14/7/2016 11:22
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Caçula de Marcelinho Carioca tem pé 40, é volante e joga no Corinthians
Desde o final de 2013 no Timão, Matheus Surcin fala sobre peso em ter pai famoso, conta que o Pé de Anjo é torcedor chato e fala sobre as aulas de falta que já teve
Marcelinho e o filho Matheus Surcin: amizade, conselhos e roupas emprestadas (Foto: Divulgação)
Matheus Surcin e Marcelinho Carioca têm o mesmo DNA. Mas o filho do ídolo do Corinthians tem algumas diferenças em relação ao pai. A começar pelo pé tamanho 40, longe da chuteira 35 que eternizou o Pé de Anjo. Em campo, a característica de volante marcador não lembra a habilidade do ex-camisa 7. O rosto, então, puxou o da mãe, Ana.
Matheus, aliás, não quer ser reconhecido apenas por ser filho de quem é. O garoto quer brilhar no Timão e ser tão importante quanto o pai.
– Sou diferente do meu pai. Gosto de marcar mais. Eu sou segundo volante, gosto de chegar um pouco na área. De vez em quando, eu apareço de surpresa na área e faço gol. Meu pai era sensacional. São dez títulos no Corinthians. Não tem o que reclamar dele. É o maior ídolo da história do Corinthians para mim, e não é porque é meu pai – afirmou o jogador de 18 anos, hoje reserva na equipe sub-20 do Timão.
Desde quando chegou ao Corinthians, no final de 2013, Matheus teve de conviver com a sombra de Marcelinho. O volante foi convidado para atuar pelo Timão após se destacar em uma partida contra o clube alvinegro pelo São Caetano, no Paulistão sub-15. O pai apoiou a ideia e, junto com a mãe, negociou a mudança de equipe com diretores do Corinthians na época.
– Não é fácil. Sempre vai ter essa comparação, esse peso em cima de mim. Eu, dentro de campo, quero ser o Matheus. Não quero ser o filho do Marcelinho. Já ouvi comentários que só estou no Corinthians por causa do meu pai. Se eu não tivesse talento, não chamasse a atenção, não estaria treinando mais. Meu pai só foi no Corinthians quando me apresentou. Consegui as coisas pelo meu talento – disse.
O caçula de Marcelinho garante que a relação com o pai é ótima, apesar de o ídolo corintiano ser bem exigente, dentro e fora de campo. Quando o Pé de Anjo vai aos jogos, tenta não aparecer muito, mas não se aguenta quando o filho está atuando com a camisa do clube que fez história.
– Quando ele arruma tempo, vai aos jogos e sempre fica no cantinho. Ele é torcedor chato, reclama, gesticula. Daria um bom treinador. Teve um jogo no Parque São Jorge que comecei no banco. Quando entrei, ele começou a assobiar. Comecei a ficar irritado. Cheguei nele e falei: "Pô, deixa eu jogar, depois você fala". Quando acabou, sentamos e conversamos. Sempre ouço os conselhos dele e tento fazer – contou Matheus.
Dentre os ensinamentos do pai, o principal está no fundamento que Marcelinho Carioca dominava: as cobranças de falta. O ex-meia faz questão de dividir os ensinamentos com Matheus e Lucas Surcin, o filho mais velho, hoje no Santos.
– Ele fala: "De perto, bate de chapa. De longe, alavanca". Se não treinar, não vai aperfeiçoar a batida. Estávamos de férias na chácara em Atibaia. Ele pegou eu e meu irmão para ensinar a bater faltas. Puxou uma barreira e falou sobre força da bola, tempo, várias coisas... Tem toda uma estratégia para colocar a bola no gol e fazer a felicidade da torcida – falou Matheus.
Aos 18 anos, Matheus é reserva no sub-20 do Timão: por ele, está no banco pela idade (Foto: Divulgação)
Fora de campo, a cobrança é a mesma, principalmente no momento atual, no qual Matheus e Marcelinho moram juntos em um apartamento no bairro da Mooca, na capital paulista. O volante garante ter livro aberto com o ex-meia.
– Ele não gosta de nada desarrumado, é um pouquinho chato. Sempre reclama que eu pego as roupas dele emprestadas, mas não ligo, só os tênis que não uso, porque não cabem (risos). Pelo menos deixa levar as meninas para casa. Como sou homem, ele entende mais, mas sempre pergunta quem é, onde conheceu, quantos anos tem – comentou.
Para quem pensa que a vida de Matheus é só luxo, ele também já passou por perrengues de cidadão comum. Antes de completar 18 anos, o volante não tinha carro e ia aos treinos do Corinthians de transporte público. Como morava com a mãe, pegava o trem na estação Santo André, fazia baldeação no Brás, descia no Carrão e andava a pé até o Parque São Jorge.
– Saía às 6h40 da manhã, pegava trem lotado, era dureza. Foi bom para mim. Não quis ser diferente dos outros jogadores. Queria enfrentar o dia a dia igual todo mundo faz. Agora as coisas melhoraram. Estou de carro. Nunca me reconheceram no trem. Eu pareço mais com a minha mãe. Graças a Deus – finalizou o brincalhão Matheus, nada pé-de-anjo.
Matheus Surcin e Marcelinho Carioca têm o mesmo DNA. Mas o filho do ídolo do Corinthians tem algumas diferenças em relação ao pai. A começar pelo pé tamanho 40, longe da chuteira 35 que eternizou o Pé de Anjo. Em campo, a característica de volante marcador não lembra a habilidade do ex-camisa 7. O rosto, então, puxou o da mãe, Ana.
Matheus, aliás, não quer ser reconhecido apenas por ser filho de quem é. O garoto quer brilhar no Timão e ser tão importante quanto o pai.
– Sou diferente do meu pai. Gosto de marcar mais. Eu sou segundo volante, gosto de chegar um pouco na área. De vez em quando, eu apareço de surpresa na área e faço gol. Meu pai era sensacional. São dez títulos no Corinthians. Não tem o que reclamar dele. É o maior ídolo da história do Corinthians para mim, e não é porque é meu pai – afirmou o jogador de 18 anos, hoje reserva na equipe sub-20 do Timão.
Desde quando chegou ao Corinthians, no final de 2013, Matheus teve de conviver com a sombra de Marcelinho. O volante foi convidado para atuar pelo Timão após se destacar em uma partida contra o clube alvinegro pelo São Caetano, no Paulistão sub-15. O pai apoiou a ideia e, junto com a mãe, negociou a mudança de equipe com diretores do Corinthians na época.
– Não é fácil. Sempre vai ter essa comparação, esse peso em cima de mim. Eu, dentro de campo, quero ser o Matheus. Não quero ser o filho do Marcelinho. Já ouvi comentários que só estou no Corinthians por causa do meu pai. Se eu não tivesse talento, não chamasse a atenção, não estaria treinando mais. Meu pai só foi no Corinthians quando me apresentou. Consegui as coisas pelo meu talento – disse.
O caçula de Marcelinho garante que a relação com o pai é ótima, apesar de o ídolo corintiano ser bem exigente, dentro e fora de campo. Quando o Pé de Anjo vai aos jogos, tenta não aparecer muito, mas não se aguenta quando o filho está atuando com a camisa do clube que fez história.
– Quando ele arruma tempo, vai aos jogos e sempre fica no cantinho. Ele é torcedor chato, reclama, gesticula. Daria um bom treinador. Teve um jogo no Parque São Jorge que comecei no banco. Quando entrei, ele começou a assobiar. Comecei a ficar irritado. Cheguei nele e falei: "Pô, deixa eu jogar, depois você fala". Quando acabou, sentamos e conversamos. Sempre ouço os conselhos dele e tento fazer – contou Matheus.
Dentre os ensinamentos do pai, o principal está no fundamento que Marcelinho Carioca dominava: as cobranças de falta. O ex-meia faz questão de dividir os ensinamentos com Matheus e Lucas Surcin, o filho mais velho, hoje no Santos.
– Ele fala: "De perto, bate de chapa. De longe, alavanca". Se não treinar, não vai aperfeiçoar a batida. Estávamos de férias na chácara em Atibaia. Ele pegou eu e meu irmão para ensinar a bater faltas. Puxou uma barreira e falou sobre força da bola, tempo, várias coisas... Tem toda uma estratégia para colocar a bola no gol e fazer a felicidade da torcida – falou Matheus.
Aos 18 anos, Matheus é reserva no sub-20 do Timão: por ele, está no banco pela idade (Foto: Divulgação)Fora de campo, a cobrança é a mesma, principalmente no momento atual, no qual Matheus e Marcelinho moram juntos em um apartamento no bairro da Mooca, na capital paulista. O volante garante ter livro aberto com o ex-meia.
– Ele não gosta de nada desarrumado, é um pouquinho chato. Sempre reclama que eu pego as roupas dele emprestadas, mas não ligo, só os tênis que não uso, porque não cabem (risos). Pelo menos deixa levar as meninas para casa. Como sou homem, ele entende mais, mas sempre pergunta quem é, onde conheceu, quantos anos tem – comentou.
Para quem pensa que a vida de Matheus é só luxo, ele também já passou por perrengues de cidadão comum. Antes de completar 18 anos, o volante não tinha carro e ia aos treinos do Corinthians de transporte público. Como morava com a mãe, pegava o trem na estação Santo André, fazia baldeação no Brás, descia no Carrão e andava a pé até o Parque São Jorge.
– Saía às 6h40 da manhã, pegava trem lotado, era dureza. Foi bom para mim. Não quis ser diferente dos outros jogadores. Queria enfrentar o dia a dia igual todo mundo faz. Agora as coisas melhoraram. Estou de carro. Nunca me reconheceram no trem. Eu pareço mais com a minha mãe. Graças a Deus – finalizou o brincalhão Matheus, nada pé-de-anjo.
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Postado por Roberta Klesia Goes de Oliveira - 12213 visitas - Fonte: Globo Esporte
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ja tem bambi revoltado
vai toma no cu junior bambi do caralho arrombado
que horas ela vão cagar ?<br />por que pelo.ampr.de Deus esse site fala nada que presta se é louco
teste CS grátis 3 dias o nação no email. joaodecos@bol. com.br
que ser eternizar como o Marcelinho pé de anjo for Matheus vai Corinthians
Se jogar 10% do que o pai jogava, é titular de qualquer equipe do Brasil, hoje com esse monte de jogadores medíocres, que viram profissionais, não sei como, alguém com um mínimo de habilidade, já é tratada como craque...