31/5/2016 18:37
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Tite celebra bom momento e mando de campo, mas nega favoritismo
Treinador não quis dar favoritismo ao Corinthians e assegurou ter acabado com as polêmicas internas (Foto: Daniel Augusto Jr. / Ag. Corinthians)
O técnico Tite foi perguntado diversas vezes sobre um possível favoritismo do Corinthians no clássico de quarta-feira, às 21h (de Brasília), contra o Santos, em Itaquera, na entrevista coletiva concedida nesta terça, no CT Joaquim Grava, mas conseguiu se esquivar de todas as ocasiões. Evitando dar qualquer chance de uma frase forte ou provocativa sair da sua boca, ele resumiu a expectativa para o duelo em poucas palavras.
“O melhor momento é o nosso, mas isso não determina favoritismo. Clássico eu já estou calejado. Independentemente do momento que vivem os adversários, ficam no mesmo patamar ambos porque tem muita história envolvida, camisa pesada”, analisou, reconhecendo os pontos que o favorecem. “Jogar em casa? É melhor. Estamos num melhor momento? Estamos. Isso dá o favoritismo? Não”, completou.
Para o treinador, o Santos, que vem de uma derrota em casa para o Internacional e sofre com a ausência dos selecionáveis Lucas Lima e Gabriel, além do lesionado Ricardo Oliveira, vive situação parecida com a que encarava o Alvinegro antes das vitórias sobre a Ponte Preta e Sport.
“Eu estava pressionado por desempenho e resultado, não adianta dizer que é normal quando não está chegando. A pressão de duas coisas, desempenho e resultado. A do desempenho não estava dando para eles, porque o time manteve um padrão. Tire os gols do Vitória, mostre os melhores momentos para alguém e diga: o Corinthians perdeu. O cara vai falar: você está de sacanagem. Contra o Grêmio, fizemos um jogaço. Mas a grandeza pressiona por vitória”, avaliou, confiando em uma recuperação em breve do rival.
“Às vezes tem uns adjetivos que servem igual para os dois. O pressionado que eu falei antes pode ser o delicado que o Dorival falou do Santos. A grandeza das duas equipes, histórias das duas equipes, não foge para mim que será um jogo igual. Para o Dorival, para qualquer profissional que dirija um grande clube, todos sabem que clássico é decidido no detalhe”, avaliou o comandante corintiano.
Pelo dito equilíbrio que espera no embate, Tite também explicou como fará para que os jogadores não se acomodem com os bons resultados em sequência e deixem o rival surpreender no embate do estádio de Itaquera. “Tem que chegar consolidando, crescendo, com objetivo de manter, desafiando a cada momento. É um jogo com possibilidade de crescimento”, concluiu.
Rusgas resolvidas
O momento do Corinthians é tão diferente de uma semana atrás que o técnico Tite aproveitou o papo com a imprensa para resolver as rusgas criadas logo após a vitória por 3 a 0 sobre a Ponte Preta, na última quinta-feira. Na ocasião, o goleiro Cássio fez duras críticas ao preparador de goleiros Mauri Lima, e o presidente Roberto de Andrade afirmou que a comissão técnica não tem que dar pitaco na visita de torcedores ao CT para conversar com atletas.
“As informações já foram direcionadas, tanto minhas com o Cássio quanto em relação ao próprio Mauri com o Cássio. Está tudo bem resolvido”, assegurou o treinador, conhecido por ser um bom administrador de crises entre membros do elenco, mas que também não quis continuar a sua polêmica com a direção.
“Me posiciono muito claramente em relação a isso. Eu tenho quatro anos de Corinthians e a pessoa que eu mais conheço e tenho profundo respeito a todos os princípios éticos e de conduta é o Roberto (de Andrade, presidente do Corinthians). Nós passamos situaçãoes que vocês não imaginam. A nossa lealdade e o falar de frente é maior de tudo que vocês possam imaginar. Meu respeito a ele é muito grande”, encerrou.
O técnico Tite foi perguntado diversas vezes sobre um possível favoritismo do Corinthians no clássico de quarta-feira, às 21h (de Brasília), contra o Santos, em Itaquera, na entrevista coletiva concedida nesta terça, no CT Joaquim Grava, mas conseguiu se esquivar de todas as ocasiões. Evitando dar qualquer chance de uma frase forte ou provocativa sair da sua boca, ele resumiu a expectativa para o duelo em poucas palavras.
“O melhor momento é o nosso, mas isso não determina favoritismo. Clássico eu já estou calejado. Independentemente do momento que vivem os adversários, ficam no mesmo patamar ambos porque tem muita história envolvida, camisa pesada”, analisou, reconhecendo os pontos que o favorecem. “Jogar em casa? É melhor. Estamos num melhor momento? Estamos. Isso dá o favoritismo? Não”, completou.
Para o treinador, o Santos, que vem de uma derrota em casa para o Internacional e sofre com a ausência dos selecionáveis Lucas Lima e Gabriel, além do lesionado Ricardo Oliveira, vive situação parecida com a que encarava o Alvinegro antes das vitórias sobre a Ponte Preta e Sport.
“Eu estava pressionado por desempenho e resultado, não adianta dizer que é normal quando não está chegando. A pressão de duas coisas, desempenho e resultado. A do desempenho não estava dando para eles, porque o time manteve um padrão. Tire os gols do Vitória, mostre os melhores momentos para alguém e diga: o Corinthians perdeu. O cara vai falar: você está de sacanagem. Contra o Grêmio, fizemos um jogaço. Mas a grandeza pressiona por vitória”, avaliou, confiando em uma recuperação em breve do rival.
“Às vezes tem uns adjetivos que servem igual para os dois. O pressionado que eu falei antes pode ser o delicado que o Dorival falou do Santos. A grandeza das duas equipes, histórias das duas equipes, não foge para mim que será um jogo igual. Para o Dorival, para qualquer profissional que dirija um grande clube, todos sabem que clássico é decidido no detalhe”, avaliou o comandante corintiano.
Pelo dito equilíbrio que espera no embate, Tite também explicou como fará para que os jogadores não se acomodem com os bons resultados em sequência e deixem o rival surpreender no embate do estádio de Itaquera. “Tem que chegar consolidando, crescendo, com objetivo de manter, desafiando a cada momento. É um jogo com possibilidade de crescimento”, concluiu.
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“As informações já foram direcionadas, tanto minhas com o Cássio quanto em relação ao próprio Mauri com o Cássio. Está tudo bem resolvido”, assegurou o treinador, conhecido por ser um bom administrador de crises entre membros do elenco, mas que também não quis continuar a sua polêmica com a direção.
“Me posiciono muito claramente em relação a isso. Eu tenho quatro anos de Corinthians e a pessoa que eu mais conheço e tenho profundo respeito a todos os princípios éticos e de conduta é o Roberto (de Andrade, presidente do Corinthians). Nós passamos situaçãoes que vocês não imaginam. A nossa lealdade e o falar de frente é maior de tudo que vocês possam imaginar. Meu respeito a ele é muito grande”, encerrou.
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Postado por
Edson Alan Melo
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3354 visitas - Fonte: Gazeta esportiva
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