ele ganha atualmente (o Fluminense paga R$ 492 mil mensais por um vínculo que termina em dezembro deste ano).
Por que o negócio com o Trellez não deu certo?
O Vitória queria que o Corinthians exercesse a multa, que é de R$ 10 milhões. E nós não vamos gastar tudo isso. Mas eu entendo: o novo presidente (Ricardo David) acabou de assumir e certamente entraria com o pé esquerdo se começasse vendendo o artilheiro do time.
E o Corinthians vai contratar o Damião ou o Henrique Ceifador?
Nenhum dos dois. São negócios bem difíceis. Minha palavra não é a única, mas, na minha cabeça, acho que temos que dar chance para ver o Carlinhos no Paulistão. Temos que saber o que ele é capaz de entregar.
Mas, então, você não contrataria centroavante?
Eu acredito demais no Carlinhos. Mas o Corinthians está buscando atacante. E essa observação ocorre no Brasil e na América do Sul inteira.
O Scarpa ainda pode chegar?
É uma negociação difícil, que não andou até agora. Uma hora, o Fluminense quer. Outra hora, não quer mais. Não estou muito otimista, não.
É verdade que o Pablo não joga no Corinthians enquanto você for presidente?
A chance é zero. Não pelo jogador, mas pela negociação, que não iria avançar em nada em relação ao que já foi discutido em dezembro. Infelizmente, algumas pessoas não sabem reconhecer o que o Corinthians fez por elas.
E o Zé Rafael?
Não vai fechar. O Bahia não quer abrir mão dele e o negócio está encerrado.
O que falta para o Juninho, do Bahia, ser contratado?
É um negócio que pode dar certo, mas ainda estamos conversando. Há uma série de coisas para se definir, porque envolve pagamento de uma parte em dinheiro, empréstimo do Douglas e do Moisés, que também poderiam ter percentuais repassados. É um negócio que eu estou cuidando pessoalmente.
A ideia com o Danilo Avelar também é de compra?
Não. Se for para comprar, não haverá negócio. Temos interesse no empréstimo e agora aguardamos para ver se ele consegue a liberação no Amiens ou não (o lateral pertence ao Torino e está emprestado ao clube francês até julho).
O contrato do Mendoza com o Corinthians termina em dezembro. O que vocês farão com ele?
Talvez o Bahia fique com ele. Vamos ver como fica a negociação entre as partes. Nos últimos dias, o Mendoza teve uma proposta de fora, mas ele não gostou.
Por fim: você acha que o Balbuena renovará o contrato?
Só falta renovarmos com ele entre todos os titulares. Já fechamos com Cássio, Fagner, Camacho… A tendência é de que a gente renove. Sei que o empresário dele (Renato Bittar) vem ao Brasil por esses dias. Ele tem conversado bastante com o Alessandro e estamos aguardando. O que posso dizer é que não faz parte dos planos vender o Balbuena. Quero renovar e mantê-lo aqui.
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Postado por
Caio de Castro
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12492 visitas - Fonte: Blog do Jorge Nicola
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difícil esta diretoria do Corinthians complicadíssima goleiro Douglas mto bom fica esta porcaria de cassio que não sabe sair nas bolas de escanteios nossa é pra acabar msm né galera
trocar um ótimo goleiro como Douglas e ainda defenitivo e mais 6 milhões por um lateral esquerdo que não encantou na minha opinião....<br />precisa despensa e aquelas carniças do kazim...camacho... Moisés.... Clayton...Felipe Bastos....Léo príncipe......<br />temos a volta do volante Jean que mostrou serviço no Vasco...a volta do Lucca que fez um ótimo campeonato....acho que teriam que dar uma chance pro Carlinhos ao menos na reserva...mais chances para o menino Pedrinho...<br />temos que encaixar umas 4 e 5 peças no time.. já para esse início de Paulista e libertadores...essa é a minha opinião
Não precisa gastar nada, só deixa o dinheiro guardado no cofre que o presidente eleito no próximo mês de fevereiro vai saber direitinho o que fazer. <br />Seria bom se essa oposição dividida, unisse para pôr fim na mesmice.
como que renova com essa carniça do Camacho hein.<br />e como não dispensa essa outra carniça que é o kazim.<br />carile é muito teimoso
Bom resumindo a entrevista do presidente? <br />Não vou contratar ninguém<br />vendi o jó por que acredito no carlinhos kkk<br />Se ele acompanha o corinthians o carlinhos não jogou 45 minutos com a camisa do corinthians e outra ele não tá preparado pra disputar a libertadores <br />Fora seu medíocre nogento<br />
VOCÊ QUE ESTÁ CANSADO DE TER POUCA PROGRAMAÇÃO DE TVV ASSSINATURA E NÃO CONCORDA COM OS VALORES COBRADOS<br />FAÇO LIBERAÇÃO E DIMINUÍMOS O VALOR DA CONTA<br />PARA TODO BRASIL<br />WHATZSAP 11 958694345
resumindo gastar dinheiro nem pensar<br />