27/1/2017 10:00
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Gustagol sonha voltar ao Corinthians para "calar a boca de muita gente"
Atacante deixou de lado a vida de dançarino para virar jogador profissional, mas sua passagem pelo Timão não deixou saudade. Agora, ele está emprestado ao Bahia
Gustavo jogou nove partidas pelo Corinthians e não fez gols (Foto: Marcos Ribolli)
De dançarino no grupo Chocolícias a titular do Corinthians em apenas quatro anos. A vida de Gustavo mudou muito nesse período. Só que a trajetória com a camisa 9 do Timão não foi boa, e o atacante foi emprestado ao Bahia. É lá que o jogador quer recuperar o bom futebol que fez o Alvinegro ir atrás dele no Criciúma.
– Ainda vou ser ídolo do Corinthians. Tenho contrato até o fim de 2020. Não fui contratado à toa. Vou calar a boca de muita gente quando eu voltar. Foi um aprendizado muito bom nesse tempo. Conheci jogadores que só via pela televisão. De repente, eu estava ao lado deles. Estava no Corinthians realizando o sonho do meu pai, da minha família – afirma Gustavo.
Para realizar o sonho de ser jogador, Gustagol deixou para trás o bico como dançarino. É sério.
– Eu fui dançarino antes de jogar bola. O Mr. Buiu cantava e tinha o bonde de dançarinos. Ele canta funk, axé, tudo. No começo era o Bonde da Nestlé, depois virou Chocolícias. O primo dele me conheceu quando eu era pintor e me convidou para ser dançarino. Eu gostei e fui. Era muito bom esse tempo – recorda o atacante do Bahia.
Contratado pelo Timão no final de agosto do ano passado, após ter brilhado pelo Criciúma na Série B, Gustavo admite que não estava em boa forma quando chegou ao Corinthians.
– Eu perdi muito nesse tempo. Queria muito ir para o Corinthians, mas o presidente não queria me liberar. Acabei não treinando no Criciúma. Eu vinha jogando com dores e ninguém sabia. Procurei me tratar para chegar bem no clube novo. Era um sonho meu jogar no Corinthians, era minha carreira em jogo. Faltou ritmo de jogo. Tanto que cheguei e estava precisando ganhar mais força, mais físico. Até pedi para treinar mais. Quando tinha jogo e eu não jogava, eu treinava sozinho, parte de finalização, técnica. Eu cheguei muito abaixo – diz o jogador de 22 anos.
Pelo Timão, Gustavo disputou nove jogos e não fez gols. De acordo com o atacante, a pior pressão não foi a da torcida, mas a dele próprio sobre o período sem balançar as redes.
– É muito difícil jogar no Corinthians, mas, ao mesmo tempo, é muito gostoso. Ver aquela torcida empurrando o time. Quando pisei pela primeira vez na Arena, cheguei a arrepiar, me emocionei. Eu via que tinha apoio dos torcedores. Eles gritavam meu nome quando eu pegava na bola. Só faltou o gol. Eu queria fazer meu primeiro gol de todo jeito. Isso acabou me prejudicando. Toda vez que eu pisava em campo, eu botava aquilo na cabeça. Se eu não entrasse em campo com esse pensamento, eu teria me saído um pouco melhor.
Na verdade, o camisa 9 chegou a marcar pelo Corinthians contra o Atlético-MG, pela 29ª rodada do Brasileirão, mas o gol foi anulado. Foi o mais perto que ele chegou de comemorar com a camisa alvinegra.

Gustavo marcou em sua coxa a estreia pelo Timão, quando realizou sonho da família (Foto: Reprodução)
Fiquei muito triste, fiquei puto, mas naquele momento eu não poderia fazer nada pelo erro da arbitragem. Se eu fosse falar merda para ele, não adiantaria nada, não voltaria atrás. Não adianta chorar, discutir, só ficar quieto e lamentar. No dia, foi muito difícil dormir.
O lance não saía da cabeça. Se eu tivesse feito aquele gol, iria chorar com a torcida. Sou muito chorão. Cheguei a chorar de felicidade quando o Corinthians estava atrás de mim, não estava acreditando – lembra.
A empolgação de Gustavo com a chance que teve de ser contratado pelo time de coração da sua família o fez marcar na pele (literalmente!) sua estreia. A tatuagem repercutiu à época.
– Essa tatuagem simboliza uma marca em minha vida. Nesse jogo, foi a primeira vez que consegui colocar meu pai e minha mãe juntos para me ver jogando profissionalmente. Aquela imagem eles viram de perto, eu pisando no gramado. Queria marcar aquele momento para minha família. Meu pai era corintiano, estava realizando um sonho. A torcida acabou gostando. Não me arrependi em nenhum momento de ter feito – conta o pai de Henry Gabriel, de um ano, batizado em homenagem ao atacante francês Thierry Henry.
Gustavo está emprestado ao Bahia até o fim desta temporada. O atacante já está treinando com o elenco do time de Salvador para a disputa do Campeonato Baiano.
De dançarino no grupo Chocolícias a titular do Corinthians em apenas quatro anos. A vida de Gustavo mudou muito nesse período. Só que a trajetória com a camisa 9 do Timão não foi boa, e o atacante foi emprestado ao Bahia. É lá que o jogador quer recuperar o bom futebol que fez o Alvinegro ir atrás dele no Criciúma.
– Ainda vou ser ídolo do Corinthians. Tenho contrato até o fim de 2020. Não fui contratado à toa. Vou calar a boca de muita gente quando eu voltar. Foi um aprendizado muito bom nesse tempo. Conheci jogadores que só via pela televisão. De repente, eu estava ao lado deles. Estava no Corinthians realizando o sonho do meu pai, da minha família – afirma Gustavo.
Para realizar o sonho de ser jogador, Gustagol deixou para trás o bico como dançarino. É sério.
– Eu fui dançarino antes de jogar bola. O Mr. Buiu cantava e tinha o bonde de dançarinos. Ele canta funk, axé, tudo. No começo era o Bonde da Nestlé, depois virou Chocolícias. O primo dele me conheceu quando eu era pintor e me convidou para ser dançarino. Eu gostei e fui. Era muito bom esse tempo – recorda o atacante do Bahia.
Contratado pelo Timão no final de agosto do ano passado, após ter brilhado pelo Criciúma na Série B, Gustavo admite que não estava em boa forma quando chegou ao Corinthians.
– Eu perdi muito nesse tempo. Queria muito ir para o Corinthians, mas o presidente não queria me liberar. Acabei não treinando no Criciúma. Eu vinha jogando com dores e ninguém sabia. Procurei me tratar para chegar bem no clube novo. Era um sonho meu jogar no Corinthians, era minha carreira em jogo. Faltou ritmo de jogo. Tanto que cheguei e estava precisando ganhar mais força, mais físico. Até pedi para treinar mais. Quando tinha jogo e eu não jogava, eu treinava sozinho, parte de finalização, técnica. Eu cheguei muito abaixo – diz o jogador de 22 anos.
Pelo Timão, Gustavo disputou nove jogos e não fez gols. De acordo com o atacante, a pior pressão não foi a da torcida, mas a dele próprio sobre o período sem balançar as redes.
– É muito difícil jogar no Corinthians, mas, ao mesmo tempo, é muito gostoso. Ver aquela torcida empurrando o time. Quando pisei pela primeira vez na Arena, cheguei a arrepiar, me emocionei. Eu via que tinha apoio dos torcedores. Eles gritavam meu nome quando eu pegava na bola. Só faltou o gol. Eu queria fazer meu primeiro gol de todo jeito. Isso acabou me prejudicando. Toda vez que eu pisava em campo, eu botava aquilo na cabeça. Se eu não entrasse em campo com esse pensamento, eu teria me saído um pouco melhor.
Na verdade, o camisa 9 chegou a marcar pelo Corinthians contra o Atlético-MG, pela 29ª rodada do Brasileirão, mas o gol foi anulado. Foi o mais perto que ele chegou de comemorar com a camisa alvinegra.

Gustavo marcou em sua coxa a estreia pelo Timão, quando realizou sonho da família (Foto: Reprodução)
Fiquei muito triste, fiquei puto, mas naquele momento eu não poderia fazer nada pelo erro da arbitragem. Se eu fosse falar merda para ele, não adiantaria nada, não voltaria atrás. Não adianta chorar, discutir, só ficar quieto e lamentar. No dia, foi muito difícil dormir.
O lance não saía da cabeça. Se eu tivesse feito aquele gol, iria chorar com a torcida. Sou muito chorão. Cheguei a chorar de felicidade quando o Corinthians estava atrás de mim, não estava acreditando – lembra.
A empolgação de Gustavo com a chance que teve de ser contratado pelo time de coração da sua família o fez marcar na pele (literalmente!) sua estreia. A tatuagem repercutiu à época.
– Essa tatuagem simboliza uma marca em minha vida. Nesse jogo, foi a primeira vez que consegui colocar meu pai e minha mãe juntos para me ver jogando profissionalmente. Aquela imagem eles viram de perto, eu pisando no gramado. Queria marcar aquele momento para minha família. Meu pai era corintiano, estava realizando um sonho. A torcida acabou gostando. Não me arrependi em nenhum momento de ter feito – conta o pai de Henry Gabriel, de um ano, batizado em homenagem ao atacante francês Thierry Henry.
Gustavo está emprestado ao Bahia até o fim desta temporada. O atacante já está treinando com o elenco do time de Salvador para a disputa do Campeonato Baiano.
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Postado por Ana Alice Riberio - 19284 visitas - Fonte: Globo Esporte
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e um bom garoto a verdade e que nao deram chance para ele. vai e volta gustavo
Gustaruim...
com aquele time nem o Ronaldo na melhor fase iria fazer alguma coisa... cara até o ano que vem... chega com vontade
gustagol joga no timão por amor principalmente, então vai la garoto, e quando voltar vc vai arrebentar e ser o nosso 9 matador! boa sorte no Bahia!
E muito ruim vc nunca vai voltar vestir a camisa do timao
vc vai mostrar Gustagol, espero q vc faça um ótimo campeonato pelo Bahia
vc vai mostrar Gustagol, espero q vc faça um ótimo campeonato pelo Bahia
Com certeza Gustavo você dará muita alegria a essa torcida força
Calar a minha boca tbm esse Gustavo sem gool
o cara teve poucas oportunidades quem sabe da próxima der certo
O sistema de jogo do Corinthians foi difícil pra vc adaptar, quem sabe na próxima vez dê certo
a imprensa prejudicou vc ,do time era frágil,vc tinha que continuar usando a 9, titular aos poucos a torcida ia gostar de vc,a imprensa tirou vc do Corinthians,,,
tem a cara do timão ele,que pena tava com o elenco fraco,,, Gustavo vc é o cara, vdd vai calar a boca principalmente dá imprensa,volta Gustavo
esse muleke muito humilde simples,não deu oportunidade a ele,a verdade ele tava com o time frágil
isto ai gustagol vai Corinthians.....